Prova de Conhecimentos Técnicos e Motores: Simulado banca ANAC PP

01 – A peça que efetua a explosão dos gases queimados, é o:
a) pistão,
b) defletor,
c) cilindro,
d) tubo de descarga.

02 – O tipo de fuselagem que é construída SOMENTE com cavernas e revestimento, denomina-se:
a) cantilever,
b) monocoque,
c) semi-cantilever,
d) semi-monocoque.

03 – O termômetro que utiliza tubo de Bourdon para seu funcionamento mede a temperatura:
a) do ar exterior,
b) de óleo do motor,
c) da cabeça do cilindro,
d) dos gases de escapamento.

04 – O tubo de venturi comprova:
a) Leis do Equilíbrio,
b) Principio de BERNOULLI,
c) Principio de ARQUIMEDES,
d) Teoria da Ação e Reação.

05- Um dos sintomas de formação de gelo no carburador é:
a) diminuição da RPM,
b) diminuição da potência requerida,
c) aumento repentino da pressão de admissão,
d) aumento gradativo da pressão de admissão.

06 – Os carteres dos motores radiais de aviação são do tipo:
a) seco,
b) molhado,
c) com respiração forçada,
d) metálico em liga de aço.

07 – Ao sair do radiador a viscosidade do óleo é:
a) maior do que ao entrar,
b) menor do que ao entrar,
c) igual ao quando entrou,
d) indiferente.

08 – O fechamento da válvula é feito através:
a) de molas,
b) das hastes,
c) dos balancins,
d) do sistema de comando de válvulas.

09- Em cada volta completa da hélice, ela percorre uma distância chamada de :
a) recuo,
b) curso,
c) passo efetivo,
d) passo geométrico.

10- A potência do motor é selecionada no carburador acionando o/a:
a) borboleta,
b) bóia e o estilete,
c) injetor,
d) válvula reguladora.

11 – As baterias transformam energia:
a) química em energia elétrica,
b) elétrica em energia química,
c) mecânica em energia elétrica,
d) química em energia mecânica.

12 – Após determinadas horas de vôo, os motores aeronáuticos mesmo estando em perfeito estado, são retirados para sofrer revisão geral. Este tempo limite é denominado de:
a) eficiência,
b) durabilidade,
c) limite de revisão,
d) capacidade horária.

13 – O dispositivo que permite a passagem da corrente num só sentido é o:
a) diodo,
b) disjuntor,
c) fusível,
d) relé.

14 – Num motor turboélice (turboeixo), a turbina extrai grande parte da energia dos gases para girar a hélice (eixo), mas os gases de escape contribuem com a seguinte parcela na tração total do motor:
a) 10%, b) 20%, c) 25%, d) 50%.

15 – No tempo de admissão o pistão desloca-se no interior do cilindro do PMA para o PMB provocando um/uma:
a) redução de massa,
b) redução de pressão,
c) aumento de pressão,
d) aumento de temperatura.

16 – O dispositivo utilizado após o pouso, com a finalidade de reduzir a sustentação da asa é o/a:
a) Flap,
b) Spoiler,
c) Passo reverso da hélice,
d) Sistema de reversão dos motores.

17 – A ignição se dá no tempo de:
a) descarga,
b) expansão,
c) admissão,
d) compressão.

18 – Muitas vezes forma-se gelo no carburador porque na atmosfera encontram-se presentes:
a) cristais de gelo,
b) partículas sólidas,
c) vapor de água,
d) gás carbônico.

19 – Após abastecimento de uma aeronave, deve-se drenar de gasolina afim de verificar:
a) a quantidade ,
b) sua densidade,
c) seu teor de chumbo,
d) a presença de água.

20 – O óleo que sai do radiador:
a) corre deste em direção ao motor novamente,
b) tem temperatura maior que na entrada do radiador,
c) tem viscosidade maior do que na entrada do radiador,
d) tem uma temperatura duas vezes menor que na entrada.

21 – Os anéis de compressão estão colocados nas canaletas ……. dos pistões.
a) laterais,
b) centrais,
c) inferiores,
d) superiores.

22 – O motor que opera de acordo com o ciclo OTTO é o do tipo:
a) turbo-fan,
b) turbo-hélice,
c) motor diesel,
d) motor a explosão.

23 – A potência medida no eixo de saída do motor chama-se potência:
a) indicada,
b) efetiva,
c) teórica,
d) útil.

24 – O trem de pouso que pode ser recolhido e fechado em compartimento apropriado é o:
a) fixo,
b) retrátil,
c) flutuador,
d) escamoteável.

25 – No bico injetor, uma pequena quantidade de ar do compressor é injetada próximo ao jato de combustível, a fim de:
a) pulverizar o combustível,
b) evitar formação de carvão,
c) facilitar a ignição,
d) resfriar o calor da chama.

26 – Os incêndios pertencentes a classe C incluem:
a) metais,
b) unidades elétricas,
c) materiais abrasivos,
d) líquidos inflamáveis.

27 – As propriedades dos giroscópios, usadas nos instrumentos de navegação, sÃo:
a) inércia e pressão,
b) precessão e pressão,
c) rigidez e precessão,
d) variação e precessão.

28 – A cor vermelha indica uma tubulação de :
a) óleo,
b) gasolina,
c) oxigênio,
d) fluido hidráulico.

29 – O voltímetro é um instrumento que tem por finalidade:
a) medir a tensão alternada,
b) medir a corrente contínua,
c) medir a tensão e a corrente,
d) indicar a presença de tensão.

30 – As posições extremas que o pistão atinge durante o seu movimento no interior do cilindro, denomina-se:
a) fase,
b) curso,
c) cruzamento,
d) pontos mortos.

31 – Qual das misturas abaixo é mais rica do que 11:1?
a) 12:1,
b) 1:12,
c) 0,1:1,
d) 13:1.

32 – No exterior da cápsula aneróide do velocímetro atua a pressão:
a) dinâmica,
b) estática,
c) estática e dinâmica,
d) diferencial.

33 – Os cabos de aço que são esticados entre as nervuras de uma asa são chamados de:
a) estatais,
b) tirantes,
c) tensores,
d) traçantes.

34 – O significado de “liga” é, basicamente:
a) material com impurezas,
b) material submetido a tratamento,
c) combinação de dois ou mais metais,
d) material puro como é extraído da natureza.

35 – Para calcularmos a taxa de compressão de um motor convencional utilizamos o:
a) câmbio do dia,
b) volume do cilindro em relação ao volume da câmara de combustão,
c) volume da câmara de combustão sobre o volume do curso do pistão,
d) volume do curso do pistão sobre o volume da câmara de combustão.

36 – O funcionamento do sistema hidráulico é baseado no/na:
a) Lei de Newton,
b) Lei de Pascal,
c) Princípio de Arquimedes,
d) Equação de Bernoulli.

37 – O dispositivo existente nos magnetos, que funciona como interruptor é chamado de:
a) ímã,
b) came,
c) platinado,
d) condensador.

38 – O leme de direção é instalado no/na:
a) asa,
b) empenagem,
c) estabilizador vertical,
d) estabilizador horizontal.

39 – A região mais fria do carburador está localizada no/na:
a) cuba,
b) saída do ar,
c) tubo venturi,
d) entrada do gicleur.

40 – O componente do ar que toma parte na combustão da gasolina dentro do motor é o:
a) nitrogênio,
b) gás carbônico,
c) oxigênio,
d) hidrogênio.

41 – O produto adicionado a gasolina, destinado a aumentar o seu poder anti-detonante, é o/a:
a) álcool,
b) heptana,
c) iso-octana,
d) chumbo tetra etil.

42 – A identificação das gasolinas, de uso na aviação é feita por dois números, como 100/130, que indicam o poder anti-detonante da gasolina para:
a) operação em região fria,
b) mistura rica/ mistura pobre,
c) mistura pobre / mistura rica,
d) operação em região quente.

43 – A bomba auxiliar de um sistema de alimentação por pressão, é acionada:
a) manualmente,
b) eletricamente,
c) hidraulicamente,
d) pelo motor do avião.

44 – A ISSO-OCTANA é um líquido combustível, cujo número de octanas é igual a :
a) 0,
b) 8,
c) 80,
d) 100.

45 – A inspeção de responsabilidade do piloto é a :
a) diária,
b) de pós-vôo,
c) de pré-vôo,
d) de 25 horas.

46 – O reparo numa bomba que apresentou falha é um tipo de manutenção:
a) preventiva,
b) corretiva,
c) diária,
d) ocasional.

47 – As aeronaves que se sustentam baseadas no princípio de Arquimedes são denominadas:
a) aeródinos,
b) aeróstatos,
c) giroplanos,
d) planadores.

48 – A parada de um motor turboeixo é feita por meio do sistema de:
a) ignição,
b) indução,
c) admissão,
d) combustível.

49 – O tipo de estrutura que é provida de cavernas, longarinas e revestimento é a:
a) tubular,
b) remoldada,
c) monocoque,
d) semi-monocoque.

50 – Os pontos mortos são:
a) o mesmo que marcha lenta,
b) posições extremas do pistão em seu curso,
c) os pontos mais baixos atingidos pelo pistão,
d) pontos onde o pistão fornecerá potência.

51 – Na parte externa da cabeça do cilindro de um motor refrigerado a ar, o lado do escapamento é diferente da admissão, porque neste lado se encontram os/as:
a) velas de ignição,
b) anéis de segmento,
c) canaletas dos anéis,
d) alhetas de resfriamento.

52 – O funcionamento dos motores propulsionados a jato é baseado nos princípios físicos de:
a) Pascal,
b) Venturi,
c) Newton,
d) Arquimedes.

53 – Os cabos de aço que estão esticados no interior da asa resistem a que tipo de esforço:
a) tensão,
b) tração,
c) compressão,
d) cisalhamento.

54- Os batentes servem para:
a) amortecer as vibrações das superfícies,
b) apoiar os cabos de comando das superfícies,
c) evitar impacto no movimento dos comando,
d) limitar a amplitude dos movimentos das superfícies de controle.

55 – O eixo de manivela, para fazer um ciclo teórico completo, num motor a explosão de 4 tempos, deve girar:
a) 90o,
b) 180o,
c) 360o,
d) 720o.

56 – O funcionamento do motor a reação baseia-se no/na:
a) Lei de Pascal,
b) 3a lei de Newton,
c) Princípio de Bernoulli,
d) Princípio de Arquimedes.

57 – A finalidade das alhetas dos cilindros é:
a) prover um melhor acabamento,
b) dar uma forma aerodinâmica aos mesmos,
c) aumentar a área dos cilindros expostas ao ar,
d) melhorar a combustão no interior do cilindro.

58 – Se numa vela com dois eletrodos um deles estiver encostado no eletrodo central a vela:
a) NÃO funcionará,
b) Funcionará em marcha lenta,
c) Funcionará com 50% de rendimento,
d) Funcionará com 100% de rendimento.

59 – Num carburador sem correção altimétrica a mistura torna-se rica com o aumento da altitude, devido a:
a) aumento da viscosidade do ar,
b) aumento da temperatura do ar,
c) redução da densidade do ar,
d) redução da umidade do ar.

60 – Entre o trem de pouso e a fuselagem, é instalada uma unidade com a finalidade de eliminar saltos das aeronaves durante o pouso. Tal unidade é chamada de:
a) mola,
b) coxim,
c) almofada,
d) amortecedor.

61 – São classificados como aeródinos:
a) balões e dirigíveis,
b) planadores e balões,
c) aviões, helicópteros e dirigíveis,
d) aviões, helicópteros e planadores.

62 – A sustentação das aeronaves mais leves que o ar é:
a) estática,
b) dinâmica,
c) hidrodinâmica,
d) dinâmica-estática.

63 – A seqüência do centelhamento para o funcionamento do motor é de responsabilidade do/da:
a) vela,
b) bobina,
c) magneto,
d) distribuidor.

64 – A vantagem do trem de pouso com rodas sobre o esqui é:
a) aterrizar em qualquer tipo de terreno,
b) amortecer mais o impacto do pouso que os esquis,
c) oferecer menos resistência ao avanço que os esquis,
d) poder correr na pista até atingir a sustentação de deslocamento.

65 – A cápsula do controle automático de mistura reage quando varia a:
a) densidade do ar,
b) temperatura da gasolina,
c) pressão atmosférica do solo,
d) densidade do combustível frio.

66 – A unidade de corrente elétrica é conhecida como:
a) fem,
b) volts,
c) ampére,
d) joules.

67 – No funcionamento em marcha lenta, a potência do motor é:
a) mínima,
b) máxima,
c) instável,
d) inconstante.

68 – O formato aerodinâmico das asa dado pelo / pela:
a) tirante,
b) nervura,
c) montante,
d) longarina.

69 – O óleo lubrificante que penetra na câmara de combustão dos cilindros:
a) é queimado,
b) sai pela descarga,
c) fica dentro dos cilindros,
d) retorna pelos furos do pistão.

70 – O que é aeróstato e aeródino?
a) aeróstato é o mesmo que autogiro, aeródino é o mesmo que avião,
b) aeróstatos são veículos mais pesados que o ar, aeródinos são veículos mais leves que o ar,
c) aeróstato está baseado na 3a Lei de Newton, aeródino está baseado no princípio de Arquimedes,
d) aeróstato está baseado no princípio de Arquimedes;+ aeródino está baseado no princípio da ação e reação.

71 – A principal fonte de eletricidade estática denomina-se:
a) fricção,
b) indução,
c) pressão,
d) contato.

72 – Qual tipo de trem de pouso permite pouso em terreno com vegetação rasteira e pequenos arbustos?
a) rodas,
b) esqui alto,
c) esqui baixo,
d) flutuadores.

73 – O revestimento que NÃO resiste a esforços é a :
a) tela,
b) chapa de alumínio,
c) balsa ou madeira contraplacada,
d) fibra ou materiais compostos de aço.

74 – Os motores aeronáuticos apresentam a elevada potência:
a) elevada potência,
b) grande massa,
c) pequena durabilidade,
d) baixa eficiência térmica.

75 – Para um determinado motor, a gasolina recomendada é 100/130. NÃO estando disponível, deve-se usar a gasolina:
a) 80,
b) 73/80,
c) 115/145,
d) 100/115.

76 – Quando se forma gelo no carburador, o funcionamento do motor será afetado devido a/ao:
a) queda de RPM,
b) aumento de vibração,
c) diminuição da temperatura de óleo,
d) diminuição da temperatura da cabeça do cilindro.

77 – Uma gasolina de alto poder anti-detonante é conhecida como de alta:
a) fluidez,
b) densidade,
c) octanagem,
d) viscosidade.

78 – A parte da hélice que sofre maiores esforços é o/a:
a) cubo,
b) ponta,
c) bordo de fuga,
d) bordo de ataque.

79 – No pernoite das aeronaves, é aconselhável deixar os tanques cheios de combustível, para:
a) evitar a decantação da gasolina,
b) reduzir a contaminação da gasolina por água,
c) reduzir a evaporação da gasolina,
d) evitar o balanço da gasolina nos tanques.

80 – A força de expansão dos gases é transmitida do pistão para o eixo de manivela através de:
a) pinos,
b) bielas,
c) moentes,
d) hastes de comando.

81 – O líquido contido nas bússolas serve para:
a) amortecer oscilações,
b) manter a imantação,
c) proteger contra corrosão,
d) girar à agulha.

82 – Qual tipo de estrutura oferece menos resistência a ventos laterais e em qual tipo as janelas de inspeção são estruturais?
a) tubular/monocoque,
b) monocoque/tubular,
c) tubular/semi-monocoque,
d) semi-monocoque/monocoque.

83 – A lubrificação programada faz parte da:
a) inspeção visual,
b) inspeção dimensional,
c) manutenção corretiva,
d) manutenção preventiva.

84 – Ciclo de um motor térmico é:
a) o mesmo que tempo,
b) o mesmo que mistura,
c) medido em cilindrada,
d) o conjunto de seis fases.

85 – Na câmara de combustão, o fluxo de ar é dividido em duas partes: o ar primário e o ar secundário. O ar primário, que se destina à combustão, representa a seguinte fração do total:
a) 1⁄4,
b) 3⁄4,
c) 10%,
d) 90%.

86 – Os métodos mais utilizados para medir a viscosidade dos óleos lubrificantes são conhecidos como:
a) SAE e SSU,
b) SAE e SAYBOLT,
c) SAYBOLT e SSU,
d) SAE e petrolífero.

87 – Quando o óleo é aquecido, a sua viscosidade:
a) aumenta,
b) diminui,
c) permanece constante,
d) depende do óleo.

88 – Em um motor convencional a quatro tempos, para que o eixo de manivelas efetue 2 voltas completas é necessário que o pistão execute:
a) 04 cursos,
b) 06 cursos,
c) 08 cursos,
d) 10 cursos.

89 – A quantidade de calor que o combustível pode produzir quando é queimado chama-se:
a) poder calorífico,
b) poder energético,
c) energia calorífica,
d) capacidade calorífica.

90 – O método que os fabricantes de carburadores utilizam para combater a formação de gelo é o/a:
a) admissão de ar frio,
b) admissão de ar quente,
c) enriquecimento da mistura,
d) empobrecimento da mistura.

91 – O método de inspeção mais utilizado para detectar rachaduras em peças ferrosas é o:
a) zyglo,
b) líquido penetrante,
c) raio X,
d) magnaflux.

92 – As alhetas dos cilindros servem para:
a) melhorar o resfriamento do cilindro,
b) aumentar a resistência do cilindro,
c) diminuir o arrasto aerodinâmico do motor,
d) proteger a biela.

93 – O componente que transforma energia mecânica em elétrica e em cujos terminais não há polaridade, é denominado:
a) relé,
b) dínamo,
c) solenóide,
d) alternador.

94 – O elemento estrutural que dá formato aerodinâmico a fuselagem chama-se:
a) nervura,
b) caverna,
c) longarina,
d) revestimento.

95 – Por que é importante tencionar os cabos de comando de acordo com o recomendado pelo fabricante?
a) para que manobras como vôos laterais possam ser executadas,
b) cabos frouxos reduzem a ação dos comandos, cabos esticados tornam os comandos duros,
c) para produzir desgastes nos componentes do sistema e evitar que seja anulada a ação do piloto nos comandos,
d) para evitar endurecimento ou limitação de comando SOMENTE quando o piloto fizer alguma manobra brusca.

96 – A qualidade do óleo lubrificante que indica ausência de acidez no mesmo denomina- se:
a) fluidez,
b) anti-acidez,
c) estabilidade,
d) neutralidade.

97 – A parte do pneu que fica em contato com o solo chama-se:
a) lona,
b) flange,
c) talão de reforço,
d) banda de rodagem.

98 – Os aeródinos são chamados de……….. e a sua sustentação é……..:
a) mais leve que o ar/ estática,
b) mais leve que o ar / dinâmica,
c) mais pesados que o ar / estática,
d) mais pesados que o ar / dinâmica.

99 – Em caso de falhas do controle automático de mistura ( corretor altimétrica) a medida que a aeronave alcança camadas mais altas, a mistura se apresenta:
a) rica,
b) pobre,
c) inalterada,
d) sem mistura.

100 – O degelo do tubo do PITOT, é feito por:
a) ar quente,
b) degelo pneumático,
c) aquecimento elétrico,
d) fluido anti-congelante.

101 – São consideradas superfícies de vôo primárias:
a) FLAP, SLAT E SPOILER,
b) AILERON, LEME E FLAP,
c) PROFUNDOR, AILERON E LEME,
d) PROFUNDOR, COMPENSADOR E FLAP.

102 – Denomina-se taxa de compressão de um motor térmico, a relação entre o volume total do:
a) cilindro e da cilindrada,
b) carter e o total do motor,
c) cilindro e o curso do pistão,
d) cilindro e o volume da câmara de combustão.

103 – Um gerador converte energia:
a) mecânica em elétrica,
b) elétrica em mecânica,
c) elétrica em calorífica,
d) mecânica em calorífica.

104 – O instrumento que marca a quantidade de combustível no tanque, chama-se:
a) PRIMER,
b) Seletora,
c) Fluxômetro,
d) Liquidometro.

105 – O rendimento mecânico não pode ser:
a) nulo,
b) igual a 1,
c) maior que 1,
d) menor que 1.

106 – A média do consumo do motor de um avião, que leva em consideração a potência desenvolvida, é denominada de consumo:
a) horário,
b) unitário,
c) relativo,
d) específico.

107 – Os elementos necessários à combustão são:
a) papel, fonte de temperatura e nitrogênio,
b) combustível, oxigênio e temperatura acima de 100o C,
c) vapor de combustível, comburente e temperatura de ignição,
d) temperatura de volatilização, oxigênio do ar e vapor de combustível.

108 – A ação de puxar o manche para trás provoca uma reação que:
a) baixa o aileron direito,
b) levanta o aileron direito,
c) baixa o leme de profundidade,
d) levanta o leme de profundidade.

109- O elemento estrutural principal de uma asa chama-se:
a) estatais,
b) longarinas,
c) nervuras principais,
d) montantes auxiliares.

110 – O sistema de biela mestra articuladas é usado nos motores do tipo:
a) radial,
b) cilindros opostos,
c) cilindros em linha,
d) cilindros invertidos.

111 – O sistema de lubrificação usados nos motores aéreos é, geralmente, do tipo:
a) misto,
b) pressão,
c) imersão,
d) salpique.

112 – Os componentes das aeronaves sofrem substituições periódicas que tem como base o número de:
a) quilômetros voados,
b) horas voadas,
c) vôos cancelados,
d) decolagens efetuadas.

113 – O esforço que atua numa corda esticada chama-se:
a) tração,
b) cisalhamento,
c) compressão,
d) tensão.

114 – A finalidade dos aerofólios nos aviões é a de produzir:
a) peso,
b) apenas arrasto,
c) inclinação da aeronave,
d) reações aerodinâmicas úteis.

115 – Nos motores turbocomprimidos, o compressor centrífugo é acionado:
a) pelo motor,
b) eletricamente,
c) pelo ar de impacto,
d) pelos gases de escapamento.

116 – Os tipos de motopropulsores que podem equipar os helicópteros são:
a) motor a pistão e combustão externa,
b) motor convencional e motor turboeixo,
c) motor a pistão e motor a combustão interna,
d) motor a combustão interna e motor elétrico.

117 – Se durante a partida do motor NÃO houver marcação no manômetro de óleo, é necessário:
a) cortar o motor,
b) acelerara o motor,
c) esperara a indicação,
d) verificar o termômetro.

118 – Os fluidos usados para fins hidráulicos devem desempenhar as seguintes funções:
a) serem altamente viscosos e transmitir força,
b) serem de baixa viscosidade e transmitir força,
c) serem de viscosidade correta e multiplicar força,
d) transmitir força e lubrificar as superfícies atritantes.

119 – O número de fases de um motor térmico é de:
a) duas,
b) seis,
c) oito,
d) quatro.

120- Após o motor estar completamente parado a chave de ignição deve ficar na posição:
a) ON,
b) OFF,
c) LEFT,
d) RIGHT.

121 – No único tempo produtivo nos motores de quatro tempos ocorre as seguintes fases:
a) ignição e escapamento,
b) admissão e compressão,
c) ignição, combustão e expansão,
d) combustão, expansão e escapamento.

122 – A seqüência correta de um motor a jato é:
a) turbina, câmara de combustão, duto de admissão, compressor e bocal propulsor,
b) duto de admissão, compressor, câmara de combustão, turbina e bocal propulsor,
c) duto de admissão, câmara de combustão, bocal propulsor, turbina e compressor,
d) duto de admissão, câmara de combustão, compressor, bocal propulsor e turbina.

123 – O índice de octanas de uma gasolina é o/a:
a) pureza da gasolina,
b) valor anti-detonante da gasolina,
c) percentagem de heptano em 100% de octana,
d) percentagem de CTE ( chumbo tetra-etílico).

124 – A lubrificação:
a) reduz o atrito,
b) elimina o atrito,
c) elimina as folgas,
d) aumenta o rendimento.

125 – A principal função do óleo nos motores térmicos é:
a) combustão,
b) lubrificação,
c) refrigeração,
d) descarbonização.

126 – A unidade usada para medir a potência elétrica é o :
a) Watt,
b) Volt,
c) Joule,
d) Ampére.

127 – A unidade que regula a quantidade de ar que entra no carburador se denomina:
a) borboleta,
b) tubo de venturi,
c) tubos de impacto na entrada do venturi,
d) tubo de transferência de equalização de ar.

128 – Como se chama a parte superior da asa:
a) bordo,
b) dorso,
c) ponta da asa,
d) ventre da asa.
Sua resposta: c. Alternativa correta: b

129 – A partícula do átomo com carga negativa é o:
a) próton,
b) núcleo,
c) nêutron,
d) elétron.

130 – A volatilidade da gasolina pode ser considerada:
a) alta,
b) baixa,
c) regular,
d) nula.

131 – O óleo com viscosidade saybolt 80 para aviação equivale ao óleo:
a) SAE 20,
b) SAE 30,
c) SAE 40,
d) SAE 50.

132 – Com a finalidade de manter constante a tensão nos diversos equipamentos utiliza-se:
a) solenóide,
b) equalizador de tensão,
c) regulador de voltagem,
d) relé de corrente reversa.

133 – O óleo que sai do radiador tem viscosidade, em relação ao que entra no mesmo:
a) igual,
b) dupla,
c) maior,
d) menor.

134 – O tipo de câmara de combustão mais utilizado em motores aeronáuticos é:
a) plana,
b) cônica,
c) semi-esférica,
d) semi-cilíndrica.

135 – O fluxo de ar na garganta do venturi produz:
a) redução de velocidade,
b) aumento de velocidade,
c) aumento de pressão estática,
d) vácuo.

136 – A posição que a chave dos magnetos deve ser colocada durante o vôo é:
a) off,
b) left,
c) both,
d) right.

137 – O motor a explosão é alimentado com energia térmica que é uma mistura de ar + combustível em dosagem apropriada. Isto é feito por um componente denominado:
a) difusor,
b) dosador,
c) carburador,
d) misturador.

138 – As superfícies de comando nas superfícies primárias, são os:
a) flapes,
b) ailerons,
c) profundores,
d) compensadores.

139 – A maior parte dos disjuntores empregados nos circuitos elétricos do avião é do tipo:
a) mola,
b) pressão,
c) térmico,
d) interruptor.

140 – O gerador responsável pela produção de corrente contínua denomina-se:
a) dínamo,
b) conversor,
c) alternador,
d) retificador.

141 – O funcionamento da bússola é baseado no/na:
a) rotação da terra,
b) eletromagnetismo,
c) magnetismo terrestre,
d) campo elétrico da terra.

142 – Ao retornar do Vôo o piloto reporta uma pane do motor, ao sanar o problema, o mecânico realizou uma inspeção:
a) diária,
b) corretiva,
c) periódica,
d) preventiva.

143 – A centelha elétrica que inflama a carga combustível comprimida na câmara de combustão, salta entre:
a) os eletrodos massas,
b) o eletrodo massa e o central,
c) o eletrodo central e o pistão,
d) o isolante da vela e o eletrodo central.

144) Para facilitar a identificação dos perfis e ângulos das pás, a hélice é dividida em:
a) Perfis
b) Estações
c) Seções
d) Posições

145) Os bordos de ataque e as pontas da hélice de madeira são protegidos por laminas de:
a) Plástico
b) Contraplacado
c) Tecido
d) Metal

146) Aumentando o ângulo da pa teremos:
a) Aumento da eficiência
b) Aumento de passo
c) Aumento de potencia
d) Redução da torção da pa

147) Quando a helice da uma volta completa ela devera avançar teoricamente uma distancia chamada:
a) passo geometrico
b) recuo
c) passo efetivo
d) Passo real

148) O dispositivo que permite a passagem de corrente num so sentido é o:
a) Diodo
b) Disjuntor
c) Fusivel
d) Rele

149) O dispositivo que transforma energia mecânica em alternada chama-se:
a) Inversor
b) Retificador
c) Comutador
d) Transformador

150) Ligando-se um dínamo de 20 V com outro de 30 V em serie, podemos ter uma voltagem total de:
a) 20V
b) 30V
c) 25V
d) 50V

Prova de Regulamento de Tráfego Aéreo: Simulado banca ANAC PP

01 – No item 215 do plano de vôo, o valor declarado como velocidade de cruzeiro refere-se a velocidade:
a) no solo,
b) indicada,
c) calibrada,
d) aerodinâmica.

02 – O serviço de controle de área será prestado por:
a) controle de aproximação (APP),
b) torre de controle de aeródromo,
c) controle de aproximação (APP) ou por uma TWR a qual tenha sido delegada a atribuição de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço aéreo,
d) centro de controle de área (ACC) ou por uma APP ao qual tenha sido delegada a atribuição de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço aéreo.

03 – Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual o vôo só poderá ser realizado sob condições preestabelecidas:
a) Área reservada,
b) Área restrita,
c) Área perigosa,
d) Área proibida.

04 – A posição vertical de uma aeronave na subida será expressa em _________ até atingir o(a) _________, acima do(a) qual a posição vertical será expressa em ____________.
a) nível, altitude de transição, nível de vôo,
b) nível, nível de transição, altitude,
c) altitude, altitude de transição, nível de vôo,
d) altitude, nível de transição; altitude.

05 – Conjunto de AWYs inferiores ou parte do espaço aéreo definida como tal, de responsabilidade de um ACC:
a) ATZ,
b) CTR,
c) CTA,
d) TMA.

06 – A altitude oficial de um aeródromo ou de um ponto, indicada por um altímetro ajustado para a pressão local, é designada pelo código:
a) QFF,
b) QFE,
c) QNE,
d) QNH.

07 – A largura máxima de uma aerovia inferior, entre dois auxílios à navegação distantes 120 NM entre si é de:

a) 4 NM, b) 8 NM, c) 11 NM, d) 16 NM.

08 – Os vôos VFR, quando realizados _________ de altura, o farão em um nível constante da tabelas de níveis de cruzeiro, compatível com o rumo magnético.
a) abaixo de 1500 ft,
b) abaixo de 3000 ft,
c) acima de 3000 ft,
d) abaixo de 5000 ft.

09 – O espaço aéreo que compreende as aerovias superiores e outras porções do espaço aéreo superior, assim definidas, recebe o nome de:
a) área de controle (CTA),
b) área de controle terminal (TMA),
c) área superior de controle (UTA),
d) região superior de informação de vôo (UIR).

10 – Não havendo circuito especial publicado e não sendo recebida nenhuma instrução especificada da torre, uma ACFT executando o circuito para pouso, ao fim da perna contra o vento deverá:
a) curvar a direita e alinhar-se com a RWY,
b) curvar a esquerda e alinhar-se com a RWY,
c) voar transversalmente ao eixo da RWY, cruzando o segmento de decolagem,
d) voar transversalmente ao eixo da RWY, cruzando o segmento de aproximação.

11 – O plano de vôo é válido até ….. minutos além da hora estimada de calços fora.
a) 15,
b) 30,
c) 45,
d) 60.

12 – A separação vertical em rota é obtida exigindo-se que as aeronaves voem nos seus respectivos níveis e ajustados os altímetros com os valores referentes ao:
a) QFF,
b) QNE,
c) QFE,
d) QNH.

13 – Código não discreto reservado para situações de falha de comunicação:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

14 – Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi das aeronaves, excluídos os pátios.

a) área de movimento,
b) área de pouso,
c) área de circulação,
d) área de manobras.

15 – Para realizar vôo VFR acima de 3000 FT em relação ao solo ou água, deverá ser selecionado um nível de vôo apropriado:
a) até o FL 155,
b) até o FL 195,
c) entre os FL 035 e 145,
d) entre os FL 035 e 195.

16 – O local no aeródromo, onde podem ser obtidas informações relativas ao serviço de tráfego aéreo, estará sinalizado com um/uma:
a) cruz branca e dupla,
b) seta pintada em cor destacada,
c) letra C de cor negra em fundo amarelo,
d) quadrado amarelo com diagonais vermelhas.

17 – Uma pista que tenha as cabeceiras orientadas nos rumos magnéticos 076o e 256o, será identificada como:
a) 07/25,
b) 07/26,
c) 08/25,
d) 08/26.

18 – A separação vertical mínima entre aeronaves sob o controle do ACC abaixo do FL 290 é de:
a) 2000 ft,
b) 1000 ft,
c) 500 ft,
d) 4000 ft.

19 – Independente de solicitação do controlador, o piloto deverá desligar o equipamento transponder:
a) na reta final,
b) logo após o pouso,
c) no pátio de estacionamento,
d) assim que abandone a escuta da TWR.

20- Define-se por aeródromo controlado:
a) aeródromo no qual se presta serviço de tráfego aéreo,
b) aeródromo no qual se presta serviço de controle de área,
c) aeródromo no qual se presta serviço de controle de aeródromo,
d) aeródromo no qual se presta serviço de controle de aproximação.

21 – O código 2000, quando selecionado no transponder, indica que a aeronave:
a) encontra-se em vôo VFR,
b) apresenta falha de comunicações,
c) está sendo objeto de interferência ilícita,
d) ainda NÃO recebeu instruções do órgão ATC.

22 – O serviço de controle de aeródromo é prestado por um/uma:
a) ACC,
b) APP,
c) TWR,
d) AFIS.

23- Manter o fluxo ordenado nas proximidades de um aeródromo e evitar o abalroamento entre aeronaves em vôo, no respectivo circuito de tráfego, são atribuições do/da:
a) ACC,
b) APP,
c) TCR,
d) TWR.

24 – Os níveis de cruzeiro utilizáveis para voar em aerovia ou fora delas:
a) serão sempre calculados pelo piloto,
b) são os constantes da tabela de níveis de cruzeiro,
c) constam das cartas de rota,
d) constam das cartas de área.

25 – O único espaço em que o piloto em comando de aeronave em vôo VFR não é responsável pela separação com as demais aeronaves é o:
a) A,
b) B,
c) C,
d) D.

26 – O limite vertical inferior do espaço aéreo superior é o:
a) FL 145 exclusive,
b) FL 145 inclusive,
c) FL 245 exclusive,
d) FL 245 inclusive.

27 – O Espaço Aéreo INFERIOR começa no ____________ e termina no _________________.
a) solo ou água, FL 245 exclusive,
b) FL 245 exclusive, ilimitado,
c) solo ou água, FL 245 inclusive,
d) FL 245 inclusive; ilimitado.

28 – Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite superior especificado, de responsabilidade de um APP:
a) ATZ,
b) CTR,
c) CTA,
d) TMA.

29 – A situação em que uma aeronave e seus ocupantes estão ameaçados de grave e iminente perigo, necessitando de assistência, caracteriza a fase de:
a) alerta,
b) perigo,
c) incerteza,
d) apreensão.

30 – O sinal de luz branca intermitente emitido por uma TWR para uma aeronave no solo significa:
a) livre táxi,
b) mantenha posição,
c) afaste-se da pista,
d) regresse ao estacionamento.

31 – Vôos acima da altitude de transição serão conduzidos em:
a) altitude,
b) nível,
c) nível de vôo,
d) altura.

32 – Estabeleça a correlação: APP(1), TWR(2), ACC(3) para ATZ( ), CTA e UTA( ), CTR e TMA( ):
a) 1, 2, 3,
b) 1, 3, 2,
c) 2, 1, 3,
d) 2; 3; 1.

33 – Os mínimos meteorológicos em aeródromo exigidos para o vôo VFR especial são:
a) visibilidade de 5000 m, teto de 1500 ft,
b) visibilidade de 3000 m, teto de 1500 ft,
c) visibilidade de 3000 m, teto de 1000 ft,
d) visibilidade de 5000 m; teto de 1000 ft.

34 – Notificação padronizada, transmitida pela ACFT em vôo ao órgão ATS, destinada a fornecer elementos essenciais à segurança do tráfego aéreo:
a) AIREP,
b) reporte de posição,
c) aeronotificação,
d) mensagem de posição.

35 – A autonomia mínima para uma aeronave voar VFR entre SBSP/SBRJ, alternando SBVT, sabendo-se que o tempo de vôo até o destino é de 0130H e para a alternativa é de 0150 H, será de:
a) 0350 H,
b) 0359 H,
c) 0405 H,
d) 0425 H.

36 – Em um circuito de tráfego padrão, a trajetória de vôo perpendicular a pista, compreendida entre a perna do vento e a reta final, é denominada:
a) curva base,
b) perna base,
c) perna de través,
d) curva de aproximação.

37 – Nível mantido durante uma etapa considerável do vôo:
a) nível de vôo,
b) altitude de vôo,
c) nível de cruzeiro,
d) altitude de cruzeiro.

38 – A fraseologia padrão tem como finalidade:
a) proporcionar mensagens,
b) proporcionar autorizações,
c) reduzir o ruído das transmissões,
d) reduzir ao mínimo o tempo de transmissão das mensagens.

39 – As condições meteorológicas de vôo visual são representadas pela abreviatura:
a) CMV,
b) VMC,
c) VFR,
d) VHF.

40 – O altímetro de pressão, calibrado de acordo com a atmosfera padrão, quando ajustado em 1013.2 hPa, indicará:
a) altura,
b) altitude,
c) nível de vôo,
d) nível de transição.

41 – Área homologada ou registrada, ao nível do solo, elevada, flutuante ou na água, utilizada para pousos e decolagens de helicópteros:
a) heliódromo,
b) heliporto,
c) heliponto,
d) flutuódromo.

42 – Uma ACFT com peso máximo de decolagem de 7000kg (15000 libras) ou menos é de categoria:
a) média,
b) pesada,
c) leve,
d) pesada ou média.

43 – O APP tem a atribuição de emitir autorizações de tráfego às aeronaves que estejam voando ou que se proponham a voar em:
a) ATZ ou CTR,
b) CTA ou UTA,
c) ATZ,
d) TMA ou CTR.

44 – Hora após a qual a autorização será automaticamente cancelada, se o vôo não tiver sido iniciado:
a) limite de autorização,
b) hora limite,
c) autorização limite,
d) hora limite de autorização.

45 – O vôo VFR especial NÃO é autorizado:
a) dentro de ATAZ ou CTR,
b) dentro de ATZ ou TMA,
c) para aeronaves sem rádio,
d) para aeronaves monomotoras.

46 – Código não discreto reservado para situações de apoderamento ilícito (interferência ilícita):
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

47 – O sinal de luz vermelha contínua emitido por uma TWR a uma aeronave em vôo, significa:
a) aeródromo interditado,
b) regresse e pouse neste aeródromo,
c) aeródromo impraticável. Dirija-se a outro aeródromo,
d) dê passagem a outra aeronave. Continue no circuito.

48 – Se uma autorização emitida pelo órgão ATC não for conveniente:
a) deverá ser cumprida assim mesmo,
b) deverá ser contestado de imediato na fonia,
c) o piloto deverá fazer constar no livro de bordo,
d) o piloto poderá solicitar uma nova autorização.

49 – As três categorias de aeronaves, seguindo a esteira de turbulência são:
a) P, M e L,
b) R, M e L,
c) H, M e R,
d) H, M e L.

50 – Para realização dos vôos VFR nos espaços aéreos classe ___, ___ e ___, as aeronaves devem dispor de rádio para comunicação com o órgão ATC apropriado.
a) C, D, E,
b) A, B, C,
c) B, C, D,
d) E; F; G.

51 – O aviso que contém informações relativas ao estabelecimento, condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica tem como sigla:
a) AFIS,
b) AIREP,
c) NOTAM,
d) NOTIF.

52 – Independentemente do posicionamento relativo em que se encontrem, estando aproximadamente no mesmo nível, as aeronaves propulsadas mecanicamente:
a) terão direito de passagem sobre as demais,
b) terão direito de passagem sobre os balões,
c) terão direito de passagem sobre planadores,
d) cederão passagem às que rebocam aeronaves e objetos.

53 – A separação vertical mínima entre aeronaves sob controle do APP é de:
a) 1000 FT,
b) 2000 FT,
c) 4000 FT,
d) 500 FT.

54 – Os serviços de __________________ serão proporcionados em todas as FIR sob jurisdição do Brasil.
a) controle de tráfego e de alerta,
b) controle de tráfego e de informação de vôo,
c) assessoramento e de alerta,
d) informação de vôo e de alerta.

55 – A letra C negra colocada verticalmente sobre um fundo amarelo indica:
a) sala AIS,
b) torre de controle,
c) centro de controle,
d) serviço de meteorologia.

56 – O circuito de tráfego para aeronaves a hélice é efetuado a:
a) 1000 FT de altura,
b) 1500 FT de altura,
c) 1000 FT de altitude,
d) 1500 FT de altitude.

57 – Abaixo do FL 100, a velocidade indicada para aeronaves em vôo VFR, em todas as classes de espaço aéreo, exceto o B, será:
a) superior a 380 Kt,
b) inferior a 380 Kt,
c) superior a 250 Kt,
d) inferior a 250 Kt.

58 – A aplicação dos mínimos de separação da esteira de turbulência é estabelecida com a finalidade de:
a) garantir a separação horizontal,
b) reduzir a distância entre as ACFT,
c) reduzir a separação entre as ACFT,
d) reduzir os possíveis perigos dessa esteira.

59 – O controlador é responsável pela navegação da aeronave. O serviço oferecido é:
a) Vetoração,
b) Assessoramento,
c) Observação,
d) Vigilância.

60 – Estabeleça a ordem em que os itens da mensagem de posição são transmitidos ao órgão ATS: ( 1 ) posição, ( 2 ) nível de vôo ou altitude, ( 3 ) próxima posição e hora de sobrevôo, ( 4 ) identificação da aeronave e ( 5 ) hora:
a) 4, 2, 5, 1, 3,
b) 2, 4, 3, 1, 5,
c) 1, 4, 5, 2, 3,
d) 2, 4, 5, 1, 3.

61 – O procedimento a ser executado, quando duas aeronaves se aproximam de frente e haja perigo de colisão é:
a) a menos veloz fazer curva para a direita,
b) a mais veloz fazer curva para a esquerda,
c) ambas alterarem seus rumos para a direita,
d) ambas alterarem seus rumos para a esquerda.

62 – Aeronave mais pesada que o ar, propulsada mecanicamente, que deve sua sustentação em vôo principalmente às reações aerodinâmicas exercidas sobre superfícies que permanecem fixas em determinadas condições de vôo:
a) dirigível,
b) aeronave,
c) aeroplano,
d) balão.

63 – Aeroporto utilizado por aeronaves civis, nacionais ou estrangeiras, como primeiro pouso ou última decolagem no território nacional:
a) aeroporto de última decolagem,
b) aeroporto doméstico,
c) aeroporto internacional,
d) aeroporto de último pouso.

64 – É compulsória a apresentação do plano de vôo VFR:
a) sempre que for solicitado,
b) antes de realizar o vôo na ATZ,
c) sempre que partir de local desprovido de órgão ATS,
d) sempre que pretenda voar através de fronteiras internacionais.

65 – A responsabilidade de certificar-se das condições operacionais dos auxílios à navegação e luminosos, dos AD envolvidos na operação pretendida, é do/da:
a) piloto em comando,
b) administrador do AD de partida,
c) torre de controle do AD de partida,
d) centro de controle de aérea envolvido.

66 – Vôo em rota é todo aquele realizado além dos limites da _____, _____ ou _____ou, na inexistência desses espaços aéreos controlados, o realizado além de _____ de raio em relação ao aeródromo de partida.
a) CTR, TMA, CTA, 27 NM,
b) ATZ, CTR, TMA, 27 NM,
c) CTR, TMA, CTA, 50 KM,
d) ATZ; CTR; TMA; 50 NM.

67 – O espaço aéreo controlado, que se estende do solo até um limite superior especificado, é a definição de:
a) zona de controle (CTR),
b) área de controle (CTA),
c) área de controle terminal (TMA),
d) zona de controle de aeródromo (ATZ).

68 – Distância vertical de um nível ou ponto até o nível médio do mar:
a) altitude,
b) nível,
c) altura,
d) nível de vôo.

69 – A distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o nível médio do mar é a definição de:
a) altura,
b) altitude,
c) desnível,
d) elevação.

70 – Somente vôos IFR são permitidos; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si. Nós estamos nos referindo ao espaço classe:
a) A,
b) B,
c) C,
d) D.

71 – Quando o órgão ATS prestar somente o serviço de informação de vôo e de alerta, qualquer decisão relativa as alterações no plano de vôo competirá ao:
a) piloto da aeronave,
b) explorador da aeronave,
c) centro de controle de área,
d) órgão de informação de vôo.

72 – Estando prestes a entrar na TMA ou CTR, caso não consigam estabelecer contato com o APP, as aeronaves em vôo IFR ou VFR deverão chamar um dos seguintes órgãos, por ordem de prioridade: ( 1 ) ACC, caso esteja localizado naquela TMA, ( 2 ) TWR do aeródromo principal e ( 3 ) outra TWR dentro da TMA:

a) 3, 2, 1, b) 3, 1, 2, c) 1, 2, 3, d) 2, 1, 3.

73 – O FL máximo permitido para o vôo VFR é:
a) 195,
b) 150,
c) 245,
d) 145.

74 – Quando o aeródromo público é dotado de instalações e facilidades para apoio de operações e serviço de embarque e desembarque de pessoas e cargas, diz-se que é um:
a) aeroporto,
b) aeródromo federal,
c) aeroporto estadual,
d) aeródromo aduaneiro.

75 – A publicação que contém informações aeronáuticas indispensáveis à navegação aérea tem como sigla:
a) AIP,
b) AIS,
c) CBA,
d) NAV.

76 – A permissão para pouso, dada pelo operador da TWR, consiste em um sinal de luz:
a) verde contínuo,
b) vermelha contínuo,
c) verde intermitente,
d) vermelha intermitente.

77 – O piloto de uma aeronave poderá usar a pista que mais lhe convir, desde que o vento na superfície seja de velocidade igual ou inferior a:
a) 05 kt,
b) 06 kt,
c) 09 kt,
d) 10 kt.

78 – É todo tráfego em vôo nas proximidades do aeródromo, que possa constituir perigo para as aeronaves consideradas.
a) tráfego perigoso,
b) tráfego essencial,
c) tráfego de risco,
d) tráfego essencial local.

79 – Quando as condições de tráfego permitirem vôo VFR especiais poderão ser autorizados pelo/ pela ….. sujeitos às seguintes condições:
a) APP – somente no período diurno,
b) APP – se o vôo for realizado fora da TMA,
c) TWR – se as condições meteorológicas assim o exigirem,
d) ACC – serão mantidas as separações entre os vôo IFR e VFR especiais.

80- As aerovias superiores entre dois auxílios rádio, distantes entre si de até 108 NM, terão a largura de:
a) 11 NM,
b) 43 NM,
c) 54 NM,
d) 21,5 NM.

81 – Duas pistas distintas, que sejam orientadas nos rumos 154o e 235o magnéticos, respectivamente, serão identificadas como:
a) 15 e 23,
b) 15 e 24,
c) 16 e 23,
d) 16 e 24.

82 – O nível que pode ser selecionado para a realização de um vôo VFR em rota, no rumo magnético 180o é o:
a) FL 050,
b) FL 055,
c) FL 060,
d) FL 065.

83 – Ao entrar em TMA, com plano de vôo VFR e não conseguir contato rádio com o APP, a aeronave deverá chamar, como primeira opção, o/a:
a) ACC,
b) AFIS,
c) Controle de solo,
d) TWR do aeródromo principal.

84 – Para que uma ACFT seja detectada por um radar secundar, a mesma deverá estar equipada com um:
a) ADF,
b) VOR,
c) NDB,
d) Transponder.

85 – O ESPAÇO AÉREO SUPERIOR começa no ____________ e termina no _________________.
a) solo ou água, FL 245,
b) FL 245 exclusive, ilimitado,+,
c) solo ou água, FL 245 inclusive,
d) FL 245 inclusive; ilimitado.

86 – Na seqüência de decolagem, a aeronave que terá prioridade sobre os demais, dentre as alternativas citadas, será aquela que estiver:
a) em operação SAR,
b) em operação militar, missão de guerra,
c) conduzindo o Presidente da República,
d) transportando enfermo ou ferido grave.

87- O ato de responsabilidade do piloto em comando que consiste em conhecer todas as informações relativas à operação pretendida chama-se:
a) plano de vôo,
b) notificação de vôo,
c) planilha de vôo,
d) planejamento de vôo.

88 – Num aeródromo cuja elevação é de 1000 FT o circuito de tráfego padrão para aeronave à hélice será executado a uma altitude de:
a) 1500 FT,
b) 2000 FT,
c) 2500 FT,
d) 3000 FT.

89 – São permitidos vôos IFR e VFR, todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si. Nos referimos ao espaço classe:
a) A,
b) B,+,
c) C,
d) D.

90 – Tem autoridade decisória sobre tudo que se relacione com a aeronave:
a) tripulação,
b) comissário de bordo,
c) piloto em comando,
d) co-piloto em comando.

91 – Os vôos VFR especiais com pouso no aeródromo de partida terão como limite máximo o(a):
a) CTA,
b) ATZ,
c) TMA,
d) CTR.

92 – Código não discreto reservado para situações de emergência:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

93 – O serviço de informação de vôo de aeródromo será proporcionado a todo tráfego na área de movimento e às aeronaves em vôo no espaço aéreo inferior, num raio de:
a) 5KM,
b) 15 KM,
c) 25 KM,
d) 50 KM.

94 – Quando o transponder de uma aeronave deixar de apresentar o sinal de resposta desejado:
a) O piloto, por iniciativa própria, verificará o seu transponder,
b) O controlador solicitará que o piloto proceda a uma verificação no seu transponder,
c) O controlador comunicará o fato ao explorador da aeronave para as providências necessárias,
d) O piloto, como representante do explorador, providenciará a sua manutenção.

95 – A separação mínima vertical de qualquer formação meteorológica durante um vôo VFR deve ser de:
a) 150 metros,
b) 300 metros,
c) 500 metros,
d) 1000 metros.

96 – A operação de aeronaves quando em vôo deve obedecer às:
a) regras de vôo por instrumentos ou VMC,
b) regras de vôo visual ou IMC,
c) regras de vôo visual ou por instrumentos,
d) regras VMC e IMC.

97 – Quais os tipos de serviço radar que um órgão ATC pode proporcionar?
a) vetoração e alerta,
b) informação e alerta,
c) vigilância e vetoração,
d) vigilância e informação.

98 – É proibida a operação de aeronaves sem rádio:
a) exclusivamente nos AD providos de AFIS,
b) exclusivamente nos AD providos deTWR,
c) nos AD providos de AFIS e TWR,
d) em quaisquer Ads.

99 – Dos níveis citados abaixo, identifique o apropriado para voar VFR fora de aerovia no rumo magnético 090o, de acordo com a tabela de níveis:
a) FL 035,
b) FL 040,
c) FL 045,
d) FL 050.

100 – As pistas de pouso são orientadas em graus:
a) magnéticos,
b) ortogonais,
c) verdadeiros,
d) quadrantais.

101 – A hora nos serviços de tráfego aéreo é:
a) LOCAL,
b) UTC,
c) GMT,
d) ZULU.

102 – Uma aeronave evoluindo em área de controle terminal poderá ser autorizada a desenvolver velocidade maior que 250 kt quando estiver, no mínimo, acima do FL:
a) 100,
b) 120,
c) 150,
d) 190.

103 – Ao manter referência com o solo ou água, o piloto não deve deixar que as nuvens obstruam mais _______da área de visão do piloto.
a) de um terço ,
b) da metade,
c) de um quarto,
d) de um oitavo.

104 – É a suspensão das operações de um aeródromo devido operação militar, presidencial ou outro evento sob responsabilidade da autoridade aeronáutica competente:
a) impraticabilidade,
b) interdição,
c) obstrução,
d) suspensão ref. Condições MET.

105 – As operações de pouso ou decolagem, a partir de outro ponto de pista que não seja a cabeceira, considerando a performance da aeronave e o comprimento da pista:
a) não serão autorizadas,
b) poderão ser realizadas por decisão do piloto,
c) não serão permitidas em nenhum aeródromo,
d) poderão ser realizadas por decisão do controlador.

106 – A velocidade de cruzeiro de 220 KM por hora será registrada, no plano de vôo, da seguinte forma:
a) K0220,
b) N0220,
c) M0220,
d) 220KM.

107 – Se as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos forem iguais ou superiores aos valores: teto – 300m e visibilidade 3000m, pode-se afirmar que os/as:
a) aeródromos envolvidos estão fechados,
b) aeródromos estão operando VFR especial,
c) aeródromos estão operando sob regras de vôo visual,
d) aeródromos estão abaixo dos mínimos para operação IFR.

108 – O órgão responsável pela autorização de um vôo VFR especial é o(a):
a) CS,
b) TWR,
c) APP,
d) ACC.

109 – Código não discreto reservado para as situações em que a aeronave ainda não tenha recebido instruções de código transponder específico:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

110 – Os aeródromos civis podem ser:
a) civis e militares,
b) liberados e restritos,
c) públicos e privados,
d) liberados e condicionados.

111 – Um nível de vôo prolongado é conhecido como nível:
a) médio,
b) de vôo,
c) do mar,
d) de cruzeiro.

112 – Área definida sobre a terra ou água, destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves:
a) aeroporto,
b) heliponto,
c) aeródromo,
d) heliporto.

113 – Quando os valores meteorológicos de um aeródromo estiverem abaixo dos níveis exigidos, as operações VFR serão suspensas pelo/pela:
a) ACC,
b) TWR,
c) Órgão AIS do AD,
d) APP – quando houver TMA.

114 – A elevação de um determinado aeródromo é de 3800 pés. Hipoteticamente, uma ACFT a reação está no ponto médio da perna do vento, mantendo a altitude de 5300 pés. Com base no descrito, pode-se afirmar que a ACFT está:
a) acima da altitude correta,
b) abaixo da altitude correta,
c) na posição crítica número 4,
d) na posição crítica número 5.

115 – Num aeródromo cujo comprimento da pista seja de 1600 metros, sem marcas do ponto de espera, as aeronaves deverão aguardar a uma distância mínima da pista em uso de:
a) 20 m,
b) 30 m,
c) 45 m,
d) 50 m.

116 – Em uma pista de comprimento igual a 900 metros, onde as marcas de ponto de espera no táxi sejam inexistentes, as ACFT deverão se manter em relação a RWY a uma distância mínima de:
a) 20 metros,
b) 30 metros,
c) 40 metros,
d) 50 metros.

117 – É a suspensão total ou parcial das operações de um aeródromo devido a fatores de ordem física que afetem a área de manobras:
a) suspensão DCM,
b) interdição,
c) interrupção,
d) impraticabilidade.

118 – Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi das aeronaves, incluindo os pátios de estacionamento.
a) área de movimento,
b) área de pouso,
c) área de táxi,
d) área de manobras.

119 – O procedimento de verificação do transponder será executado:
a) somente por solicitação do controlador,
b) exclusivamente por iniciativa do piloto em comando,
c) quando o modo C não estiver funcionando corretamente,
d) quando o modo D não estiver funcionando corretamente.

120 – O piloto deverá cotejar as ….. ou ….. contidas nas mensagens ATS e emanadas do órgão de controle de tráfego responsável.
a) solicitações, instruções,
b) autorizações, instruções,
c) autorizações, solicitações,
d) instruções; definições.

121 – A aeronave que pousar num aeródromo controlado deverá manter-se na escuta da TWR ou do controle de solo até:
a) livrar a pista de táxi,
b) livrar a pista em uso,
c) a parada total da aeronave,
d) a parada total dos motores.

122 – A designação do espaço aéreo é definida conforme abaixo:
a) superior e inferior,
b) superior, intermediário e inferior,
c) controlado e não controlado,
d) controlado, FIR e condicionado.

123 – No espaço aéreo classe B, a Vi (velocidade indicada) máxima permitida será:
a) 380 Kt,
b) inferior a 380 Kt,
c) 250 Kt,
d) inferior a 250 Kt.

124 – Quando a aeronave não chegar dentro dos 30 minutos após a hora estimada pelo piloto ou calculada pelos órgãos ATS, encontra-se na fase de:
a) alerta,
b) perigo,
c) detresfa,
d) incerteza.

125 – Manobra predeterminada que mantém a aeronave dentro de um espaço aéreo especificado, enquanto aguarda autorização posterior:
a) órbita,
b) espera,
c) holding,
d) circuito de tráfego.

126 – Órgão estabelecido em alguns aeródromos com o objetivo de prestar o serviço de informação prévia ao vôo é o/a:
a) SAC,
b) ACC,
c) SRPV,
d) Sala AIS.

127 – Após o pôr do sol não é permitido o vôo VFR:
a) especial,
b) em AWY,
c) dentro de CTR,
d) dentro de TMA.

128 – Marca eletrônica adicional, impressa no sinal de resposta, que transmite a identificação da aeronave:

a) Código, b) Modo, c) Ident., d) Normal.

129 – A provisão de informações regulares e atualizadas para as aeronaves que chegam ou partem mediante radiodifusões contínuas e repetitivas, é feita através do/da:
a) FIS,
b) ATIS,
c) AIREP,
d) VOLMET.

130 – Um quadrado vermelho com diagonais amarelas, colocado na área de sinalização do aeródromo indica:
a) pouso proibido,
b) decolagem proibida,
c) pista de táxi impraticável,
d) sentido de pouso e decolagem.

131 – Habilitação IFR do piloto e homologação IFR da aeronave são exigências relativas ao vôo VFR:
a) diurno local,
b) noturno local,
c) diurno em rota,
d) noturno em rota.

132 – Ato oficial através do qual o Diretor Geral do DAC autoriza a utilização de um aeródromo público:
a) registro,
b) homologação,
c) habilitação,
d) oficialização.

133 – A letra D numa identificação do espaço aéreo condicionado indica área:
a) restrita,
b) perigosa,
c) proibida,
d) interditada.

134 – Os serviços de controle de tráfego aéreo, de informação de vôo, de alerta e de assessoramento constituem os serviços de tráfego aéreo, designados internacionalmente pela sigla:
a) STA,
b) ATC,
c) SAR,
d) ATS.

135- Os vôos em formação de aeronaves civis devem ser, previamente, autorizados pelo órgão competente do/da:
a) Comando aéreo regional,
b) Administração do aeroporto,
c) Departamento de Aviação Civil,
d) Serviço Regional de Proteção ao Vôo.

136 – Nos espaços aéreos de classe B, C, D e E, a visibilidade no FL 100 ou acima, deverá ser de ____Km.
a) 8,
b) 5,
c) 3,
d) 1.

137 – Uma pista que tenha as cabeceiras orientadas nos rumos 074o e 254o, será identificada como:
a) 07/25,
b) 07/26,
c) 08/25,
d) 08/26.

138 – Uma das limitações para a realização de um vôo VFR é manter velocidade não superior a:
a) 180 KT,
b) 250 KT,
c) 350 KT,
d) 380 KT.

139 – Espaço aéreo no qual são permitidos vôos IFR e VFR, recebendo somente serviço de informação de vôo quando requerido. Nos referimos ao espaço classe:
a) D,
b) E,
c) F,
d) G.

140 – A classificação de emergência da aeronave, em função da sua gravidade, para fins de acionamento dos recursos de salvamento e socorro no aeródromo, será de responsabilidade do/da:
a) piloto em comando,
b) torre de controle,
c) proprietário da aeronave,
d) administrador do aeródromo.

141 – O indicador de localidade abaixo, indica um aeródromo dotado de estação que executa o Serviço Aeronáutico:
a) SBXX,
b) SNXX,
c) SWXX,
d) SSXX.

142 – Área de movimento compreende:
a) área de pouso + pistas de táxi,
b) área de manobras + pistas de táxi,
c) área de pouso + pátios,
d) área de manobras + pátios.

143 – Na partida para um vôo VFR, o piloto em comando da aeronave manterá escuta permanente da TWR:
a) ao iniciar o táxi,
b) quando solicitado pela TWR,
c) após fechar as portas da aeronave,
d) a partir do momento em que acionar os motores.

144 – Emprega o radar para prestar controle de tráfego aéreo, mediante continua observação da apresentação radar:
a) Vetoração,
b) Assessoramento,
c) Observação,
d) Vigilância.

145 – A divisão do espaço aéreo é denominada conforme abaixo:
a) superior e inferior,
b) superior, intermediário e inferior,
c) controlado e não controlado,
d) controlado, FIR e condicionado.

146- Uma aeronave sob VMC, que esteja com falha de comunicação, deverá:
a) manter-se VMC e pousar no aeródromo mais próximo,
b) acautelar-se ao entrar IMC e seguir com cuidado até o destino,
c) prosseguir para o destino, tentando ininterruptamente estabelecer contato com o órgão A TS,
d) manter VMC, pousar no aeródromo mais próximo e informar o pouso ao órgão ATC apropriado, pelo meio mais rápido.

147 – Exceto quando autorizada pelo órgão responsável, nenhuma aeronave evoluindo dentro da área terminal no FL 100 ou abaixo, poderá voar com velocidade indicada superior a:

  1. a)  280 KT,
  2. b)  250 KT,
  3. c)  280 KM,
  4. d)  250 KM.

148 – Os mínimos meteorológicos em aeródromo para vôos VFR são ____ de visibilidade e ______ de teto.
a) 5000 m, 1500 ft,
b) 5000 ft, 1500 m,
c) 3000 m, 1000 ft,
d) 3000 ft; 1000 m.

149 – Independentemente do posicionamento relativo em que se encontrem, estando aproximadamente no mesmo nível, aeronaves mais pesadas que o ar propulsadas mecanicamente cedem passagem :
a) aos dirigíveis, planadores e balões,
b) somente aos balões,
c) somente aos planadores,
d) a quaisquer aeronaves.

150 – No espaço aéreo classe B, no que se refere à separação de nuvens, a aeronave em vôo VFR deverá estar ______ de(as) nuvens.
a) livre,
b) a 1500m verticalmente e 1000ft horizontalmente,
c) a 5000m,
d) a 1000m verticalmente e 1500ft horizontalmente.

151 – O nível apropriado para a realização de um vôo VFR, fora de aerovia no rumo 170o magnéticos, é o FL:
a) 130,
b) 135,
c) 145,
d) 155.

152 – As aeronaves acusarão o recebimento da mensagem ATIS quando:
a) julgarem necessário,
b) for solicitado pelo órgão,
c) entrarem em contato com o ACC,
d) estabelecerem contato com o APP ou TWR.

153 – As aeronaves em vôo VFR não poderão entrar sem autorização em TMA ou CTR de classe:
a) E, F e G,
b) A, B e C,
c) B, C e D,
d) D, E e F.

Prova de Teôria de Vôo: Simulado banca ANAC PP

1- A manutenção do aeroclube executou uma inspeção de pré-vôo pela manhã, antes do primeiro vôo. O comandante da aeronave deverá:
a) apenas fazer constar no Relatório de Vôo tal fato,
b) executar seu próprio pré-vôo,
c) apenas conferir o abastecimento e o peso e balanceamento,
d) efetuar novo pré-vôo, somente após ter sido realizado o primeiro vôo.

2 – A pressão atmosférica é do tipo:
a) estática,
b) dinâmica,
c) invariável,
d) diferencial.

3 – Na atmosfera, um corpo recebe pressão por todos os lados. A pressão atmosférica é uma pressão:
a) estática,
b) dinâmica,
c) de impacto,
d) total.

4 – A pressão dinâmica depende de:
a) peso do fluído e velocidade de escoamento,
b) densidade do fluído e velocidade de escoamento,
c) pequena resistência ao avanço e sustentação,
d) resistência ao avanço e sustentação.

5- Densidade ou massa específica é:
a) a quantidade de matéria por unidade de volume,
b) a quantidade de matéria existente num corpo,
c) o peso de um corpo,
d) o peso por unidade de volume.

6 – Num local de maior densidade atmosférica obtêm-se:
a) menor potência e maior sustentação,
b) menor sustentação e menor potência,
c) maior potência e menor sustentação,
d) maior sustentação e maior potência.

7 – Quando a pressão do ar aumenta a densidade:
a) diminui,
b) aumenta,
c) fica igual,
d) é indiferente.

8 – Quando o ar atmosférico aquece, a densidade:
a) diminui,
b) aumenta,
c) fica igual,
d) é indiferente.

9 – Em uma pista, quanto maior a temperatura:
a) maior tração,
b) maior atrito dos pneus,
c) menor velocidade de estol,
d) maior a corrida de decolagem.

10 – A densidade do ar atmosférico é:
a) diretamente proporcional a pressão e temperatura,
b) inversamente proporcional a pressão e temperatura,
c) diretamente proporcional a pressão e inversamente proporcional a temperatura,
d) inversamente proporcional a pressão e diretamente proporcional a temperatura.

11 – A densidade do ar depende dos seguintes fatores:
a) somente da pressão e temperatura,
b) somente da altitude e da umidade,
c) velocidade e pressão atmosférica,
d) altitude, pressão, temperatura e umidade.

12 – A densidade do ar aumenta com:
a) menor altitude/maior temperatura,
b) menor altitude/menor temperatura,
c) maior altitude/menor temperatura,
d) maior altitude/maior temperatura.

13 – Assinale a afirmativa errada:
a) a temperatura de um fluído é variável,
b) a massa de um corpo é invariável,
c) o peso de um corpo é invariável,
d) o volume de um gás é variável.

14 – O teorema de Bernoulli é aplicado na construção de:
a) tubo de Pitot,
b) tubo de Venturi,
c) velocímetro,
d) altímetro.

15 – Convertendo-se a temperatura de 28o Celsius para a escala Fahrenheit, obtém-se:
a) 32o F,
b) 60o F,
c) 82,4o F,
d) 108,4o F.

16 – Quando o ar escoar uniformemente por um tubo, nós teremos na parte mais estreita desse tubo:
a) maior temperatura,
b) maior pressão estática,
c) menor velocidade do ar,
d) maior pressão dinâmica.

17 – A expressão “força x distância” representa:
a) aceleração,
b) trabalho,
c) peso,
d) energia.

18 – Todo corpo tende a permanecer em estado de repouso (parado ou em movimento retilíneo e uniforme) a menos que uma força externa atue sobre ele. Esta lei de Newton é também conhecida como:
a) ação e reação,
b) inércia,
c) gravitação universal,
d) estabilidade.

19 – A força resultante de todas as componentes paralelas ao deslocamento da aeronave, denomina-se:
a) peso,
b) tração,
c) sustentação,
d) arrasto.

20 – A força ou reação que tende a frear um corpo que se desloca no ar, é a/o:
a) arrasto,
b) tração,
c) peso,
d) torque.

21 – A força aerodinâmica que num aerofólio é perpendicular ao vento relativo (escoamento) é conhecida como:
a) arrasto,
b) resultante aerodinâmica,
c) sustentação,
d) tração.

22 – Todo corpo que se desloca em um fluido, sofre desse meio uma reação que pode ser decomposta em duas componentes, denominadas:
a) ação e reação,
b) peso e vento relativo,
c) tração e gravidade,
d) sustentação e resistência ao avanço.

23 – Para que um corpo se mantenha em movimento com velocidade constante e em linha reta, é preciso que:
a) exista uma força aplicada sobre ele,
b) as forças sobre ele sejam nulas,
c) a resultante das forças que atuam sobre ele seja nula,
d) qualquer das alternativas anteriores.

24 – Assinale a resposta errada. “A força de arrasto é diretamente proporcional:
a) à densidade do ar,
b) ã velocidade de deslocamento,
c) à área ou superfície do corpo,
d) ao coeficiente de arrasto.

25 – Sobre a força de sustentação num aerofólio, podemos afirmar que:
a) ela será sempre positiva,
b) é uma componente do peso do helicóptero,
c) será sempre perpendicular ao vento relativo,
d) será sempre contrária ao peso e vertical.

26 – A resultante aerodinâmica é imaginariamente dividida em duas forças chamadas sustentação (L) e arrasto (D). É correto afirmar que:
a) o arrasto pode ser positivo, negativo ou nulo,
b) a sustentação não pode ter valores negativos,
c) a sustentação é a componente vertical da resultante aerodinâmica,
d) a tração é a resultante de todas as componentes paralelas ao deslocamento.

27 – O vento aparente que sopra sobre um corpo em movimento na atmosfera, na mesma direção e sentido contrário ao seu movimento, denomina-se vento:
a) paralelo,
b) relativo,
c) contrário,
d) magnético.

28 – Um automóvel trafega a 80 km/h. Se o vento soprar no sentido contrário a 20 km/h, a velocidade do automóvel em relação ao ar será de:
a) 60 km/h,
b) 100 km/h,
c) 80 km/h,
d) 82,4km/h.

29 – O ponto em torno do qual um corpo está estaticamente equilibrado é denominado:
a) centro de pressão (CP),
b) centro de gravidade (CG),
c) ponto de tração (PT),
d) coeficiente de sustentação (CL).

30- É estável uma aeronave que possui:
a) CG a frente, área a frente do CG maior e diedro positivo,
b) CG a frente, área superior ao CG maior e diedro positivo,
c) CG a frente, área inferior ao CG maior e enflechamento positivo,
d) CG atrás e área superior maior ao CG e enflechamento positivo.

31 – Se o CG de uma ACFT, após o balanceamento ficar a frente do limite dianteiro, durante o vôo ocorrerá um/uma:
a) aumento de arrasto,
b) diminuição dos esforços do piloto,
c) aumento na controlabilidade da ACFT,
d) diminuição no consumo de combustível.

32 – O centro de pressão é o ponto de aplicação do/da:
a) peso,
b) sustentação,
c) arrasto total,
d) força centrífuga.

33 – O ponto de aplicação do peso em uma aeronave, denomina-se centro de:
a) tração,
b) pressão,
c) gravidade,
d) estabilidade.

34 – Uma aeronave tem três eixos, em torno dos quais executa seus movimentos. O ponto de cruzamento desses eixos é o centro de:
a) pressão,
b) gravidade,
c) movimento,
d) aerodinâmica.

35 – O movimento de uma aeronave em torno do seu eixo transversal, é denominado:
a) rolagem,
b) arfagem,
c) bancagem,
d) guinada.

36 – Quando se leva o comando dos ailerons para a esquerda, o/os:
a) movimento de arfagem é iniciado,
b) compensadores são levados para a posição neutra,
c) aileron esquerdo é baixado e o direito levantado,
d) aileron direito é baixado e o esquerdo levantado.

37 – A superfície aerodinâmica é aquela que ao se deslocar através do ar produz:
a) somente sustentação,
b) grande resistência ao avanço,
c) pequena resistência ao avanço,
d) resistência ao avanço e sustentação.

38 – Uma superfície aerodinâmica produz SEMPRE:
a) pouco força útil ao vôo,
b) muita força útil ao vôo,
c) grande resistência ao avanço,
d) pequena resistência ao avanço.

39 – Num perfil aerodinâmico, o ponto de intercessão da resultante aerodinâmica com a linha da corda recebe o nome de:
a) centro de gravidade (CG),
b) centro de pressão (CP),
c) ponto da pá,
d) ponto do helicóptero.

40 – As condições meteorológicas ideais para um maior rendimento de um aerofólio são:
a) ar frio e úmido,
b) ar frio e seco,
c) ar quente e seco,
d) ar quente e úmido.

41 – Define-se espessura de um aerofólio como sendo:
a) o desvio entre a linha média e a corda do perfil,
b) o ponto em que a curvatura atinge seu máximo,
c) a distância entre a corda e pontos do intradorso e extradorso,
d) a maior distância entre a cambra superior e cambra inferior.

42 – Num aerofólio, uma força aerodinâmica que tem a mesma direção e sentido que o vento relativo, é denominada:
a) arrasto,
b) sustentação,
c) tração,
d) resultante aerodinâmica.

43 – Nos perfis assimétricos, o ângulo de sustentação nula é:
a) zero,
b) negativo,
c) positivo,
d) maior que l.

44 – Nos perfis simétricos, o ângulo de sustentação nula é:
a) zero,
b) positivo,
c) negativo,
d) maior que um.

45 – Num aerofólio de perfil assimétrico, teremos sustentação nula com um ângulo de ataque de:
a) 0o,
b) 45o,
c) 60o,
d) 90o.

46- Num perfil assimétrico o aumento do ângulo de ataque desloca o centro de pressão para:
a) frente,
b) trás,
c) cima,
d) o lado.

47 – A eficácia de um perfil é a razão entre:
a) o coeficiente de arrasto e o coeficiente de sustentação,
b) o coeficiente de sustentação e o coeficiente de arrasto,
c) a resultante aerodinâmica e a sustentação,
d) a resultante aerodinâmica e a tração.

48 – Um aerofólio de perfil simétrico não produzirá sustentação quando:
a) o ângulo de ataque for positivo,
b) o ângulo de incidência for positivo,
c) o ângulo de ataque for zero (nulo),
d) a velocidade do vento relativo for inferior a 10 nós (Kt).

49 – O tipo de perfil em que o centro de pressão é considerado invariável com a mudança do ângulo de ataque, é denominado:
a) axial,
b) coaxial,
c) simétrico,
d) assimétrico.

50 – O estol é definido como sendo o ponto onde os filetes de ar sofrem um(a):
a) aumento de velocidade,
b) diminuição de velocidade,
c) deslocamento do aerofólio,
d) acréscimo do atrito com o aerofólio.

51 – Quando se aumenta o ângulo de ataque num perfil assimétrico a resultante aerodinâmica:
a) é inversamente proporcional ao ângulo de ataque,
b) mantém-se numa posição fixa sobre a corda média aerodinâmica,
c) passa através da corda média em posições variáveis em direção ao bordo de ataque,
d) passa através da corda média em posições variáveis em direção ao bordo de fuga.

52 – Quando um aerofólio atinge o ângulo de ataque crítico, tem-se:
a) CL máximo e CD mínimo,
b) CL mínimo e CL alto,
c) CL máximo e CD alto,
d) CL mínimo e CD mínimo.

53 – O coeficiente de sustentação de um aerofólio atinge seu valor máximo no ângulo:
a) mínimo,
b) de estol ou crítico,
c) de maior rendimento (ótimo),
d) de arrasto mínimo.

54 – Valores de CL negativos relacionam-se com ângulos de ataque próprios para vôos:
a) de dorso,
b) em altas velocidade,
c) em cabradas violentas,
d) em velocidades médias.

55 – A especificação NACA-0012, indica que no aerofólio:
a) o perfil é simétrico, indicado pelo “00”,
b) a razão de fineza está situada a 25% da corda média,
c) o 12 indica a espessura ( razão de fineza), em porcentagem da corda,
d) todas as alternativas anteriores são corretas.

56 – A corda média do perfil de um aerofólio é uma linha imaginária que:
a) une a raiz à ponta do aerofólio,
b) une o bordo de ataque ao bordo de fuga,
c) divide o aerofólio exatamente ao meio,
d) une a cambra inferior à cambra superior.

57 – O ângulo de ataque é formado entre o:
a) vento relativo e a corda,
b) eixo longitudinal e a corda da asa,
c) eixo longitudinal e o vento relativo,
d) vento relativo e a direção do arrasto.

58 – O ângulo formado pela corda média do perfil aerodinâmico e o eixo longitudinal da aeronave é denominado ângulo:
a) de ataque,
b) de incidência,
c) diedro,
d) de “enflechamento”.

59 – O ângulo formado entre a corda do perfil e a direção do vento relativo, chama-se ângulo:
a) de ataque,
b) de incidência,
c) de atitude,
d) da trajetória.

60 – A linha imaginária que une o bordo de ataque ao bordo de fuga de um aerofólio é denominada:
a) corda,
b) linha de curvatura média,
c) flecha,
d) ordenada.

61- A linha imaginária de um aerofólio que é eqüidistante da cambra inferior e da cambra superior, é denominada:
a) curvatura,
b) linha de curvatura média,
c) corda,
d) espessura.

62 – A razão entre a envergadura e a corda de um aerofólio é denominada:
a) alongamento,
b) espessura,
c) razão média,
d) comprimento.

63 – O alongamento, ou razão de aspecto, é a razão entre a:
a) envergadura e a área da asa de uma aeronave,
b) envergadura e a corda da asa de uma aeronave,
c) área e a envergadura da asa de uma aeronave,
d) corda média geométrica e a corda média aerodinâmica.

64 – Alongamento de uma asa é a relação entre:
a) envergadura e CMA,
b) envergadura e CMG,
c) CMA e envergadura,
d) CMG e centro de pressão.

65 – O ângulo de incidência é formado entre o:
a) vento relativo e a corda da asa,
b) eixo longitudinal e a corda da asa,
c) eixo longitudinal e o vento relativo,
d) vento relativo e a direção do arrasto.

66 – Para se conhecer o ângulo de ataque é necessário que se leve em consideração o vento relativo e o/a:
a) horizonte,
b) corda do perfil,
c) eixo transversal,
d) eixo longitudinal.

67 – As superfícies de comando que produzem as forças necessárias para controlar o avião, atuam com base no/na:
a) variação do impacto,
b) variação do ângulo de ataque,
c) variação do ângulo de incidência,
d) impacto do ar alterando o plano fixo.

68 – O ângulo de sustentação nula nos aerofólios é conseguido com ângulos de ataque:
a) negativos nos perfis simétricos,
b) iguais a zero nos perfis assimétricos,
c) iguais a zero nos perfis simétricos,
d) positivos em quaisquer perfis, simétricos e assimétricos.

69- A relação entre a sustentação e a resistência ao avanço de um perfil de aerofólio chama- se:
a) coeficiente de sustentação,
b) eficácia do perfil,
c) sustentação do perfil,
d) ângulo crítico.

70 – O estol pode ocorrer:
a) no vôo em turbulência,
b) com o aumento da potência,
c) com o aumento da velocidade,
d) com a redução do ângulo de ataque.

71 – O movimento de uma aeronave em torno do seu eixo transversal, é denominado:
a) rolagem,
b) arfagem,
c) bancagem,
d) guinada.

72 – Quando se leva o comando dos ailerons para a esquerda, o/os:
a) movimento de arfagem é iniciado,
b) compensadores são levados para a posição neutra,
c) aileron esquerdo é baixado e o direito levantado,
d) aileron direito é baixado e o esquerdo levantado.

73 – A superfície dorsal de um aerofólio, por onde os filetes de ar do vento relativo passam com maior velocidade, chama-se:
a) cambra inferior,
b) cambra superior,
c) centro de pressão,
d) corda do aerofólio.

74 – A troca de hélice em uma aeronave modifica a potência:
a) efetiva,
b) nominal,
c) disponível,
d) necessária.

75 – Se aumentarmos o ângulo de ataque além do valor entre o coeficiente de sustentação é máximo, os filetes de ar não mais conseguem acompanhar a curvatura superior do aerofólio e se desprendem da superfície, formando-se turbulento. Tal fenômeno ocorre imediatamente após um ângulo denominado:

a) crítico ou de estol,
b) de sustentação máxima,
c) de perda,
d) qualquer das anteriores.

76 – A hélice de passo ajustável tem SEMPRE bom rendimento:
a) em qualquer situação,
b) numa determinada RPM,
c) na condição para a qual foi ajustada,
d) quando os ajustes ocorrem durante o vôo.

77- O recuo da hélice é traduzido como a diferença entre o/a:
a) passo real e o passo efetivo,
b) passo te ́rico e o passo efetivo,
c) potência útil e potência nominal,
d) potência efetiva e potência nominal.

78 – Dadas duas hélices similares, a de menor passo será ineficiente nas:
a) subidas,
b) decolagens,
c) condições para as quais construída,
d) altas velocidades, em vôos de cruzeiro.

79 – A área plana equivalente produz um arrasto igual ao arrasto:
a) total,
b) da asa,
c) parasita,
d) induzida.

80 – Resistência induzida é provocada:
a) pela fuselagem,
b) pelo perfil da asa,
c) por turbilhonamento na ponta da asa,
d) por toda as partes que NÃO produzem sustentação.

81 – A resistência induzida:
a) NÃO varia com o peso,
b) depende do alongamento,
c) é maior em altas velocidades,
d) é constante em qualquer situação de vôo.

82 – A resistência parasita é aquela produzida:
a) pela asa,
b) todo avião menos a asa,
c) pelo atrito da camada limite,
d) pelo turbilhonamento de ponta de asa.

83 – A resistência induzida é reduzida por um:
a) maior alongamento,
b) menor alongamento,
c) maior ângulo de ataque,
d) menor ângulo de incidência.

84 – O resultado da fricção do ar sobre o aerofólio é denominado arrasto:
a) do perfil,
b) induzido,
c) parasita,
d) total.

85 – Uma chapa plana perpendicular ã direção do vento relativo tem maior resistência ao avanço que uma forma aerodinâmica de igual área frontal, porque:
a) o impacto do ar na chapa é maior,
b) na verdade, a chapa plana possui menor resistência ao avanço,
c) o escoamento do ar é mais turbulento atrás da chapa, formando uma sucção,
d) o afilamento na parte lateral da superfície aerodinâmica corta melhor o ar.

86 – A resistência parasita (arrasto parasita) depende de:
a) densidade do ar e velocidade,
b) densidade do ar e área plana equivalente,
c) densidade do ar, área plana equivalente e velocidade,
d) coeficiente de arrasto, área plana equivalente, densidade e velocidade.

87 – Durante uma subida, o componente do peso é:
a) somado à tração,
b) somado ao arrasto,
c) subtraído do arrasto,
d) somado à sustentação.

88 – No vôo ascendente a sustentação é:
a) menor que o peso,
b) maior que o peso,
c) igual ao peso,
d) não existe relação.

89 – Durante uma decolagem, o vento de proa:
a) diminui a corrida no solo,
b) aumentará a corrida no solo,
c) diminui a velocidade aerodinâmica de decolagem,
d) aumenta a velocidade aerodinâmica de decolagem.

90 – A situação em que se obtém maior sustentação, numa decolagem, é:
a) pressão alta, temperatura alta e ar úmido,
b) pressão alta, temperatura baixa e ar seco,
c) pressão baixa, temperatura alta e ar seco,
d) pressão alta, temperatura baixa e ar úmido.

91 – Durante o pouso, o vento de proa:
a) reduz a corrida no solo,
b) aumenta a corrida no solo,
c) aumenta a razão de descida,
d) diminui o ângulo de descida.

92 – Quando uma aeronave encontra-se em vôo descendente, com um ângulo de ataque de 20o, o vento relativo:
a) é vertical,
b) é horizontal,
c) sobe com um ângulo de 20o,
d) desce com um ângulo de 20o.

93 – Quando aumenta o peso da aeronave, a razão de subida fica:
a) igual,
b) maior,
c) menor,
d) indiferente.

94 – A velocidade da aeronave de maior ângulo de subida, em relação a de maior razão de subida, é:
a) igual,
b) maior,
c) menor,
d) indiferente.

95 – Quando aumenta a área de fuma aeronave, o maior ângulo de subida é:
a) igual,
b) maior,
c) menor,
d) indiferente.

96 – No teto operacional, a aeronave:
a) NÃO sobe mais,
b) sobe com ângulo máximo de 8o,
c) sobe com razão máxima de 100 FT/min,
d) sobe com razão máxima de 500 FT/min.

97 – Uma aeronave está no seu teto prático, quando ainda consegue manter uma razão de subida de:
a) 50 FT/min,
b) 100 FT/min,
c) 150 FT/min,
d) 200 FT/min.

98 – No teto prático (ou de serviço) a R/S ( razão de subida) máxima é igual a:
a) zero,
b) 100 ft/min ( 0,51 m/s),
c) 1500 ft/min,
d) não existe valor definido.

99 – Considerem-se dois aviões iguais com pesos diferentes, numa situação de descida em vôo planado. O que tiver maior peso terá:
a) maior razão de descida,
b) maior ângulo de planeio,
c) menor distância de planeio,
d) menor velocidade de planeio.

100 – Para que uma ACFT possa manter o vôo em curva sem variar a altitude, é necessário:
a) que a sustentação diminua,
b) compensar a força centrípeta,
c) manter a mesma potência do vôo reto e nivelado,
d) que a sustentação seja maior que o peso da ACFT.

101 – Mantendo o mesmo raio, se aumentarmos a velocidade, a inclinação:
a) aumenta,
b) diminui,
c) permanece,
d) é indiferente.

102 – Aumentando-se a inclinação de uma aeronave, durante uma curva, o/a:
a) fator carga diminuirá,
b) força centrípeta será maior,
c) velocidade de estol diminuirá,
d) sustentação deverá ser maior para igualar o peso.

103 – Na curva coordenada:
a) a inclinação é correta,
b) a inclinação é insuficiente,
c) o peso é maior que a sustentação,
d) o arrasto é maior que a sustentação.

104 – Na curva glissada a inclinação:
a) nula,
b) correta,
c) exagerada,
d) insuficiente.

105 – Aumentando-se na inclinação da aeronave na curva, o fator carga:
a) diminuirá,
b) aumentará,
c) cairá a zero,
d) permanecerá o mesmo.

106 – No teto absoluto o raio limite:
a) é nulo,
b) é infinito,
c) depende da inclinação,
d) é definido pela potência disponível.

107 – O raio limite de uma curva aumentará com:
a) aumento do peso,
b) aumento da asa,
c) redução do peso,
d) redução da altitude.

108 – Numa aeronave que possua uma asa de perfil assimétrico e na qual o ângulo de estol seja de 18o, um aumento de ângulo de ataque de 6o para 9o acarretara, num vôo horizontal nivelado, o/a:
a) redução de CL e CD,
b) aumento de CL e CD,
c) aumento de CL e redução de CD,
d) redução de CL e aumento de CD.

109 – Uma bola colocada sobre um mesa plana tem equilíbrio estático do tipo:
a) estável,
b) instável,
c) indiferente,
d) irregular.

110 – Dos fatores abaixo, aqueles que influenciam na estabilidade lateral são:
a) flapes e ailerons,
b) diedro e enflechamento,
c) flapes e efeito de quilha,
d) ailerons e efeito de quilha.

111 – Uma aeronave ao sofrer um desequilíbrio lateral, tende a voltar a posição original porém desequilibra-se cada vez mais. Este tipo de equilíbrio denomina-se:
a) estaticamente instável,
b) dinamicamente instável,
c) estaticamente indiferente,
d) dinamicamente indiferente.

112 – O ponto em torno do qual um corpo está estaticamente equilibrado é denominado:
a) centro de pressão (CP),
b) centro de gravidade (CG),
c) ponto de tração (PT),
d) coeficiente de sustentação (CL).

113 – O efeito quilha influência a estabilidade:
a) vertical e lateral,
b) lateral e direcional,
c) longitudinal e lateral,
d) longitudinal e direcional.

114 – A margem de segurança dos esforços estruturais verticais é de:
a) 25%,
b) 50%,
c) 75%,
d) 100%.

115 – Definimos estabilidade ou equilíbrio de um corpo como sendo:
a) a resposta desse corpo quando perturbado por uma força,
b) a situação do corpo num dado instante,
c) a tendência que os corpos tem de se manter em repouso,
d) o resultado da somatória dos momentos das forças aplicadas ao corpo.

116 – Um avião estaticamente indiferente é aquele que tende a:
a) continuar em equilíbrio,
b) voltar a atitude original,
c) permanece na nova trajetória,
d) aumenta o deslocamento de sua atitude original.

117 – Bancagem é o mesmo que:
a) guinada,
b) arfagem,
c) tangagem,
d) rolamento.

118 – A guinada adversa é causada pelo/pela:
a) efeito quina,
b) ação do diedro,
c) reação do leme de direção,
d) diferença do arrasto dos ailerons.

119 – Durante um vôo em cruzeiro, ao consumir combustível, a aeronave torna-se mais leve. Em conseqüência a velocidade (VA):
a) diminui,
b) aumenta,
c) fica igual,
d) é indiferente.

120 – Um avião entra em estol assimétrico quando se encontra sob a influência de um dos seguintes fatores:
a) curva de pouca inclinação,
b) asas com incidências iguais,
c) derrapagem criada pelo piloto,
d) uso de aileron próximo ao estol.

121 – A velocidade equivalente (EAS) é obtida corrigido-se a velocidade:
a) indicada (IAS) para os erros do instrumento,
b) calibrada (CAS) para os erros do instrumento,
c) calibrada (CAS) para os efeitos de compressibilidade,
d) indicada (IAS) para os erros de compressibilidade.

122 – A velocidade verdadeira ou aerodinâmica (TAS) é obtida corrigindo-se a velocidade equivalente (EAS) para erros de:
a) altitude-densidade,
b) instrumento,
c) compressibilidade,
d) posição ou localização.

123 – A velocidade com a qual se pode voar a maior distância possível com certa quantidade de combustível é denominada velocidade de:
a) máximo alcance,
b) máxima autonomia,
c) cruzeiro,
d) menor regime constante.

124 – Considerando que uma aeronave está mantendo vôo em nível, seu vôo é feito mantendo VI constante se houver aumento na temperatura do ar sua VA:
a) aumenta,
b) diminui,
c) permanece constante,
d) dependerá da pressão atmosférica.

125 – Em um mergulho vertical, a velocidade final, aumenta com ao aumento do/da:
a) peso,
b) CL máximo,
c) área da asa,
d) densidade do ar.

126 – A velocidade indicada de estol varia diretamente com a variação do/da:
a) peso,
b) altitude,
c) peso e altitude,
d) densidade atmosférica.

127 – A potência necessária para deslocar uma aeronave aumenta com a redução do/da:
a) altitude,
b) densidade do ar,
c) peso da aeronave,
d) carga unitária da aeronave.

128 – A medida em que uma aeronave for subindo, a relação entre a potência disponível e a potência necessária, respectivamente:
a) diminuirá/diminuirá,
b) diminuirá/aumentará,
c) aumentará/diminuirá,
d) aumentará/aumentará.

129 – O acelerômetro seve para medir o/a:
a) carga, nas curvas,
b) aumento da potência,
c) desaceleração, no pouso,
d) aceleração, na decolagem.

130 – Quando uma carga externa for anexa à fuselagem (marcas, flutuadores, etc.), além de aumentar o peso da aeronave, irá aumentar também o/a:
a) arrasto induzido,
b) arrasto de fuselagem,
c) sustentação,
d) velocidade vertical.

131- As cargas dinâmicas excessivas que podem destruir o avião denominam-se:
a) verticais,
b) inclinadas,
c) superiores,
d) horizontais.

132 – O fator carga (G) produzido numa cabrada é:
a) positivo,
b) negativo,
c) nulo,
d) igual a 1 (um).

133 – Em uma turbulência podem aparecer fatores de carga elevados. Para se reduzir o valor dos mesmos o piloto deverá:
a) aumentar a velocidade,
b) manter a velocidade,
c) reduzir a velocidade,
d) aumentar o fator de carga.

134 – Aumentando-se na inclinação da aeronave na curva, o fator carga:
a) diminuirá,
b) aumentará,
c) cairá a zero,
d) permanecerá o mesmo.

135 – Durante uma picada violenta, o fator carga poderá:
a) ficar negativo,
b) ser igual a um,
c) ser superior a um,
d) ficar acima de zero.

136 – O fator carga é definido como sendo a razão entre o/a:
a) sustentação e o peso,
b) peso e a sustentação,
c) carga ala e a sustentação,
d) sustentação e a carga alar.

137 – O esforço estrutural mais significativo é o:
a) vertical,
b) horizontal,
c) transversal,
d) longitudinal.

138 – Uma aeronave em vôo reto e horizontal, ao sofrer uma rajada de vento ascendente, poderá sofrer:
a) uma diminuição do fator carga,
b) um aumento gradativo do fator carga,
c) danos se estiver em alta velocidade,
d) danos se estiver em baixa velocidade.

139- Os compensadores que ajustam as pressões dos comandos independente da atuação do piloto, denominam-se:
a) fixos,
b) ajustáveis,
c) automáticos,
d) comandáveis.

140 – Os Slots móveis são dispositivos hipersustentadores que, ao serem acionados, tem como finalidade:
a) diminuir o ângulo crítico do pouso,
b) NÃO permitir vôos com ângulos de ataque menores,
c) Aumentar o ângulo crítico, aumentando o CL máximo,
d) NÃO prejudicar a visibilidade do piloto durante o pouso.

141 – Os Slats:
a) reduzem o arrasto,
b) reduzem a sustentação,
c) reduzem o ângulo de estol,
d) aumentam o ângulo de estol.

142 – Num plane com uma aeronave leve de instrução os flapes são usados para:
a) aumentar a velocidade,
b) reduzir a razão de descida,
c) diminuir o ângulo de descida,
d) aumentar o ângulo de descida.

143 – Em sua função normal, o Spoiler é utilizado no/na:
a) planê,
b) palier,
c) arredondamento,
d) corrida do pouso.

144 – No pouso, os slots:
a) reduzem o ângulo de descida,
b) servem para frear a aeronave,
c) reduzem a velocidade de toque,
d) permitem o pouso com vento de cauda.

145 – O flape que também modifica a superfície é o:
a) frise,
b) fowler,
c) ventral,
d) simples.

146 – O efeito da guinada adversa poderá ser evitado, pelo piloto, usando-se o:
a) flape,
b) spoiler,
c) leme de direção,
d) aileron tipo frise.
Sua resposta: d. Alternativa correta: c

147 – Os diversos tipos de flap modificam nos aerofólios o/a:
a) bordo de ataque,
b) curvatura média,
c) cambra superior,
d) centro de pressão.

148 – Em algumas aeronaves o Spoiler substitui o/os:
a) Flaps,
b) Ailerons,
c) profundor,
d) leme de direção.

149 – A utilização dos flapes acarreta, entre outras alternativas, um/uma:
a) aumento do arrasto,
b) diminuição do CL da asa,
c) diminuição da área da asa,
d) aumento da velocidade de estol.

150 – O peso vazio de uma aeronave mais a carga útil é denominado:
a) peso básico,
b) peso operacional ou peso bruto,
c) peso máximo,
d) peso zero combustível.

151 – Os fatores que aumentam o PMB são:
a) aumento da pressão, vento de proa, pista em aclive,
b) aumento da altitude, pista em declive, vento de proa,
c) aumento da densidade, pista em decline, vento de proa,
d) aumento da temperatura, pista em declive, vento de proa. Sua resposta: d. Alternativa correta: c

Como agendar a prova para piloto: Banca do ANAC

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Uma vez obtido o CMS, você já está habilitado para se apresentar na prova do ANAC para piloto. Os passos são:

  1. Obtenha seu código ANAC a través do SINTAC (Sistema Integrado de Informações da Aviação Civil)
  2. Pagamento do GRU Simples (TFAC), o qual pode descarregar neste link direito do site da ANAC:
    • Na opção “Escolha a área de interesse” selecione “TABELA DE SERVIÇOS” e aperte no botão “PESQUISAR”
    • Aparecerá uma lista de serviços onde você terá que procurar entre mais de 350 items a opção correspondente entre os números 4118, 4119, 4120, 4121, 4122, as quais normalmente se encontram na pagina 8:
      • Código 4118: PP (CCT de Piloto Privado de Aviões), PPH (Piloto Privado de Helicópteros), CPD, CPR, CPL, CMS
      • Código 4119: PC/IFR, PCH, IFR, MCV, PLA, PLAH, INVA, INVH
      • Código 4120. Revalidação do comprovante de conhecimento teórico
      • Código 4121. PPL
      • Código 4122. Inscrição para exame de 2ª época
    • Uma vez feito click na opção desejada aparecerá a tela “Apresentar GRU Simples” onde primeiramente deverá modificar é o número de documentos que por defeito indica “1”. No caso seja a primeira vez que vai se apresentar a prova, terá que escrever o número “5” pois são 5 partes que tem a prova, e seguidamente, apertar na pequena calculadora a direita para que o valor seja atualizado. A dia de hoje o valor dá um total de 432,10 R$. Finalmente, insira seu CPF e nome e faça click em “CONFIRMAR”.
    • Automaticamente aparecerá o boleto a ser pago em qualquer oficina do Banco do Brasil.
  3. Agendar a prova: Uma vez efetuado o pagamento, recomenda-se esperar uns 3 dias para entrar em contato com a ANAC neste link direito para o agendamento. A inscrição pode ser feita presencial, por email ou por procuração. Embora seja recomendado a presencial, a mais confortável é via email, e até é a única possível em alguns locais como é no caso de Fortaleza. Neste caso, deverá seguir os seguintes passos:
    • Imprimir, preencher, datar e assinar o Formulário de Solicitação de Exame onde você tem a opção de escolher data principal e 3 alternativas no caso estejam indisponíveis.
    • Digitalizar em PDF (preferentemente a color) o formulário junto com o Documento de Identidade, CPF e foto 3×4.
    • Enviar por email para a Unidade Regional da ANAC correspondente (link).
    • Normalmente receberá em resposta um comprovante do inscrição para ser apresentado no dia da prova.