SIMULADO Prova Piloto Privado da ANAC sobre METEREOLOGIA

01) A propriedade que o ar tem de reter o vapor d’água, chama-se:

a) capacidade
b) retenção
c) albedo
d) radiação

02) A quantidade máxima de vapor d’água num determinado volume de ar, é de:

a) 100%
b) 20%
c) 4%
d) 8%

03) A camada logo acima da troposfera é a:

a) tropopausa
b) estratosfera
c) ionosfera
d) camada de ozônio

04) Se a temperatura ao nível médio do mar é de 20 oC, no FL060 a temperatura padrão será de:

a) 8oC
b) 18oC
c) 5oC
d) 12oC

05) Quando o QNH é igual ao QNE:

a) o nível padrão irá coincidir com o nível médio do mar
b) o nível padrão estará acima do nível médio do mar
c) o nível padrão estará abaixo do nível médio do mar
d) haverá erro de indicação do altímetro para mais

06) Assinale a alternativa correta:

a) a temperatura do ponto de orvalho será sempre maior do que a temperatura do ar
b) quanto mais próximo estiverem os valores da temperatura do ar e do ponto de orvalho, mais seco estará o ar
c) a temperatura do ponto de orvalho é sempre informada antes do pouso, pela torre de controle
d) nenhuma das acima

07) A variação diurna de temperatura é:

a) maior sobre o mar do que no continente
b) menor sobre o deserto do que em áreas de vegetação
c) reduzida em qualquer área com a presença de nuvens
d) aumentada em qualquer área com o aumento da velocidade do vento

08) Dentre os fenômenos abaixo qual restringe mais a visibilidade:

a) chuva forte
b) nevoeiro
c) trovoadas
d) chuva moderada

09) Numa área onde está previsto wind shear, pode-se esperar nuvens:

a) CB
b) AS
c) CC
d) CS

10) A região de origem das frentes, é chamada:

a) frontogênese
b) início
c) frontólise
d) isalóbaras

11) Ao voar dentro de uma nuvem stratus, a uma temperatura de -12ºC, poderá haver a ocorrência de formação:

a) moderada a severa de gelo claro
b) moderada a severa de gelo opaco
c) leve a moderada de gelo opaco
d) leve a moderada de gelo claro

12) Frentes que praticamente não apresentam nenhum deslocamento, são do tipo:

a) oclusa
b) estacionária
c) fria
d) quente

13) Litometeoros e hidrometeoros são responsáveis por:

a) trovoadas
b) redução da visibilidade
c) relâmpagos
d) windshear

14) Se a temperatura permanece constante com o aumento da altitude, há:

a) uma camada de gradiente positivo
b) uma camada de inversão
c) uma camada de gradiente negativo
d) uma camada isotérmica

15) Uma aeronave voa no FL060, sobre uma região cujo QNH é de 1020,2 hPa, portanto:

a) a altitude indicada será de 6210ft
b) a altitude indicada será de 5790ft
c) a altitude pressão será de 6210ft
d) a altitude pressão será de 5790ft

16) No METAR, a visibilidade superior a 10km, será indicada da seguinte forma:

a) 10km
b) 10.000m
c) 9999
d) 10000

17) No METAR SBCF 220900Z 07012KT CAVOK 24/10 Q1009, temos:

a) pressão do ar elevada
b) vento calmo
c) visibilidade superior a 10km
d) QNE 1009hPa

18) No METAR SBSP 060900Z 17002KT CAVOK 14/13 Q1017, temos:

a) vento de 2kt
b) visibilidade igual ou inferior a 5km
c) umidade relativa do ar baixa
d) condição meteorológica IMC

19) No TAF SBPV 230400 2306/2400 00000KT 9999 SCT010 PROB40 2306/2312 2000 BR BKN005 TN21/08Z TX30/18Z, temos:

a) CAVOK durante todo o período
b) poucas nuvens a 1000 pés
c) temperatura máxima de 21 graus as 0800Z
d) vento calmo durante todo o período

20) No TAF SBEG 221000 2212/2312 00000KT 9999 SCT012 PROB40 2305/2311 4000 BR SCT008 TN23/08Z TX28/18Z, temos:

a) visibilidade de 4000 metros a partir das 0511Z
b) poucas nuvens a 1200 pés durante todo o período
c) a temperatura mais baixa é prevista para as 0800Z
d) vento variável durante todo o período

1A 2C 3A 4A 5A 6D 7C 8B 9A 10A 11C 12B 13B 14D 15A 16C 17C 18A 19D 20C

Prova de Regulamento de Tráfego Aéreo: Simulado banca ANAC PP

01 – No item 215 do plano de vôo, o valor declarado como velocidade de cruzeiro refere-se a velocidade:
a) no solo,
b) indicada,
c) calibrada,
d) aerodinâmica.

02 – O serviço de controle de área será prestado por:
a) controle de aproximação (APP),
b) torre de controle de aeródromo,
c) controle de aproximação (APP) ou por uma TWR a qual tenha sido delegada a atribuição de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço aéreo,
d) centro de controle de área (ACC) ou por uma APP ao qual tenha sido delegada a atribuição de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço aéreo.

03 – Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual o vôo só poderá ser realizado sob condições preestabelecidas:
a) Área reservada,
b) Área restrita,
c) Área perigosa,
d) Área proibida.

04 – A posição vertical de uma aeronave na subida será expressa em _________ até atingir o(a) _________, acima do(a) qual a posição vertical será expressa em ____________.
a) nível, altitude de transição, nível de vôo,
b) nível, nível de transição, altitude,
c) altitude, altitude de transição, nível de vôo,
d) altitude, nível de transição; altitude.

05 – Conjunto de AWYs inferiores ou parte do espaço aéreo definida como tal, de responsabilidade de um ACC:
a) ATZ,
b) CTR,
c) CTA,
d) TMA.

06 – A altitude oficial de um aeródromo ou de um ponto, indicada por um altímetro ajustado para a pressão local, é designada pelo código:
a) QFF,
b) QFE,
c) QNE,
d) QNH.

07 – A largura máxima de uma aerovia inferior, entre dois auxílios à navegação distantes 120 NM entre si é de:

a) 4 NM, b) 8 NM, c) 11 NM, d) 16 NM.

08 – Os vôos VFR, quando realizados _________ de altura, o farão em um nível constante da tabelas de níveis de cruzeiro, compatível com o rumo magnético.
a) abaixo de 1500 ft,
b) abaixo de 3000 ft,
c) acima de 3000 ft,
d) abaixo de 5000 ft.

09 – O espaço aéreo que compreende as aerovias superiores e outras porções do espaço aéreo superior, assim definidas, recebe o nome de:
a) área de controle (CTA),
b) área de controle terminal (TMA),
c) área superior de controle (UTA),
d) região superior de informação de vôo (UIR).

10 – Não havendo circuito especial publicado e não sendo recebida nenhuma instrução especificada da torre, uma ACFT executando o circuito para pouso, ao fim da perna contra o vento deverá:
a) curvar a direita e alinhar-se com a RWY,
b) curvar a esquerda e alinhar-se com a RWY,
c) voar transversalmente ao eixo da RWY, cruzando o segmento de decolagem,
d) voar transversalmente ao eixo da RWY, cruzando o segmento de aproximação.

11 – O plano de vôo é válido até ….. minutos além da hora estimada de calços fora.
a) 15,
b) 30,
c) 45,
d) 60.

12 – A separação vertical em rota é obtida exigindo-se que as aeronaves voem nos seus respectivos níveis e ajustados os altímetros com os valores referentes ao:
a) QFF,
b) QNE,
c) QFE,
d) QNH.

13 – Código não discreto reservado para situações de falha de comunicação:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

14 – Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi das aeronaves, excluídos os pátios.

a) área de movimento,
b) área de pouso,
c) área de circulação,
d) área de manobras.

15 – Para realizar vôo VFR acima de 3000 FT em relação ao solo ou água, deverá ser selecionado um nível de vôo apropriado:
a) até o FL 155,
b) até o FL 195,
c) entre os FL 035 e 145,
d) entre os FL 035 e 195.

16 – O local no aeródromo, onde podem ser obtidas informações relativas ao serviço de tráfego aéreo, estará sinalizado com um/uma:
a) cruz branca e dupla,
b) seta pintada em cor destacada,
c) letra C de cor negra em fundo amarelo,
d) quadrado amarelo com diagonais vermelhas.

17 – Uma pista que tenha as cabeceiras orientadas nos rumos magnéticos 076o e 256o, será identificada como:
a) 07/25,
b) 07/26,
c) 08/25,
d) 08/26.

18 – A separação vertical mínima entre aeronaves sob o controle do ACC abaixo do FL 290 é de:
a) 2000 ft,
b) 1000 ft,
c) 500 ft,
d) 4000 ft.

19 – Independente de solicitação do controlador, o piloto deverá desligar o equipamento transponder:
a) na reta final,
b) logo após o pouso,
c) no pátio de estacionamento,
d) assim que abandone a escuta da TWR.

20- Define-se por aeródromo controlado:
a) aeródromo no qual se presta serviço de tráfego aéreo,
b) aeródromo no qual se presta serviço de controle de área,
c) aeródromo no qual se presta serviço de controle de aeródromo,
d) aeródromo no qual se presta serviço de controle de aproximação.

21 – O código 2000, quando selecionado no transponder, indica que a aeronave:
a) encontra-se em vôo VFR,
b) apresenta falha de comunicações,
c) está sendo objeto de interferência ilícita,
d) ainda NÃO recebeu instruções do órgão ATC.

22 – O serviço de controle de aeródromo é prestado por um/uma:
a) ACC,
b) APP,
c) TWR,
d) AFIS.

23- Manter o fluxo ordenado nas proximidades de um aeródromo e evitar o abalroamento entre aeronaves em vôo, no respectivo circuito de tráfego, são atribuições do/da:
a) ACC,
b) APP,
c) TCR,
d) TWR.

24 – Os níveis de cruzeiro utilizáveis para voar em aerovia ou fora delas:
a) serão sempre calculados pelo piloto,
b) são os constantes da tabela de níveis de cruzeiro,
c) constam das cartas de rota,
d) constam das cartas de área.

25 – O único espaço em que o piloto em comando de aeronave em vôo VFR não é responsável pela separação com as demais aeronaves é o:
a) A,
b) B,
c) C,
d) D.

26 – O limite vertical inferior do espaço aéreo superior é o:
a) FL 145 exclusive,
b) FL 145 inclusive,
c) FL 245 exclusive,
d) FL 245 inclusive.

27 – O Espaço Aéreo INFERIOR começa no ____________ e termina no _________________.
a) solo ou água, FL 245 exclusive,
b) FL 245 exclusive, ilimitado,
c) solo ou água, FL 245 inclusive,
d) FL 245 inclusive; ilimitado.

28 – Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite superior especificado, de responsabilidade de um APP:
a) ATZ,
b) CTR,
c) CTA,
d) TMA.

29 – A situação em que uma aeronave e seus ocupantes estão ameaçados de grave e iminente perigo, necessitando de assistência, caracteriza a fase de:
a) alerta,
b) perigo,
c) incerteza,
d) apreensão.

30 – O sinal de luz branca intermitente emitido por uma TWR para uma aeronave no solo significa:
a) livre táxi,
b) mantenha posição,
c) afaste-se da pista,
d) regresse ao estacionamento.

31 – Vôos acima da altitude de transição serão conduzidos em:
a) altitude,
b) nível,
c) nível de vôo,
d) altura.

32 – Estabeleça a correlação: APP(1), TWR(2), ACC(3) para ATZ( ), CTA e UTA( ), CTR e TMA( ):
a) 1, 2, 3,
b) 1, 3, 2,
c) 2, 1, 3,
d) 2; 3; 1.

33 – Os mínimos meteorológicos em aeródromo exigidos para o vôo VFR especial são:
a) visibilidade de 5000 m, teto de 1500 ft,
b) visibilidade de 3000 m, teto de 1500 ft,
c) visibilidade de 3000 m, teto de 1000 ft,
d) visibilidade de 5000 m; teto de 1000 ft.

34 – Notificação padronizada, transmitida pela ACFT em vôo ao órgão ATS, destinada a fornecer elementos essenciais à segurança do tráfego aéreo:
a) AIREP,
b) reporte de posição,
c) aeronotificação,
d) mensagem de posição.

35 – A autonomia mínima para uma aeronave voar VFR entre SBSP/SBRJ, alternando SBVT, sabendo-se que o tempo de vôo até o destino é de 0130H e para a alternativa é de 0150 H, será de:
a) 0350 H,
b) 0359 H,
c) 0405 H,
d) 0425 H.

36 – Em um circuito de tráfego padrão, a trajetória de vôo perpendicular a pista, compreendida entre a perna do vento e a reta final, é denominada:
a) curva base,
b) perna base,
c) perna de través,
d) curva de aproximação.

37 – Nível mantido durante uma etapa considerável do vôo:
a) nível de vôo,
b) altitude de vôo,
c) nível de cruzeiro,
d) altitude de cruzeiro.

38 – A fraseologia padrão tem como finalidade:
a) proporcionar mensagens,
b) proporcionar autorizações,
c) reduzir o ruído das transmissões,
d) reduzir ao mínimo o tempo de transmissão das mensagens.

39 – As condições meteorológicas de vôo visual são representadas pela abreviatura:
a) CMV,
b) VMC,
c) VFR,
d) VHF.

40 – O altímetro de pressão, calibrado de acordo com a atmosfera padrão, quando ajustado em 1013.2 hPa, indicará:
a) altura,
b) altitude,
c) nível de vôo,
d) nível de transição.

41 – Área homologada ou registrada, ao nível do solo, elevada, flutuante ou na água, utilizada para pousos e decolagens de helicópteros:
a) heliódromo,
b) heliporto,
c) heliponto,
d) flutuódromo.

42 – Uma ACFT com peso máximo de decolagem de 7000kg (15000 libras) ou menos é de categoria:
a) média,
b) pesada,
c) leve,
d) pesada ou média.

43 – O APP tem a atribuição de emitir autorizações de tráfego às aeronaves que estejam voando ou que se proponham a voar em:
a) ATZ ou CTR,
b) CTA ou UTA,
c) ATZ,
d) TMA ou CTR.

44 – Hora após a qual a autorização será automaticamente cancelada, se o vôo não tiver sido iniciado:
a) limite de autorização,
b) hora limite,
c) autorização limite,
d) hora limite de autorização.

45 – O vôo VFR especial NÃO é autorizado:
a) dentro de ATAZ ou CTR,
b) dentro de ATZ ou TMA,
c) para aeronaves sem rádio,
d) para aeronaves monomotoras.

46 – Código não discreto reservado para situações de apoderamento ilícito (interferência ilícita):
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

47 – O sinal de luz vermelha contínua emitido por uma TWR a uma aeronave em vôo, significa:
a) aeródromo interditado,
b) regresse e pouse neste aeródromo,
c) aeródromo impraticável. Dirija-se a outro aeródromo,
d) dê passagem a outra aeronave. Continue no circuito.

48 – Se uma autorização emitida pelo órgão ATC não for conveniente:
a) deverá ser cumprida assim mesmo,
b) deverá ser contestado de imediato na fonia,
c) o piloto deverá fazer constar no livro de bordo,
d) o piloto poderá solicitar uma nova autorização.

49 – As três categorias de aeronaves, seguindo a esteira de turbulência são:
a) P, M e L,
b) R, M e L,
c) H, M e R,
d) H, M e L.

50 – Para realização dos vôos VFR nos espaços aéreos classe ___, ___ e ___, as aeronaves devem dispor de rádio para comunicação com o órgão ATC apropriado.
a) C, D, E,
b) A, B, C,
c) B, C, D,
d) E; F; G.

51 – O aviso que contém informações relativas ao estabelecimento, condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica tem como sigla:
a) AFIS,
b) AIREP,
c) NOTAM,
d) NOTIF.

52 – Independentemente do posicionamento relativo em que se encontrem, estando aproximadamente no mesmo nível, as aeronaves propulsadas mecanicamente:
a) terão direito de passagem sobre as demais,
b) terão direito de passagem sobre os balões,
c) terão direito de passagem sobre planadores,
d) cederão passagem às que rebocam aeronaves e objetos.

53 – A separação vertical mínima entre aeronaves sob controle do APP é de:
a) 1000 FT,
b) 2000 FT,
c) 4000 FT,
d) 500 FT.

54 – Os serviços de __________________ serão proporcionados em todas as FIR sob jurisdição do Brasil.
a) controle de tráfego e de alerta,
b) controle de tráfego e de informação de vôo,
c) assessoramento e de alerta,
d) informação de vôo e de alerta.

55 – A letra C negra colocada verticalmente sobre um fundo amarelo indica:
a) sala AIS,
b) torre de controle,
c) centro de controle,
d) serviço de meteorologia.

56 – O circuito de tráfego para aeronaves a hélice é efetuado a:
a) 1000 FT de altura,
b) 1500 FT de altura,
c) 1000 FT de altitude,
d) 1500 FT de altitude.

57 – Abaixo do FL 100, a velocidade indicada para aeronaves em vôo VFR, em todas as classes de espaço aéreo, exceto o B, será:
a) superior a 380 Kt,
b) inferior a 380 Kt,
c) superior a 250 Kt,
d) inferior a 250 Kt.

58 – A aplicação dos mínimos de separação da esteira de turbulência é estabelecida com a finalidade de:
a) garantir a separação horizontal,
b) reduzir a distância entre as ACFT,
c) reduzir a separação entre as ACFT,
d) reduzir os possíveis perigos dessa esteira.

59 – O controlador é responsável pela navegação da aeronave. O serviço oferecido é:
a) Vetoração,
b) Assessoramento,
c) Observação,
d) Vigilância.

60 – Estabeleça a ordem em que os itens da mensagem de posição são transmitidos ao órgão ATS: ( 1 ) posição, ( 2 ) nível de vôo ou altitude, ( 3 ) próxima posição e hora de sobrevôo, ( 4 ) identificação da aeronave e ( 5 ) hora:
a) 4, 2, 5, 1, 3,
b) 2, 4, 3, 1, 5,
c) 1, 4, 5, 2, 3,
d) 2, 4, 5, 1, 3.

61 – O procedimento a ser executado, quando duas aeronaves se aproximam de frente e haja perigo de colisão é:
a) a menos veloz fazer curva para a direita,
b) a mais veloz fazer curva para a esquerda,
c) ambas alterarem seus rumos para a direita,
d) ambas alterarem seus rumos para a esquerda.

62 – Aeronave mais pesada que o ar, propulsada mecanicamente, que deve sua sustentação em vôo principalmente às reações aerodinâmicas exercidas sobre superfícies que permanecem fixas em determinadas condições de vôo:
a) dirigível,
b) aeronave,
c) aeroplano,
d) balão.

63 – Aeroporto utilizado por aeronaves civis, nacionais ou estrangeiras, como primeiro pouso ou última decolagem no território nacional:
a) aeroporto de última decolagem,
b) aeroporto doméstico,
c) aeroporto internacional,
d) aeroporto de último pouso.

64 – É compulsória a apresentação do plano de vôo VFR:
a) sempre que for solicitado,
b) antes de realizar o vôo na ATZ,
c) sempre que partir de local desprovido de órgão ATS,
d) sempre que pretenda voar através de fronteiras internacionais.

65 – A responsabilidade de certificar-se das condições operacionais dos auxílios à navegação e luminosos, dos AD envolvidos na operação pretendida, é do/da:
a) piloto em comando,
b) administrador do AD de partida,
c) torre de controle do AD de partida,
d) centro de controle de aérea envolvido.

66 – Vôo em rota é todo aquele realizado além dos limites da _____, _____ ou _____ou, na inexistência desses espaços aéreos controlados, o realizado além de _____ de raio em relação ao aeródromo de partida.
a) CTR, TMA, CTA, 27 NM,
b) ATZ, CTR, TMA, 27 NM,
c) CTR, TMA, CTA, 50 KM,
d) ATZ; CTR; TMA; 50 NM.

67 – O espaço aéreo controlado, que se estende do solo até um limite superior especificado, é a definição de:
a) zona de controle (CTR),
b) área de controle (CTA),
c) área de controle terminal (TMA),
d) zona de controle de aeródromo (ATZ).

68 – Distância vertical de um nível ou ponto até o nível médio do mar:
a) altitude,
b) nível,
c) altura,
d) nível de vôo.

69 – A distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o nível médio do mar é a definição de:
a) altura,
b) altitude,
c) desnível,
d) elevação.

70 – Somente vôos IFR são permitidos; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si. Nós estamos nos referindo ao espaço classe:
a) A,
b) B,
c) C,
d) D.

71 – Quando o órgão ATS prestar somente o serviço de informação de vôo e de alerta, qualquer decisão relativa as alterações no plano de vôo competirá ao:
a) piloto da aeronave,
b) explorador da aeronave,
c) centro de controle de área,
d) órgão de informação de vôo.

72 – Estando prestes a entrar na TMA ou CTR, caso não consigam estabelecer contato com o APP, as aeronaves em vôo IFR ou VFR deverão chamar um dos seguintes órgãos, por ordem de prioridade: ( 1 ) ACC, caso esteja localizado naquela TMA, ( 2 ) TWR do aeródromo principal e ( 3 ) outra TWR dentro da TMA:

a) 3, 2, 1, b) 3, 1, 2, c) 1, 2, 3, d) 2, 1, 3.

73 – O FL máximo permitido para o vôo VFR é:
a) 195,
b) 150,
c) 245,
d) 145.

74 – Quando o aeródromo público é dotado de instalações e facilidades para apoio de operações e serviço de embarque e desembarque de pessoas e cargas, diz-se que é um:
a) aeroporto,
b) aeródromo federal,
c) aeroporto estadual,
d) aeródromo aduaneiro.

75 – A publicação que contém informações aeronáuticas indispensáveis à navegação aérea tem como sigla:
a) AIP,
b) AIS,
c) CBA,
d) NAV.

76 – A permissão para pouso, dada pelo operador da TWR, consiste em um sinal de luz:
a) verde contínuo,
b) vermelha contínuo,
c) verde intermitente,
d) vermelha intermitente.

77 – O piloto de uma aeronave poderá usar a pista que mais lhe convir, desde que o vento na superfície seja de velocidade igual ou inferior a:
a) 05 kt,
b) 06 kt,
c) 09 kt,
d) 10 kt.

78 – É todo tráfego em vôo nas proximidades do aeródromo, que possa constituir perigo para as aeronaves consideradas.
a) tráfego perigoso,
b) tráfego essencial,
c) tráfego de risco,
d) tráfego essencial local.

79 – Quando as condições de tráfego permitirem vôo VFR especiais poderão ser autorizados pelo/ pela ….. sujeitos às seguintes condições:
a) APP – somente no período diurno,
b) APP – se o vôo for realizado fora da TMA,
c) TWR – se as condições meteorológicas assim o exigirem,
d) ACC – serão mantidas as separações entre os vôo IFR e VFR especiais.

80- As aerovias superiores entre dois auxílios rádio, distantes entre si de até 108 NM, terão a largura de:
a) 11 NM,
b) 43 NM,
c) 54 NM,
d) 21,5 NM.

81 – Duas pistas distintas, que sejam orientadas nos rumos 154o e 235o magnéticos, respectivamente, serão identificadas como:
a) 15 e 23,
b) 15 e 24,
c) 16 e 23,
d) 16 e 24.

82 – O nível que pode ser selecionado para a realização de um vôo VFR em rota, no rumo magnético 180o é o:
a) FL 050,
b) FL 055,
c) FL 060,
d) FL 065.

83 – Ao entrar em TMA, com plano de vôo VFR e não conseguir contato rádio com o APP, a aeronave deverá chamar, como primeira opção, o/a:
a) ACC,
b) AFIS,
c) Controle de solo,
d) TWR do aeródromo principal.

84 – Para que uma ACFT seja detectada por um radar secundar, a mesma deverá estar equipada com um:
a) ADF,
b) VOR,
c) NDB,
d) Transponder.

85 – O ESPAÇO AÉREO SUPERIOR começa no ____________ e termina no _________________.
a) solo ou água, FL 245,
b) FL 245 exclusive, ilimitado,+,
c) solo ou água, FL 245 inclusive,
d) FL 245 inclusive; ilimitado.

86 – Na seqüência de decolagem, a aeronave que terá prioridade sobre os demais, dentre as alternativas citadas, será aquela que estiver:
a) em operação SAR,
b) em operação militar, missão de guerra,
c) conduzindo o Presidente da República,
d) transportando enfermo ou ferido grave.

87- O ato de responsabilidade do piloto em comando que consiste em conhecer todas as informações relativas à operação pretendida chama-se:
a) plano de vôo,
b) notificação de vôo,
c) planilha de vôo,
d) planejamento de vôo.

88 – Num aeródromo cuja elevação é de 1000 FT o circuito de tráfego padrão para aeronave à hélice será executado a uma altitude de:
a) 1500 FT,
b) 2000 FT,
c) 2500 FT,
d) 3000 FT.

89 – São permitidos vôos IFR e VFR, todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si. Nos referimos ao espaço classe:
a) A,
b) B,+,
c) C,
d) D.

90 – Tem autoridade decisória sobre tudo que se relacione com a aeronave:
a) tripulação,
b) comissário de bordo,
c) piloto em comando,
d) co-piloto em comando.

91 – Os vôos VFR especiais com pouso no aeródromo de partida terão como limite máximo o(a):
a) CTA,
b) ATZ,
c) TMA,
d) CTR.

92 – Código não discreto reservado para situações de emergência:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

93 – O serviço de informação de vôo de aeródromo será proporcionado a todo tráfego na área de movimento e às aeronaves em vôo no espaço aéreo inferior, num raio de:
a) 5KM,
b) 15 KM,
c) 25 KM,
d) 50 KM.

94 – Quando o transponder de uma aeronave deixar de apresentar o sinal de resposta desejado:
a) O piloto, por iniciativa própria, verificará o seu transponder,
b) O controlador solicitará que o piloto proceda a uma verificação no seu transponder,
c) O controlador comunicará o fato ao explorador da aeronave para as providências necessárias,
d) O piloto, como representante do explorador, providenciará a sua manutenção.

95 – A separação mínima vertical de qualquer formação meteorológica durante um vôo VFR deve ser de:
a) 150 metros,
b) 300 metros,
c) 500 metros,
d) 1000 metros.

96 – A operação de aeronaves quando em vôo deve obedecer às:
a) regras de vôo por instrumentos ou VMC,
b) regras de vôo visual ou IMC,
c) regras de vôo visual ou por instrumentos,
d) regras VMC e IMC.

97 – Quais os tipos de serviço radar que um órgão ATC pode proporcionar?
a) vetoração e alerta,
b) informação e alerta,
c) vigilância e vetoração,
d) vigilância e informação.

98 – É proibida a operação de aeronaves sem rádio:
a) exclusivamente nos AD providos de AFIS,
b) exclusivamente nos AD providos deTWR,
c) nos AD providos de AFIS e TWR,
d) em quaisquer Ads.

99 – Dos níveis citados abaixo, identifique o apropriado para voar VFR fora de aerovia no rumo magnético 090o, de acordo com a tabela de níveis:
a) FL 035,
b) FL 040,
c) FL 045,
d) FL 050.

100 – As pistas de pouso são orientadas em graus:
a) magnéticos,
b) ortogonais,
c) verdadeiros,
d) quadrantais.

101 – A hora nos serviços de tráfego aéreo é:
a) LOCAL,
b) UTC,
c) GMT,
d) ZULU.

102 – Uma aeronave evoluindo em área de controle terminal poderá ser autorizada a desenvolver velocidade maior que 250 kt quando estiver, no mínimo, acima do FL:
a) 100,
b) 120,
c) 150,
d) 190.

103 – Ao manter referência com o solo ou água, o piloto não deve deixar que as nuvens obstruam mais _______da área de visão do piloto.
a) de um terço ,
b) da metade,
c) de um quarto,
d) de um oitavo.

104 – É a suspensão das operações de um aeródromo devido operação militar, presidencial ou outro evento sob responsabilidade da autoridade aeronáutica competente:
a) impraticabilidade,
b) interdição,
c) obstrução,
d) suspensão ref. Condições MET.

105 – As operações de pouso ou decolagem, a partir de outro ponto de pista que não seja a cabeceira, considerando a performance da aeronave e o comprimento da pista:
a) não serão autorizadas,
b) poderão ser realizadas por decisão do piloto,
c) não serão permitidas em nenhum aeródromo,
d) poderão ser realizadas por decisão do controlador.

106 – A velocidade de cruzeiro de 220 KM por hora será registrada, no plano de vôo, da seguinte forma:
a) K0220,
b) N0220,
c) M0220,
d) 220KM.

107 – Se as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos forem iguais ou superiores aos valores: teto – 300m e visibilidade 3000m, pode-se afirmar que os/as:
a) aeródromos envolvidos estão fechados,
b) aeródromos estão operando VFR especial,
c) aeródromos estão operando sob regras de vôo visual,
d) aeródromos estão abaixo dos mínimos para operação IFR.

108 – O órgão responsável pela autorização de um vôo VFR especial é o(a):
a) CS,
b) TWR,
c) APP,
d) ACC.

109 – Código não discreto reservado para as situações em que a aeronave ainda não tenha recebido instruções de código transponder específico:
a) 2000,
b) 7500,
c) 7600,
d) 7700.

110 – Os aeródromos civis podem ser:
a) civis e militares,
b) liberados e restritos,
c) públicos e privados,
d) liberados e condicionados.

111 – Um nível de vôo prolongado é conhecido como nível:
a) médio,
b) de vôo,
c) do mar,
d) de cruzeiro.

112 – Área definida sobre a terra ou água, destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves:
a) aeroporto,
b) heliponto,
c) aeródromo,
d) heliporto.

113 – Quando os valores meteorológicos de um aeródromo estiverem abaixo dos níveis exigidos, as operações VFR serão suspensas pelo/pela:
a) ACC,
b) TWR,
c) Órgão AIS do AD,
d) APP – quando houver TMA.

114 – A elevação de um determinado aeródromo é de 3800 pés. Hipoteticamente, uma ACFT a reação está no ponto médio da perna do vento, mantendo a altitude de 5300 pés. Com base no descrito, pode-se afirmar que a ACFT está:
a) acima da altitude correta,
b) abaixo da altitude correta,
c) na posição crítica número 4,
d) na posição crítica número 5.

115 – Num aeródromo cujo comprimento da pista seja de 1600 metros, sem marcas do ponto de espera, as aeronaves deverão aguardar a uma distância mínima da pista em uso de:
a) 20 m,
b) 30 m,
c) 45 m,
d) 50 m.

116 – Em uma pista de comprimento igual a 900 metros, onde as marcas de ponto de espera no táxi sejam inexistentes, as ACFT deverão se manter em relação a RWY a uma distância mínima de:
a) 20 metros,
b) 30 metros,
c) 40 metros,
d) 50 metros.

117 – É a suspensão total ou parcial das operações de um aeródromo devido a fatores de ordem física que afetem a área de manobras:
a) suspensão DCM,
b) interdição,
c) interrupção,
d) impraticabilidade.

118 – Parte do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi das aeronaves, incluindo os pátios de estacionamento.
a) área de movimento,
b) área de pouso,
c) área de táxi,
d) área de manobras.

119 – O procedimento de verificação do transponder será executado:
a) somente por solicitação do controlador,
b) exclusivamente por iniciativa do piloto em comando,
c) quando o modo C não estiver funcionando corretamente,
d) quando o modo D não estiver funcionando corretamente.

120 – O piloto deverá cotejar as ….. ou ….. contidas nas mensagens ATS e emanadas do órgão de controle de tráfego responsável.
a) solicitações, instruções,
b) autorizações, instruções,
c) autorizações, solicitações,
d) instruções; definições.

121 – A aeronave que pousar num aeródromo controlado deverá manter-se na escuta da TWR ou do controle de solo até:
a) livrar a pista de táxi,
b) livrar a pista em uso,
c) a parada total da aeronave,
d) a parada total dos motores.

122 – A designação do espaço aéreo é definida conforme abaixo:
a) superior e inferior,
b) superior, intermediário e inferior,
c) controlado e não controlado,
d) controlado, FIR e condicionado.

123 – No espaço aéreo classe B, a Vi (velocidade indicada) máxima permitida será:
a) 380 Kt,
b) inferior a 380 Kt,
c) 250 Kt,
d) inferior a 250 Kt.

124 – Quando a aeronave não chegar dentro dos 30 minutos após a hora estimada pelo piloto ou calculada pelos órgãos ATS, encontra-se na fase de:
a) alerta,
b) perigo,
c) detresfa,
d) incerteza.

125 – Manobra predeterminada que mantém a aeronave dentro de um espaço aéreo especificado, enquanto aguarda autorização posterior:
a) órbita,
b) espera,
c) holding,
d) circuito de tráfego.

126 – Órgão estabelecido em alguns aeródromos com o objetivo de prestar o serviço de informação prévia ao vôo é o/a:
a) SAC,
b) ACC,
c) SRPV,
d) Sala AIS.

127 – Após o pôr do sol não é permitido o vôo VFR:
a) especial,
b) em AWY,
c) dentro de CTR,
d) dentro de TMA.

128 – Marca eletrônica adicional, impressa no sinal de resposta, que transmite a identificação da aeronave:

a) Código, b) Modo, c) Ident., d) Normal.

129 – A provisão de informações regulares e atualizadas para as aeronaves que chegam ou partem mediante radiodifusões contínuas e repetitivas, é feita através do/da:
a) FIS,
b) ATIS,
c) AIREP,
d) VOLMET.

130 – Um quadrado vermelho com diagonais amarelas, colocado na área de sinalização do aeródromo indica:
a) pouso proibido,
b) decolagem proibida,
c) pista de táxi impraticável,
d) sentido de pouso e decolagem.

131 – Habilitação IFR do piloto e homologação IFR da aeronave são exigências relativas ao vôo VFR:
a) diurno local,
b) noturno local,
c) diurno em rota,
d) noturno em rota.

132 – Ato oficial através do qual o Diretor Geral do DAC autoriza a utilização de um aeródromo público:
a) registro,
b) homologação,
c) habilitação,
d) oficialização.

133 – A letra D numa identificação do espaço aéreo condicionado indica área:
a) restrita,
b) perigosa,
c) proibida,
d) interditada.

134 – Os serviços de controle de tráfego aéreo, de informação de vôo, de alerta e de assessoramento constituem os serviços de tráfego aéreo, designados internacionalmente pela sigla:
a) STA,
b) ATC,
c) SAR,
d) ATS.

135- Os vôos em formação de aeronaves civis devem ser, previamente, autorizados pelo órgão competente do/da:
a) Comando aéreo regional,
b) Administração do aeroporto,
c) Departamento de Aviação Civil,
d) Serviço Regional de Proteção ao Vôo.

136 – Nos espaços aéreos de classe B, C, D e E, a visibilidade no FL 100 ou acima, deverá ser de ____Km.
a) 8,
b) 5,
c) 3,
d) 1.

137 – Uma pista que tenha as cabeceiras orientadas nos rumos 074o e 254o, será identificada como:
a) 07/25,
b) 07/26,
c) 08/25,
d) 08/26.

138 – Uma das limitações para a realização de um vôo VFR é manter velocidade não superior a:
a) 180 KT,
b) 250 KT,
c) 350 KT,
d) 380 KT.

139 – Espaço aéreo no qual são permitidos vôos IFR e VFR, recebendo somente serviço de informação de vôo quando requerido. Nos referimos ao espaço classe:
a) D,
b) E,
c) F,
d) G.

140 – A classificação de emergência da aeronave, em função da sua gravidade, para fins de acionamento dos recursos de salvamento e socorro no aeródromo, será de responsabilidade do/da:
a) piloto em comando,
b) torre de controle,
c) proprietário da aeronave,
d) administrador do aeródromo.

141 – O indicador de localidade abaixo, indica um aeródromo dotado de estação que executa o Serviço Aeronáutico:
a) SBXX,
b) SNXX,
c) SWXX,
d) SSXX.

142 – Área de movimento compreende:
a) área de pouso + pistas de táxi,
b) área de manobras + pistas de táxi,
c) área de pouso + pátios,
d) área de manobras + pátios.

143 – Na partida para um vôo VFR, o piloto em comando da aeronave manterá escuta permanente da TWR:
a) ao iniciar o táxi,
b) quando solicitado pela TWR,
c) após fechar as portas da aeronave,
d) a partir do momento em que acionar os motores.

144 – Emprega o radar para prestar controle de tráfego aéreo, mediante continua observação da apresentação radar:
a) Vetoração,
b) Assessoramento,
c) Observação,
d) Vigilância.

145 – A divisão do espaço aéreo é denominada conforme abaixo:
a) superior e inferior,
b) superior, intermediário e inferior,
c) controlado e não controlado,
d) controlado, FIR e condicionado.

146- Uma aeronave sob VMC, que esteja com falha de comunicação, deverá:
a) manter-se VMC e pousar no aeródromo mais próximo,
b) acautelar-se ao entrar IMC e seguir com cuidado até o destino,
c) prosseguir para o destino, tentando ininterruptamente estabelecer contato com o órgão A TS,
d) manter VMC, pousar no aeródromo mais próximo e informar o pouso ao órgão ATC apropriado, pelo meio mais rápido.

147 – Exceto quando autorizada pelo órgão responsável, nenhuma aeronave evoluindo dentro da área terminal no FL 100 ou abaixo, poderá voar com velocidade indicada superior a:

  1. a)  280 KT,
  2. b)  250 KT,
  3. c)  280 KM,
  4. d)  250 KM.

148 – Os mínimos meteorológicos em aeródromo para vôos VFR são ____ de visibilidade e ______ de teto.
a) 5000 m, 1500 ft,
b) 5000 ft, 1500 m,
c) 3000 m, 1000 ft,
d) 3000 ft; 1000 m.

149 – Independentemente do posicionamento relativo em que se encontrem, estando aproximadamente no mesmo nível, aeronaves mais pesadas que o ar propulsadas mecanicamente cedem passagem :
a) aos dirigíveis, planadores e balões,
b) somente aos balões,
c) somente aos planadores,
d) a quaisquer aeronaves.

150 – No espaço aéreo classe B, no que se refere à separação de nuvens, a aeronave em vôo VFR deverá estar ______ de(as) nuvens.
a) livre,
b) a 1500m verticalmente e 1000ft horizontalmente,
c) a 5000m,
d) a 1000m verticalmente e 1500ft horizontalmente.

151 – O nível apropriado para a realização de um vôo VFR, fora de aerovia no rumo 170o magnéticos, é o FL:
a) 130,
b) 135,
c) 145,
d) 155.

152 – As aeronaves acusarão o recebimento da mensagem ATIS quando:
a) julgarem necessário,
b) for solicitado pelo órgão,
c) entrarem em contato com o ACC,
d) estabelecerem contato com o APP ou TWR.

153 – As aeronaves em vôo VFR não poderão entrar sem autorização em TMA ou CTR de classe:
a) E, F e G,
b) A, B e C,
c) B, C e D,
d) D, E e F.

Prova de Navegação Aérea: Simulado banca ANAC PP

1- O método de navegação pelo qual a posição da ACFT é obtida através de instrumentos eletrônicos, sendo baseado na recepção de sinais emissores especiais, chama-se navegação: a) estimada, b) eletrônica, c) por contato, d) astronômica.

2- O método de conduzir uma ACFT, sobre a superfície da Terra, procurando elementos de destaque para orientar sua rota, chama-se navegação: a) rádio, b) eletrônica, c) por contato, d) por estimado.

3 – A perda de energia eletromagnética de um rádio-transmissor, absorvida por objetos próximos ao mesmo, tais como árvores e edifícios, chama-se: a) absorção, b) refração, c) reflexão, d) difração.

4- O rádio receptor com uma antena loop, que é capaz de determinar a direção das ondas emitidas por uma estação e que comumente sofre com os problemas de descargas elétricas da atmosfera, denomina-se:
a) ADF, b) VOR, c) ILS, d) ALS.

5 A força do campo magnético da Terra que faz uma agulha alinhar-se na direção Norte/Sul chama-se:
a) componente vertical, b) declinação magnética, c) inclinação magnética, d) componente horizontal.

6- O altímetro está ligado à(s) linha(s) de pressão: a) estática, b) dinâmica, c) de impacto, d) estática e dinâmica.

7- O nível de vôo de uma ACFT é dado pela distância vertical, medida a partir do/da:: a) superfície terrestre, b) aeródromo sobrevoado, c) nível de pressão padrãod) ponto qualquer considerado.

8- A altitude de um avião lida num altímetro quando este está ajustado para 29.92 POL ou 1013.hPa, chama-se altitude: a) pressão, b) absoluta, c) densidade, d) verdadeira.

9- A distância real, acima do nível do mar, corrigida para as variações de pressão e temperatura, é a altitude:
a) pressão, b) absoluta, c) calibrada, d) verdadeira.

10 Quando o altímetro é ajustado para 1013.2 hPa, é obtida a altitude: a) pressão, b) indicada, c) absoluta, d) verdadeira.

11 – Linha de fé é como se chama: a) a linha de rota, b) o eixo longitudinal do avião, c) a linha de leitura de uma bússola, d) uma linha de declinação magnética.

12 – A componente vertical da bússola é máxima: a) nos pólos magnéticos, b) na longitude 60o norte ou sul, c) na latitude de 45o norte ou sul., d) próximo ao Equador magnético.

13 – As duas componentes básicas do sistema de coordenadas geográficas são: a) Meridianos e Paralelos, b) Equador e Paralelos, c) Equador e Meridianos, d) Latitude e Longitude.

14 – A separação entre os meridianos numa projeção Mercator de escala 1:5.000.000 é de: a) 2,2 cm, b) 222 cm, c) 0,22 cm, d) 22,2 cm.

15 – Uma coordenada geográfica define uma: a) posição, b) direção., c) Distância, d) Linha de rota.

16- A abreviatura SSW pertence ao grupo de pontos: a) cardeais, b) colaterais, c) sub-cardeais, d) sub-colaterais.

17- WSW pertence ao grupo de pontos sub-colaterais, mais precisamente do setor direcional, é a abreviatura de: a) Oestesudeste, b) Oestenoroeste, c) Oestenordeste, d) Oestesudoeste.

18 – O ponto colateral sudeste (SE), corresponde em graus a: a) 45o, b) 135o, c) 225o, d) 315o.

19 – As projeções que tem o ponto de origem das linhas de projeção no centro da Terra chama-se: a) azimutais, b) gnomônicas, c) ortográficas, d) estereográficas.

20 – A projeção que tem como característica a perfeição nas áreas projetadas chama-se: a) Lambert, b) Mercator, c) Ortodrômica, d) Loxodrômica.

21 – A projeção que apresenta grandes distorções das áreas projetadas em altas latitudes, denomina-se: a) Lambert, b) Zenital, c) Azimutal, d) Mercator.

22 – Das alternativas abaixo, identifique a que é considerada como uma das desvantagens da projeção LAMBERT em relação a MERCATOR: a) difícil plotagem de pontos, b) escala de distância constante, c) escala de distância variável com a latitude, d) paralelos e meridianos cortando-se a 090o.

23 – Numa projeção Lambert, uma linha é a representação de um/uma: a) círculo máximo, b) rota loxodrômica, c) segmento de meridiano, d) inclinação magnética.

24 – As projeções cujo ponto de tangência se encontra sobre o Equador chamam-se:: a) polares, b) oblíquas, c) equatoriais, d) Gnomônicas.

25 – Em uma projeção estereográfica, as linhas de projeção tem origem no: a) infinito, b) centro da Terra, c) ponto de tangência, d) ponto oposto ao ponto de tangência.

26 – Uma rota ortodrômica, corta os meridianos em ângulo: a) retos, b) iguais, c) agudos, d) diferentes.

27 – As extremidades do eixo imaginário da Terra chamam-se: a) pólos norte e sul magnéticos, b) pólos norte e sul verdadeiros, c) hemisférios norte e sul magnéticos,  d) hemisférios norte e sul verdadeiros.

28 – O arco de Equador, compreendido entre o meridiano de Greenwich e um meridiano qualquer, é chamado: a) latitude, b) longitude, c) co-latitude, d) co-longitude.

29 – O menor arco de Equador, compreendido entre os meridianos dos pontos dados, chama-se: a) Latitude, b) Longitude, c) DLA, d) DLO.

30 – O complemento da latitude chama-se: a) co-latitude, b) latitude média,c) paralelo de latitude, d) diferença de latitude.

31 – O arco de Equador compreendido entre o meridiano de Greenwich e o meridiano do ponto considerado chama-se: a) latitude., b) longitude, c) co-latitude, d) diferença de longitude.

32 – Os meridianos verdadeiros são: a) Círculos menores, b) Círculos máximos, c) Semi-círculos máximos, d) Círculos maiores.

33- O Equador é um Círculo Máximo cuja latitude é de: a) 00o, b) 90o, c) 180o, d) 270o.

34 – Chama-se de círculo máximo um círculo: a) paralelo aos trópicos, b) que passa pelo Equador, c) que corta os meridianos no mesmo ângulo, d) cujo plano imaginário divide a Terra em partes iguais.

35 – O único círculo máximo cujo plano imaginário é perpendicular ao eixo da Terra, chama-se: a) Pólos, b) Equador, c) Meridianos, d) Paralelos de Latitude.

36 – Trata-se de um círculo menor e seu plano imaginário é perpendicular ao eixo da Terra: a) Equador, b) Meridiano magnético, c) Paralelo de latitude, d) Meridiano de Greenwich.

37 – O comprimento de 1’ (um minuto) de arco do meridiano verdadeiro corresponde a: a) 1 MT, b) 1 NM, c) 1 KM, d) 1 FT.

38 – Uma distância de 138NM medida sobre um meridiano verdadeiro, corresponde a: a) 02o 18’ de LAT, b) 02o 38’ de LAT, c) 02o 18’ de LONG, d) 02o 38’ de LONG.

39 – A distância em milhas náuticas, medida sobre um meridiano entre os paralelos de latitude de 04o 20’ S e 06o 30’ S, corresponde a: a) 130NM, b) 260NM, c) 470NM, d) 650NM.

40 – Um meridiano eqüidistante de dois meridianos considerados chama-se: a) latitude média, b) longitude média, c) diferença de latitude, d) diferença de longitude.

41 – O anti-meridiano de 120o e corresponde a: a) 060o E, b) 060o W, c) 150o E, d) 150o W.

42 – A DLO entre os meridianos 170o E e 170o W é: a) 20o, b) 170o, c) 340o, d) 360o.

43 – Qual a latitude do ponto B, sendo dados LAT A (23o 27’ S), DLA entre A e B 39o 27’ N? a) 16o 00’ S, b) 16o 00’ N, c) 23o 27’ N, d) 62o 54’ N.

44 – Dadas as coordenadas geográficas dos pontos A e B, calcule a DLA entre estes pontos: A = (25o 15’ N / 045o 10’ W) e B = (20o 25’ S / 043o 50’ W). a) DLA 04o 50’, b) DLA 01o 20’, c) DLA 89o 00’, d) DLA 45o 40’.

45 – O menor arco de paralelo ou Equador compreendido entre os meridianos dos pontos considerados, denomina-se: a) latitude, b) longitude, c) diferença de latitude, d) diferença de longitude.

46 – A distância angular que corresponde a um arco de meridiano, medida a partir do Equador até um ponto considerado na superfície da terra, chama-se: a) Latitude, b) Longitude, c) Anti-meridiano, d) Co-latitude.

47 – A distância angular medida a partir de um ponto no hemisfério sul até o pólo sul chama-se: a) latitude, b) longitude, c) co-latitude, d) anti-meridiano.

48 – Sendo dados os pontos A) 20o 30’ N / 045o 10’ W e B) 60o 10’ S / 075o 25’ W, a DLA é: a)  19o 50’, b)  39o 40’, c)  40o 20’, d)  80o 40’.

49 – Um ponto situado na latitude 75o 10’ N tem para co-latitude: a) 04o 20’, b) 10o 40’, c) 14o 50’, d) 20o 10’.

50 – Sendo dados: A (25o 40’ S / 045o 30’ W); B (22o 30’ N/ 050o 40’ W), a diferença de latitude-DLA será: a) 01o 35’, b) 03o 10’, c) 24o 05’, d) 48o 10’.

51 – O anti-meridiano de 120o 45’ W será: a) 059o 15’ E, b) 089o 45’ E, c) 105o 15’ E, d) 120o 45’ E.

52 – Um paralelo de latitude eqüidistante de dois paralelos de latitude considerados chama- se: a) latitude, b) co-latitude, c) latitude média, d) diferença de latitude.

53 – Qual o anti-meridiano de 20o W ? a) 020o E, b) 120o E,c) 160o E, d) 180o E.

54 – A distância em milhas náuticas, medida sobre um meridiano entre os paralelos de latitude de 04o 20’ S e 06o 30’ S, corresponde a:a) 130NM, b) 260NM, c) 470NM, d) 650NM.

55- Para as localidades que estejam do lado Leste, a hora Legal em relação a ITC, é: a) a mesma, b) mais cedo, c) mais tarde, d) igual a HLO.

56 – O meridiano central do fuso número 8 do lado oriental, tem para longitude: a) 105o E, b) 120o E, c) 105o W, d) 120o W.

57 – Uma faixa de fuso horário abrange: a) 15o de latitude, b) 15o de longitude, c) 7o 30’ de latitude, d) 7o 30’ de longitude.

58 – Na longitude de 120o W são 18 horas UTC. No mesmo instante, a hora UTC na longitude de 135o E, é de:
a) 06 horas, b) 09 horas, c) 18 horas, d) 22 horas.

59 – As horas UTC, HLE e HLO são iguais no meridiano: a) 005o, b) 010o, c) 015o, d) 000o.

60 – Em um lugar de longitude 85o W são 13:30 HLE. Conseqüentemente a hora UTC é: a) 07:30, b) 08:30, c) 18:30, d) 19:30.

61 – A letra e o número do fuso de um lugar de longitude 138o E é: a) I, 9, b) H, 8, c) U, 8, d) V, 9.

62 – A hora do meridiano central de cada fuso chama-se: a) local, b) legal, c) estimada, d) de Greenwich.

63 – No Rio de Janeiro são 17:00 HLE (Long 43o 15’ W). Qual a HLE em Los Angeles (Long 119o W), sabendo-se que neste lugar está sendo adotada a hora de verão (relógios adiantados uma hora)?
a) 12:00, b) 13:00, c) 22:00, d) 23:00.

64 – A hora considerada em cada meridiano é a hora: a) local, b) legal, c) estimada, d) universal.

65 – Aplicando-se o Acd ao rumo magnético obtém-se o/a: a) PB, b) PM, c) PV, d) RV.

66 – O desvio de bússola E subtrai-se da PM para se obter o/a: a) PV, b) RV, c) PB, d) RM.

67 – O ângulo formado entre o rumo e a proa de uma aeronave, denomina-se: a) desvio, b) deriva, c) correção de desvio, d) correção de deriva.

68 – O ângulo formado entre um meridiano verdadeiro e a linha de rota chama-se: a) rumo verdadeiro, b) proa verdadeira, c) ângulo de correção de deriva, d) declinação magnética.

69- O posicionamento de uma linha de rota medido através do ângulo formado com um meridiano verdadeiro, define o valor do/da: a) RV, b) PV, c) RM, d) Dmg.

70 – O ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e a linha de rota é a definição de: a) PM, b) RV, c) RM, d) PV.

71 – Uma aeronave mantém PB 030o e sua linha de rota corta as isogônicas de 05o W a 03o E. A DMG média que deverá ser aplicada será de: a) 01o W, b) 02o W, c) 04o E, d) 08o E.

72 – Um avião voando com PM 230o corta as linhas isogônicas de 05o W e 07o E. A DMG média a ser aplicada deverá ser de: a) 01o E, b) 02o E, c) 06o E, d) 12o E.

73 – Dados: PB 200o, DMG 20o W, desvio de bússola 05o E. As PV e PM serão, respectivamente: a) 175/195o, b) 175/215o, c) 185/205o, d) 205/225o.

74 – Sendo dados RV=45o DMG=10o W e Acd=+5, qual é a PM? a) 50o, b) 55o, c) 60o, d) 65o.

75 – Uma aeronave voa com PM 360o e encontra vento de proa. Tendo-se Dmg 15o W, o RV é: a) RV 015o, b) RV 330o, c) RV 345o, d) RV 360o.

76 – Considere as coordenadas geográficas dos pontos a seguir e informe o rumo verdadeiro de A para B onde A = 25o 00’ N / 045o 00’ W e B = 25o 00’ N / 048o 00’ W. a) RV 090o, b) RV 180o, c) RV 270o, d) RV 360o.

77 – Dados os pontos A (20o 00’ S / 043o 00’ W) e B (20o 00’ S / 050o 00’ W), o rumo verdadeiro de A para B será: a) 000o, b) 090o, c) 180o, d) 270o.

78 – O posicionamento de uma linha de rota medido através do ângulo formado com um meridiano verdadeiro, define o valor do/da: a) RV, b) PV, c) RM, d) Dmg.

79 – Dados os pontos A (25o 00’ S / 045o 00’ W) e B (30o 00’ S / 045o 00’ W), a distancia em milhas náuticas entre A e B será: a) 5NM, b) 25NM, c) 180NM, d) 300NM.

80 – Tendo-se VS 210KT. A distância percorrida em 00H32min foi de: a) 105 NM, b) 112 NM, c) 143 NM, d) 197 NM.

81 – Convertendo para litros a quantidade de combustível de 20700 USGal, são obtidos: a) 7824 litros, b) 54750 litros,c) 78246 litros, d) 102320 litros.

82 – Converter 120 NM em KM: a) 22 km, b) 67 km, c) 189 km, d) 222 km.

83 – Um avião decola de um aeroporto situado a 3000 ft acima do nível do mar para o fl250, mantém R/S1400 ft/min. O tempo de vôo na subida foi de: a) 00:12, b) 00:16, c) 00:21, d) 00:27.

84 – Calcule a distância de subida de uma aeronave, considerando-se os seguintes. Dados R/S 700 ft/min, elevação do aeroporto 3000 ft, FL150, VA na subida 170 kt, vento na subida de proa com 20 kt. a) 39 NM, b) 43 NM, c) 56 NM, d) 62 NM.

85 – Convertendo 4000 metros para pés (FT), obtém-se: a) 12200 FT, b) 13120 FT, c) 14150 FT, d) 16050 FT.

86 – A altitude de 33.000 ft equivale a: a) 8.525m, b) 10.061m, c) 9.320m, d) 13.052m.

87 – Convertendo 4800 kg em Lbs obtém-se: a) 106 lbs, b) 218 Lbs, c) 2180 Lbs, d) 10560 Lbs.

88 – Convertendo 340 Nm em Km obtém-se: a) 630 km, b) 720 km, c) 880 km, d) 950 km.

89 – Uma milha náutica e uma milha terrestre equivalem, respectivamente, a: a) 1609 m/1852 m, b) 3,28 m/1852 m, c) 1609 m/3,28 m, d) 1852 m/1609 m.

90 – Calcule a razão de subida de uma aeronave sendo dados: elevação do aeródromo 2500, nível de vôo FL085, tempo de vôo na subida 00:12. a) 500 ft/min, b) 650 ft/min, c) 710 ft/min, d) 850 ft/min.

91 – À medida em que o avião sobe, a VA aumenta em relação a VI na razão de: a) 1% para cada 1000 FT, b) 2% para cada 1000 FT, c) 2,5% para cada 1000 FT, d) 3,5% para cada 1000 FT.

92 – Dados altitude pressão 15000ft, temperatura 30o C e altitude indicada 12000ft, a altitude verdadeira é de: a) 4150m, b) 4260m, c) 4400m, d) 1560m.

93 – Uma aeronave mantém PM 140o, RM 133o, DMG 20o W, VA 170 kt, VS 155 kt. O vento em rota foi de:
a) 060o/26 kt, b) 165o/26 kt, c) 212o/26 kt, d) 245o/26 kt.

94 – Dentre as alternativas abaixo, identifique os fatores que são capazes de modificar a TAS:
a) umidade, vento e densidade do ar, b) FL, umidade e altitude densidade, c) altitude pressão, temperatura e IAS, d) altitude pressão, vento e temperatura.

95 – A VS (velocidade em relação ao solo) é a VA (velocidade aerodinâmica) corrigida para a: a) instalação, b) temperatura, c) pressão e velocidade do vento, d) direção e velocidade do vento.

96 – Considerando-se a PV menor do que o RV e VA menor do que a VS, o vento soprará do setor de: a) proa pela direita, b) proa pela esquerda, c) cauda pela direita, d) cauda pela esquerda.

97 – Quando o vento for de proa, de cauda ou nulo, a PV em relação ao RV será: a) igual, b) maior, c) menor, d) diferente.

Prova de Meteorologia: Simulado banca ANAC PP

1 – As ondas hertzianas de rádio são refletidas na: a) ionosfera, b) troposfera, c) ozonosfera, d) estratosfera.

2 – A energia solar na faixa do ultra-violeta é absorvida em, aproximadamente, 75% na camada da: a) ionosfera, b) troposfera, c) tropopausa, d) ozonosfera.

3 – A troposfera nas proximidades do Equador estende-se até: a) 09 km, b) 11 km, c) 19 km, d) 50 km.

4 – A camada mais elevada da atmosfera é chamada? a) exosfera, b) ionosfera, c) troposfera, d) estratosfera.

5 – A luminosidade diurna se deve: a) absorção da luz, b) reflexão da luz solar, c) difusão da energia solar, d) absorção da radiação solar.

6 – O equinócio ocorre quando a Terra se encontra em posição tal que a radiação solar incide perpendicularmente ao:
a) Equador, b) Círculo Polar, c) Trópico de Câncer, d) Trópico de Capricórnio.

7 – A quantidade de nitrogênio e oxigênio existente na atmosfera corresponde a: a) 21% e 10%, b) 0,9% e 78%, c) 78% e 21%, d) 78% e 0,9%.

8 – O albedo maior é encontrado: a) em um lago, b) em uma floresta, c) no topo das nuvens, d) em um terreno arado.

9 – Elementos sólidos microscópios em suspensão são conhecidos como núcleos: a) latente, b) partículas, c) resfriados, d) higroscópios.

10 – A composição básica da atmosfera padrão é: a) 78% de oxigênio e 21% de nitrogênio, b) 78% de nitrogênio e 21% de oxigênio, c) 78% de hidrogênio e 21% de oxigênio, d) 78% de oxigênio e 21% de hidrogênio.

11 – Advecção significa: a) insolação, b) radiação solar, c) transporte vertical de calor, d) transporte horizontal de calor.

12 – Um aparelho em que uma cápsula de metal fino, ondulado e flexível onde no seu interior, no vácuo, encontra-se uma lâmina funcionando para evitar que a cápsula seja esmagada. É conhecido como: a) registrador, b) hectopascal, c) cuba de mercúrio, d) barômetro aneróide.

13 – A umidade relativa é fornecida por um instrumento especial denominado: a) barômetro, b) manômetro, c) hidrômetro, d) higrômetro.

14 – A condensação do vapor de água na atmosfera ocorre se: a) a densidade do ar diminuir, b) a pressão atmosférica baixa, c) a temperatura do ar aumentar, d) houver núcleos de condensação.

15 – Um determinado volume de ar contém 4% de vapor de água. Pode-se afirmar que o ar encontra-se: a) seco,
b) úmido, c) neutro, d) saturado.

16 – Para que o ar possa ser considerado saturado, é necessário que ocorra: a) evaporação e chuva, b) evaporação e resfriamento, c) resfriamento e precipitação, d) resfriamento e condensação.

17 – O orvalho é produzido pelo processo físico de resfriamento denominado: a) advecção, b) radiação, c) convecção, d) efeito orográfico.

18 – Ao se elevar em uma encosta de uma montanha, o ar se resfria produzindo condensação do vapor de água nele contido. Chama-se este processo físico de resfriamento: a) anabático, b) catabático, c) adiabático, d) convectivo.

19 – Havendo temperatura e pressão constantes, a densidade do ar varia em relação a umidade: a) inversamente, b) aumenta a umidade, c) decresce a umidade, d) estabiliza a umidade.

20 – A colisão de gotículas de água decorrente da agitação do ar, ocasiona o aumento das mesmas gerando a precipitação líquida. Este fenômeno é denominado: a) sublimação, b) congelação, c) condensação, d) coalescênsia.

21 – São considerados hidrometeoros: a) chuva e poeira, b) chuva e chuvisco, c) chuvisco e fumaça, d) fumaça e névoa seca.

22 – A água da superfície terrestre passa para a atmosfera pelo processo de : a) saturação, b) evaporação, c) condensação, d) resfriamento.

23 – O transporte de calor pelos ventos na atmosfera é definido como: a) radiação, b) condução, c) advecção, d) convecção.

24 – Quando a temperatura permanece constante com a altitude, tem-se um caso de : a) inversão, b) isotermia, c) saturação, d) sublimação.

25 – A radiação ocorre devido a ….. por longo período sem insolação. a) ganho de calor, b) perda de calor, c) efeito dinâmico, d) efeito orográfico.

26 – A temperatura padrão ao nível médio do mar aprovada pela ICAO é de: a) 15o C, b) 15o F, c) 10o C, d) 10o F.

27 – Durante o dia a perda de calor por levantamento do ar faz com que as correntes convectivas ascendentes se formem por resfriamento de: a) advecção, b) radiação, c) efeito dinâmico, d) expansão adiabática.

28- O instrumento usado para o registro das temperaturas é chamado de : a) higrógrafo, b) termógrafo, c) heliógrafo, d) termômetro.

29 – As camadas de ar com temperaturas iguais em toda sua extensão, mesmo na vertical, são conhecidas como:
a) isóbaras, b) de inversão, c) convectivas, d) isotérmicas.

30 – A transferência de calor por contato direto entre os corpos é chamada de: a) radiação, b) advecção, c) condução, d) convecção.

31 – O instrumento que informa e mede a quantidade de calor é o: a) barômetro, b) termômetro, c) pluviógrafo, d) termógrafo.

32 – Em meteorologia, a palavra convecção significa o/a: a) transporte vertical de calor na atmosfera, b) processo de ocorrência de um anticiclone, c) transporte horizontal de calor na atmosfera., d) Observação e computação da direção do vento.

33 – O resfriamento por advecção ocorre quando há movimento…., sejam frios ou quentes. a) dos ventos, b) por expansão, c) de norte para o sul, d) de sul para o norte.

34 – O calor utilizado nas mudanças de estado físico da água é denominado calor: a) latente, b) absoluto, c) sensível, d) específico.

35 – Mantendo-se a pressão invariável, e decrescendo a temperatura do ar, ocorreria saturação de um dado volume de ar, na temperatura do: a) bulbo seco, b) bulbo úmido, c) ponto de orvalho, d) ponto de congelamento.

36 – O QFE é uma pressão ao nível: a) de vôo, b) da pista, c) de altitude, d) de densidade.

37 – A linha que une pontos de igual pressão nas cartas sinóticas é chamada de: a) isógona, b) isótoca, c) isoípsa, d) isóbara.

38 – Na análise dos campos de pressão nas cartas sinóticas, uma figura singular situada entre duas altas e duas baixas, simultaneamente, é denominada: a) col, b) crista, c) cavado, d) anomalia.

39- Altímetro indicando altura está ajustado para: a) QNE, b) QNH, c) QFF, d) QFE.

40 – A pressão atmosférica, medida ao nível da pista de um aeródromo, é conhecida como: a) QFE, b) QNE, c) QNH, d) QFF.

41 – Ajuste idêntico ao nível médio do mar (QNE) é o: a) QFE, b) QFF, c) QNH, d) QAN.

42- Sempre que a altitude é maior que a altitude pressão, o valor D é: a) nulo, b) positivo, c) negativo, d) inexistente.

43- Os mapas em relevo, representam o nível médio do mar, onde se processam as análises do campo de pressão para meteorologia, são conhecidos como: a) mapa mundi, b) carta de tempo, c) carta sinótica, d) mapa de previsão.

44 – Uma aeronave sobrevoa uma região no FL 70, onde o QNH no momento é 1020 hPa. Pode-se afirmar que a aeronave encontra-se na altitude: a) real de 6890FT, b) real de 7210FT, c) pressão de 6890FT, d) pressão de 7210FT.

45 – Estando pousada em um aeródromo de 300 pés de elevação, quando o QNH é 1023 hPa, uma aeronave terá uma altitude pressão igual a : a) 0 pés, b) 300 pés, c) 600 pés, d) –300 pés.

46 – Em um aeródromo existem cumulus com base à 1500m e a temperatura da base é o de 7o C. Sabendo-se que o topo encontra-se à 2500m, qual a temperatura do topo da nuvem? a) 0,6°C, b) 0,8°C, c) 1,0°C, d) 1,2°C.

47 – O gradiente vertical térmico de 0,5o C/100m identifica uma massa de ar: a) estável, b) instável, c) condicional, d) superadiabática.

48 – Sendo dadas as temperaturas do ar e do ponto de orvalho iguais a 24o C e 20o C, a altura da base de nuvens cumulus estará a : a) 500m, b) 500ft, c) 1000m, d) 1000ft.

49 – A precipitação líquida, na forma de chuvisco, é produzida por nuvens: a) stratus, b) cumulus, c) nimbustratus, d) cumulunimbus.

50 – As nuvens que apresentam desenvolvimento vertical são denominadas: a) mistas, b) sólidas, c) líquidas, d) formadas por cristais.

51 – Nuvens baixas e uniformes, geralmente acinzentadas, que produzem, por vezes, chuviscos, são classificadas como: a) stratus, b) cumulus, c) altostratus, d) nimbustratus.

52 – Nuvens CB e CU são nuvens baixas com desenvolvimento: a) vertical, b) advectivo, c) horizontal, d) adiabático.

53 – As nuvens cirriformes têm aparência: a) fibrosa, b) de blocos, c) de torres, d) convectiva.

54 – A formação do fenômeno meteorológico HALO é comum em nuvens: a) NS, b) CS, c) SC, d) AS.

55 – Em ar instável as nuvens encontradas são do tipo: a) CI, b) ST, c) NS, d) CU.

56 – A precipitação na forma de pancadas é típicas de nuvens: a) cirrus, b) stratus, c) cumulus, d) nimbustratus.

57 – As nuvens mais baixas são encontradas com bases de altura que variam entre 30 e: a) 100 metros, b) 600 metros, c) 2000 metros, d) 4000 metros.

58 – As nuvens que apresentam uma forma aproximada de lente biconvexa, localizadas a sotavento das montanhas, em dias de ventos fortes, são do tipo: a) stratus, b) mamatus, c) lenticulares, d) cirrostratus. Sua resposta: a. Alternativa correta: c

59 – As nuvens altas, nas latitudes tropicais, são:
a) sólidas, cirriformes com bases acima de 8000 metros, b) mistas, estratiformes com bases acima de 8000 metros, c) cirriformes, liquidas com bases acima de 4000 metros, d) sólidas, estratiformes, com bases acima de 2000 metros.

60 – As nuvens cumuliformes formam-se em ar: a) neutro, b) estável, c) instável, d) condicional.

61 – Nuvens isoladas, densas, com pronunciado desenvolvimento vertical, possuindo bases niveladas, podendo produzir pancadas de chuva, são denominadas: a) stratus, b) cumulus, c) altostratus, d) cirrocumulus;.

62 – As nuvens lenticulares denunciam a presença de turbulência: a) Térmica, b) Dinâmica,  c) Mecânica, d) Orográfica.

63 – Os cumulunimbus ocorrerão, SOMENTE, se a atmosfera estiver: a) estável, b) instável, c) isotérmica, d) condicional.

64 – A brisa marítima é de natureza: a) gradiente, b) geostrófica, c) barostrófica, d) ciclostrófica.

65 – As brisas marítimas e terrestres são consideradas ventos: a) de vale, b) gradientes, c) geostrósficos, d) barostróficos.

66 – A identificação da névoa úmida é feita quando a : a) umidade relativa é inferior a 80%, b) umidade relativa é superior a 80%, c) visibilidade horizontal é igual a zero metros, d) visibilidade horizontal é inferior a 1000 metros.

67 – O ar se movimenta horizontalmente e se resfria formando nevoeiro de: a) brisa, b) vapor, c) radiação, d) advecção.

68 – À noite, no inverno, quando o céu apresentar-se sem nebulosidade e com vento calmo, haverá maior probabilidade de, pela manhã seguinte, ocorrer: a) chuva, b) frente, c) trovoada, d) nevoeiro.

69 – Céu claro e radiação terrestre no interior continental facilita, no inverno, a formação de nevoeiros:
a) de brisa, b) frontais, c) de advecção, d) de radiação.

70 – Entre os hidrometeoros precipitantes, aquele que mais reduz a visibilidade é denominado:
a) chuva, b) granizo, c) pancada, d) chuvisco.

71 – Entre os fenômenos que mais reduzem a visibilidade em um aeródromo encontra-se o/a:
a) chuva, b) chuvisco, c) névoa seca, d) névoa úmida.

72 – São hidrometeoros precipitantes: a) geada, neve e granizo, b) chuva,chuvisco e neve, c) orvalho, chuva e fumaça, d) geada, orvalho e chuvisco.

73 – Será considerado nevoeiro, quando a visibilidade horizontal estiver: a) igual a 3000 metro, b) inferior a 1000 metro, c) superior a 3000 metros,d) entre 1000 e 3000 metros.

74 – Os nevoeiros orográficos ocorrem devido ao levantamento do ar pela presença de: a) rios, b) vales, c) relevos, d) planaltos.

75 – Ar quente e úmido deslocando-se sobre as superfícies líquidas e frias, provoca formação de nevoeiro: a) frontal, b) de brisa, c) de vapor, d) marítimo.

76 – A turbulência orográfica é um movimento vertical do ar em regiões: a) planas, b) térmicas, c) dinâmicas, d) montanhosas.

77 – Ondas estacionárias são observadas : a) sobre montanhas, b) a sotavento das montanhas, c) a barlaventos das montanhas, d) nas encostas das montanhas.

78 – Partículas sólidas, em suspensão no ar, tais como poeiras, sais, etc… e que reduzem a visibilidade, constituem-se em: a) fonometeoros, b) litometeoros, c) fotometeors, d) hidrometeoros.

79 – Chuvas associadas a turbulência, são fenômenos ocasionados, geralmente, pela presença de: a) cristais, b) trovoadas, c) anticiclones, d) corrente de jato.

80 – Com instabilidade ocorrem correntes e o ar é agitado na: a) vertical, b) superfície, c) horizontal, d) condicional.

81 – A fase da trovoada, na qual há um certo equilíbrio entre as quantidades de corantes ascendentes e descendentes, denomina-se: a) cumulus, b) formação, c) maturidade, d) dissipação.

82 – Uma aeronave em vôo, havendo trovoada, deve evitá-la e voar para sua segurança, a mais ou menos …. da trovoada.
a) 2 milhas, b) 20 milhas, c) 10 milhas, d) 20 metros.

83 – Expansões laterais exageradas caracterizam: a) trovoadas em dissipação, b) trovoadas em fase madura, c) trovoadas em fase cumulus, d) cumulus no seu máximo desenvolvimento.

84 – As turbulências térmicas são observadas: a) até o nível da base dos cumulus, b) até o nível do topo dos cumulus, c) SOMENTE dentro de nuvens cumulus, d) Até nível muito acima do tipo de cumulus.

85 – A observação visual de uma cortina esverdeada desenvolvendo-se na vertical dentro ou fora de uma trovoada significa: a) forte turbulência, b) pancada forte de chuva, c) queda de granizo ou saraiva, d) correntes descentes muito fortes.

86 – A turbulência por cortante de vento a baixa altura (wind shear) é provocada pela variação da ….. do vento.
a) densidade, b) velocidade média, c) esteira de turbulência, d) direção e/ou intensidade.

87 – Turbulência de céu claro (CAT) define uma região em altitude, que indica existência de uma: a) frontal, b) cortante, c) estabilidade, d) corrente de jato

88 – O relâmpago horizontal predomina no/na: a) traseira do CB, b) dianteira do CB, c) lado direito do CB, d) lado esquerdo do CB.

89- Uma trovoada alcança o desenvolvimento máximo quando se encontra na fase: a) inicial, b) cumulus, c) de maturidade, d) de dissipação.

90 – A turbulência provocada por auto convecção da atmosfera é denominada: a) térmica, b) de solo, c) dinâmica, d) orográfica.

000) – São consideradas como nuvens baixas: *a) ST e SC, b) AC e A5, c) CI e CG, d) N5 e A5.

91 – Chuvas intensas associadas às turbulências são fenômenos, geralmente, associados aos/as: a) trovoadas, b) anticiclone, c) frentes quente, d) correntes de jato.

92 – Divide-se a evolução das trovoadas em: a) 2 estágios, b) 3 estágios, c) 4 estágios, d) 5 estágios.

93 – O equilíbrio entre correntes ascendentes e descendentes evidencia uma trovoada na fase de: a) expansão, b) formação, c) dissipação, d) maturação.

94 – Quando voando em áreas de trovoadas, o piloto deverá manter-se afastado delas por medida de segurança a uma distância NÃO inferior a : a) 05NM, b) 10NM, c) 15NM, d) 20NM.

95 – Quando voando em áreas de trovoadas, o piloto deverá manter-se afastado delas por medida de segurança a uma distância NÃO inferior a : a) 05NM, b) 10NM, c) 15NM, d) 20NM.

96 – A causa principal da presença de ventos está na variação da: a) pressão, b) altitude, c) latitude, d) umidade.

97 – Ventos Alísios tem sua predominância no hemisfério sul, fluindo do: a) sudeste, b) nordeste, c) sudoeste, d) noroeste.

98 – Quando uma aeronave se desloca, o movimento causa duas trajetórias, uma real e outra aparente em relação a superfície, causando desvio de rota, este desvio é conhecido como: a) rotação, b) circulação, c) translação, d) força de coriólis.

99 – Sempre que se voa no hemisfério norte, de uma região de alta pressão para uma de baixa pressão, verifica-se vento: a) de proa, b) de cauda, c) pela direita, d) pela esquerda.

100 – Ao voar no hemisfério sul no FL 100 uma aeronave cruzará sucessivamente altitudes de 3180m, 3240m, 3300m. Nesta situação observará vento de: a) proa, b) cauda, c) direita, d) esquerda.

101 – Circulação anti-horária convergente caracteriza: a) ciclone no hemisfério sul, b) ciclone no hemisfério norte, c) anticiclone no hemisfério sul, d) anticiclone no hemisfério norte.

102 – O cavado térmico, que separa a circulação entre os dois hemisfério, é denominado: a) CIO, b) FIT, c) DOLDRUNS, d) Frente polar.

103 – Todos os ventos que ocorrem abaixo de alturas são denominados: a) gradientes, b) geostróficos, c) barostróficos, d) ciclostróficos.

104 – Nas latitudes compreendidas entre 20o N e 20o S há predominância de ventos: a) de vale, b) alísios, c) estáveis, d) instáveis.

105 – Os ventos que resultam do efeito direto do gradiente de pressão, denominam-se: a) gradientes, b) geostróficos, c) barostróficos, d) ciclostróficos.

106 – Ventos barostróficos circulam a até……. metros da superfície: a) 100, b) 600, c) 1000, d) 6000.

107 – Ventos pré-frontais de frente fria, no Brasil, fluem de : a) SE, b) NE, c) SW, d) NW.

108 – A superfície da Terra influencia o movimento do ar na atmosfera até 100m, considerada camada limite e até 600 m a camada de transição. Acima desta última camada, encontra-se o nível de gradiente com ventos:
a) geostróficos,
b) ascendentes,
c) de superfície,
d) barostróficos.

109 – Ventos descendentes a sotavento, com aquecimento adiabático é conhecido como efeito de:
a) fohen, b) pascoal, c) coriólis, d) buys ballot.

110 – Uma massa de ar sobre a cidade de Manaus é uma massa de ar …….. equatorial: a) úmida, b) marítima, c) tropical, d) continental.

111 – Uma massa de ar úmida, ao se deslocar sobre uma superfície mais aquecida, poderá ocasionar:
a) nevoeiros, b) trovoadas, c) nuvens estratificadas, d) restrição de visibilidade.

112 – O deslocamento normal das massas de ar polar na América do Sul é de : a) SW para NE, b) NE para SW, c) NW para SE, d) SE para NW.

113 – Se a massa de ar apresenta boa visibilidade, céu claro e baixo temperatura, sua classificação será:
a) CTW, b) CPK, c) MTW, d) MEW.

114 – O clima predominante em Salvador, capital da Bahia, se deve a massa de ar: a) mT, b) cT, c) mP, d) cP.

115 – No Brasil as frentes frias têm um deslocamento médio de: a) NW para SE, b) SW para NE, c) SE para NW, d) NE para SW.

116 – O primeiro indício da aproximação de uma frente fria é: a) o surgimento de nuvens do tipo cirrus, b) a queda da temperatura, c) a ocorrência de trovoadas, d) a mudança dos ventos para sudoeste.

117 – As frentes são fenômenos encontrados nas análises sinóticas, posicionadas nos/nas: a) col, b) cristas,
c) cavados, d) centro de baixa.

118 – A aproximação de uma frente fria é conhecida pelo/pela: a) queda de temperatura e queda de pressão,
b) aumento da temperatura e queda da pressão, c) queda da temperatura e aumento da pressão, d) aumento da temperatura e aumento da pressão.

119 – Numa frente quente a seqüência de nuvens pré-frontais é a seguinte: a) NS, SC, AS, AC, CI, b) CI, CS, AS, NS, ST,
c) CB, CI, CS, AS,AC, d) AS, AC, CS, CI, NS.

120 – As frentes ocorrem sempre entre dois sistemas de: a) altas pressões, b) baixas pressões, c) pressões crescentes, d) pressões constantes.

121 – A massa de ar que avança na direção de uma superfície com massa de ar quente, é considerada como uma frente:
a) fria, b) oclusa, c) quente, d) estacionária.

122- Monção de verão ocorre: a) do mar para terra, b) da terra para o mar, c) sobre as altitudes elevadas, d) devido a existência de águas do mar, frias.

123 – O deslocamento de uma massa de ar provoca turbulência: a) frontal, b) cortante, c) instável, d) de corrente de jato.

124 – O início do deslocamento de uma massa de ar, fria ou quente, é conhecido como: a) estacionária, b) frontogênese, c) frente frontal, d) frente em altitude.

125 – ISA + 10 para o nível de 9000 pés corresponde a: a) 7o C, b) 13o C, c) –3o C, d) –10o C.

126 -A temperatura ISA+10noFL230 é de: a) –41o C, b) –31o C, c) –21o C, d) –11o C.

127 – ISA + 1 para o nível de 8000 pés, é: a) 01o C., b) 00o C, c) –01o C, d) –02o C.

128 – A temperatura verdadeira no FL80, onde ela é igual a ISA +18, é: a) 4o C, b) 17o C, c) 19o C, d) –17o C.

129 – Chuvas intensas associadas às turbulências são fenômenos, geralmente, associados aos/as: a) trovoadas, b) anticiclone, c) frentes quente, d) correntes de jato.

130 – Gelo do tipo escarcha forma-se nas aeronaves sempre que estas voarem em condições: a) estáveis, b) instáveis, c) condicionais, d) turbulentas.

131 – O gelo tipo escarcha, amorfo, é encontrado principalmente em nuvens: a) CI, b) AS, c) CB, d) CV.

132 – Chuva sob nuvem, em temperaturas menores que 0o C, acarreta numa aeronave, formação de: a) geada, b) gelo forte, c) gelo tipo escarcha, d) gelo leve tipo claro.

133 – O gelo claro ( vidrado) predomina com temperatura: a) abaixo de 0o C em CB, b) acima de 0o C em NS, c) abaixo de 0o C em NS, d) acima de 0o C em CB.

134 – O granizo é identificado em uma trovoada visualmente pela coloração: a) azul, b) verde, c) preta, d) branca.

135 – O gelo que adere, de difícil remoção e perigoso, é conhecido como gelo: a) misto, b) claro, c) amorfo, d) de geada.

136 – METAR SBME011500Z 03010KT CAVOK 30/22 Q1016=. O termo CAVOK indica que há: a) formação de CB com turbulência, b) visibilidade vertical menor que 1500M, c) visibilidade horizontal menor que 10km, d) visibilidade horizontal, tempo presente e nebulosidade não restringindo a operação do aeródromo.

137 – O grupo R12/M0050, codificado no METAR, significa RVR na (s) pista (s): a) 12, igual a 50 metros, b) 12, menor que 50 metros, c) 05, igual a 1200 metros, d) 05, menor que 1200 metros.

138 – As cartas de tempo significativo SIGWX confeccionadas as VTI200Z: a) permitem seu uso apenas as1200UTC, b) permitem seu uso das 0900 as 1500UTC, c) significam ser validas por 12 horas, d) significam que as cartas foram confeccionadas com 12 horas de antecedência.

139 – Em um TAF, o grupo 611003 significa formação de gelo entre altitudes de: a) 11000 e 13000 pés, b) 10000 e 13000 pés, c) 11000 e 10300 pés, d) 10000 e 10300 pés.

140 – Numa carta SIG WX PROG onde é prognosticada formação de CAT FL 380/300, pode-se concluir que será encontrada turbulência de céu claro entre: a) 300 e 380 pés, b) 380 e 300 pés, c) 3000 e 3800 pés, d) 30000 e 38000 pés.

141 – No METAR SBGR20 1000Z 12003kt 0600 R09/0800 R27/1150 FG VV002 18/18 Q1025, a visibilidade no aeródromo é de : a) 600m, b) 800m, c) 1150m, d) 2000m.

142 – Uma mensagem para previsão de um determinado aeródromo visando o planejamento de um vôo é uma mensagem: a) TAF, b) TEMP, c) SPECI, d) METAR.

Como agendar a prova para piloto: Banca do ANAC

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Uma vez obtido o CMS, você já está habilitado para se apresentar na prova do ANAC para piloto. Os passos são:

  1. Obtenha seu código ANAC a través do SINTAC (Sistema Integrado de Informações da Aviação Civil)
  2. Pagamento do GRU Simples (TFAC), o qual pode descarregar neste link direito do site da ANAC:
    • Na opção “Escolha a área de interesse” selecione “TABELA DE SERVIÇOS” e aperte no botão “PESQUISAR”
    • Aparecerá uma lista de serviços onde você terá que procurar entre mais de 350 items a opção correspondente entre os números 4118, 4119, 4120, 4121, 4122, as quais normalmente se encontram na pagina 8:
      • Código 4118: PP (CCT de Piloto Privado de Aviões), PPH (Piloto Privado de Helicópteros), CPD, CPR, CPL, CMS
      • Código 4119: PC/IFR, PCH, IFR, MCV, PLA, PLAH, INVA, INVH
      • Código 4120. Revalidação do comprovante de conhecimento teórico
      • Código 4121. PPL
      • Código 4122. Inscrição para exame de 2ª época
    • Uma vez feito click na opção desejada aparecerá a tela “Apresentar GRU Simples” onde primeiramente deverá modificar é o número de documentos que por defeito indica “1”. No caso seja a primeira vez que vai se apresentar a prova, terá que escrever o número “5” pois são 5 partes que tem a prova, e seguidamente, apertar na pequena calculadora a direita para que o valor seja atualizado. A dia de hoje o valor dá um total de 432,10 R$. Finalmente, insira seu CPF e nome e faça click em “CONFIRMAR”.
    • Automaticamente aparecerá o boleto a ser pago em qualquer oficina do Banco do Brasil.
  3. Agendar a prova: Uma vez efetuado o pagamento, recomenda-se esperar uns 3 dias para entrar em contato com a ANAC neste link direito para o agendamento. A inscrição pode ser feita presencial, por email ou por procuração. Embora seja recomendado a presencial, a mais confortável é via email, e até é a única possível em alguns locais como é no caso de Fortaleza. Neste caso, deverá seguir os seguintes passos:
    • Imprimir, preencher, datar e assinar o Formulário de Solicitação de Exame onde você tem a opção de escolher data principal e 3 alternativas no caso estejam indisponíveis.
    • Digitalizar em PDF (preferentemente a color) o formulário junto com o Documento de Identidade, CPF e foto 3×4.
    • Enviar por email para a Unidade Regional da ANAC correspondente (link).
    • Normalmente receberá em resposta um comprovante do inscrição para ser apresentado no dia da prova.