Como calcular a temperatura ISA e o desvio ISA

É comum nos cálculos de performance ou correção de alguns instrumentos utilizarmos os valores da ISA como referência, principalmente no que concerne à temperatura. As diferenças de temperatura em relação aos valores da ISA são conhecidas como “ISA deviations” (numa tradução livre, “desvios da ISA”), esse é um termo que você encontrará bastante nas análises e cálculos de performance.

As análises de performance da aeronave são definidas com valores relativos à ISA, e geralmente há um limite de variação em relação à ISA que não deve ser deliberadamente ultrapassado pelo piloto. Essas tabelas de performance são fundamentais para determinar alguns parâmetros para as mais diversas fases do voo, como: decolagem, subida, cruzeiro, aproximação e pouso.

Dependendo da variação da ISA, a penalização à performance da aeronave será expressiva. Voar com temperatura superior à ISA irá penalizar a performance da aeronave, sendo necessário uma atenção maior do piloto, principalmente no Brasil, onde é comum voarmos a maior parte do tempo com valores superiores à ISA. Lembre-se, quanto maior a temperatura menor a densidade do ar, e consequentemente, menor será a performance da aeronave.

Vamos a um exemplo rápido! Numa decolagem com ISA +10 (10°C acima da ISA) a performance da aeronave será afetada, podendo resultar inclusive, em limitação de peso para a decolagem.

Para conseguirmos calcular o desvio da ISA (ISA DEV), precisamos primeiro aprender a calcular a temperatura da ISA para uma determinada altitude. Veja como é simples:

ISA TEMP = 15 – (2 x Altitude / 1000)

*2 = gradiente termico arredondado que seria 1,98

Vamos a alguns exemplos de como calcular a temperatura ISA.

1) Temperatura ISA a 10000ft.  –>  15 – (2 x 10.000/1000) –>  15 – (2 x 10) = 15 – 20 = -5ºC

2) Temperatura ISA a 18500ft. –>  15 – (2 x 18500/1000) –>  15 – (2 x 18.5) = -22ºC

3) Temperatura ISA a 2000ft. –>  15 – (2 x 2000/1000) –>  15 – (2 x 2) = 11ºC

Agora vamos aos cálculos da ISA DEV. O cálculo de temperatura para encontramos a ISA deviations é simples, veja:

ISA DEV = OAT – ISA temperatura na altitude correspondente

Sequência para o cálculo da ISA DEV:
1 – calcular o valor da temperatura ISA correspondente a altitude;
2 – encontrar o valor real da temperatura correspondente a altitude; e
3 – a partir da temperatura atual calcular a ISA deviations.

Vamos a alguns exemplos de como se calcular a ISA deviations (ISA DEV).

1) A temperatura a 3000ft é de 18ºC, qual o desvio da ISA (ISA DEV)?
–> 15 – (2 x 3000/1000)
–> 15 – (2 x 3) = 15 – 6 = +9 (temperatura ISA a 3000ft)
–> 18 – 9 = +9ºC (ISA DEV)

2) A temperatura no FL300 é de -55ºC, qual o desvio da ISA (ISA DEV)?
–> 15 – (2 x 30000/1000)
–> 15 – (2 x 30) = 15 – 60 = -45 (temperatura ISA no FL300ft)
–> -55 – (-45) = -10ºC (ISA DEV)

3) A temperatura a 1000ft é de 0ºC, qual o desvio da ISA?
–> 15 – (2 x 1000/1000)
–> 15 – (2 x 1) = 15 – 2 = +13 (temperatura ISA a 1000ft)
–> 0 – 13 = -13ºC (ISA DEV)

4) Se a 10000ft o desvio da ISA é de +5ºC, qual a temperatura nesta altitude?
–> 15 – (2 x 10000/1000)
–> 15 – (2 x 10) = 15 – 20 = -5 (temperatura ISA a 10000ft)
–> a temperatura ISA a 10000ft é de -5ºC, no exemplo a temperatura nesta altitude é de ISA +5ºC, portanto, basta somarmos 5ºC a temperatura ISA correspondente para aquela altitude, então teremos: -5ºC + 5ºC = 0ºC.

5) A temperatura num aeródromo localizado ao nível médio do mar é de 30ºC, qual o desvio da ISA?
–> 15ºC é a temperatura ISA ao nível médio do mar, logo, se a temperatura atual é de 30ºC, teremos: 30ºC – 15ºC = +15ºC.

6) A temperatura num aeródromo localizado a 2500ft é de 10ºC, qual o desvio da ISA? –> 15 – (2 x 2500/1000)
–> 15 – (2 x 2,5) = 15 – 5 = +10 (temperatura ISA a 2500ft)
–> 10 – 10 = 0ºC (ISA DEV)

Composição e propriedades da atmosfera

Num volume de ar seco a mistura dos gases presentes na atmosfera é composta pelos gases constantes na tabela abaixo, cuja proporção se mantém constante até cerca de 60km de altura.

     Gas                                Volume (%)

Nitrogênio (N2)…………………….. 78%
Oxigênio (O2)……………………….. 21%
Argônio (Ar)………………….. ….. 0,93%
Dioxido de carbono (CO2)…   0,03%
Outros gases………………………  0,04%

 

O ar também contém uma quantidade variável de vapor d’água em sua composição, que pode varia de 0,01 a 4%, o que irá resultar na alteração da proporção dos outros gases. A propriedade que o ar tem de reter vapor d’água chama-se “capacidade“.

A quantidade máxima de vapor d’água que o ar é capaz de absorver depende diretamente da temperatura, quanto maior a temperatura do ar mais vapor d’água ele é capaz de absorver. O ar é considerado saturado quando a capacidade máxima de absorção de vapor d’água é atingida. O vapor d’água reduz a densidade do ar, pois o peso molecular da água é inferior ao do ar, logo, o ar úmido é mais leve que o ar seco.

Um termo que é de conhecimento geral é “umidade relativa do ar”, valor que pode variar de 0 a 100% e indica o grau de saturação de vapor d’água a certa temperatura. Portanto, cuidado para não confundir umidade relativa do ar com o máximo de vapor d’ água que o ar é capaz de absorver (cerca de 4%).

Analisaremos a seguir algumas propriedades da atmosfera terrestre.
– a atmosfera sofre variações verticais e horizontais de temperatura, pressão, densidade e umidade;
– o ar presente na atmosfera é elástico e compressível;
– o ar é um mau condutor de eletricidade e calor;
– o ar é insípido, inodoro e incolor; e
– a atmosfera proporciona condições para a vida humana apenas em baixas altitude.

Estações Meteorológicas

As seguintes Estações Meteorológicas compõem o SISCEAB:

– Estação Meteorológica de Superfície (EMS): a EMS tem a finalidade de efetuar observações meteorológicas à superfície para fins aeronáuticos e, quando previsto, para fins sinóticos, registrar os dados das observações para fins climatológicos e confeccionar informes meteorológicos para divulgação das referidas observações. Em função das finalidades, atribuições e equipamentos, as EMS são classificadas em:

– Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1);
– Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2); e
– Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3).

– Estação Meteorológica de Superfície Automática (EMS-A): a EMS-A tem a finalidade de efetuar observações meteorológicas à superfície para fins aeronáuticos e confeccionar informes meteorológicos para divulgação das referidas observações, sem intervenção humana.

– Estação Meteorológica de Altitude (EMA): a EMA tem a finalidade de efetuar observações meteorológicas do ar superior, coletando, por meio de radiossondagem, dados de temperatura, umidade e pressão, bem como valores de direção e de velocidade do vento, nos diversos níveis da atmosfera, registrar os dados das observações para fins climatológicos e divulgar os informes meteorológicos inerentes às referidas observações. As EMA devem fazer parte da rede básica da OMM.

– Estação de Radar Meteorológico (ERM): a ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidas por radar. A operação é exercida de forma remota pelo CMV.

Centros meteorológicos

Os seguintes Centros Meteorológicos compõem o SISCEAB:

– Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA): localizado no CINDACTA I, em Brasília-DF, o CNMA tem a finalidade de proporcionar previsões e informações meteorológicas para emprego aeronáutico, na sua área de responsabilidade, e disponibilizar os produtos gerados pelos WAFC no âmbito do SISCEAB. A área de responsabilidade do CNMA está compreendida entre os paralelos 12ºN e 40ºS e os meridianos 10ºW e 80ºW.

– Centro Meteorológico de Vigilância (CMV): localizados nos CINDACTA, o CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de responsabilidade, visando apoiar os Órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no respectivo espaço aéreo. A área de responsabilidade de um CMV corresponde a uma ou mais FIR (ou setores de FIR). Geralmente esta área é a mesma do ACC a que está associado.

– Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA): o CMA tem por finalidade prestar apoio à navegação aérea nos aeródromos. Além desta finalidade, o CMA-1 deve elaborar previsões e avisos para a respectiva área de responsabilidade e para os aeródromos sob sua vigilância. Em função das finalidades e atribuições, os CMA são classificados em:

– Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1);
– Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2); e
– Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3).

– Centro Meteorológico Militar (CMM): o CMM tem a finalidade de prestar apoio meteorológico específico à aviação militar nas Bases Aéreas ou Unidades de Instrução Aérea em que estiver localizado. Em função da natureza da missão das Unidades Aéreas sediadas, os CMM são classificados em:

– Centro Meteorológico Militar Classe I (CMM-1); e
– Centro Meteorológico Militar Classe II (CMM-2).

Conceitos e siglas de meteorologia aeronáutica

A seguir alguns conceitos e siglas que eventualmente são citados durante a análise dos serviços de meteorologia aeronáutica.

– Centro meteorológico de aeródromo (CMA): centro meteorológico designado para prestar apoio meteorológico à navegação aérea nos aeródromos.

– Centro meteorológico de vigilância (CMV): centro meteorológico responsável pela vigilância contínua das condições meteorológicas que possam afetar as operações das aeronaves em voo, dentro de sua área de responsabilidade.

– Centro meteorológico militar (CMM): centro meteorológico, situado em Bases Aéreas ou Unidades de Instrução Aérea, designado para prestar apoio meteorológico específico à Aviação Militar.

– Centro mundial de previsão de área (WAFC): centro meteorológico designado para preparar e fornecer previsões de tempo significativo e previsões do ar superior em forma digital e/ou ilustrada, em escala global, aos Centros Nacionais de Meteorologia.

– Centro nacional de meteorologia aeronáutica (CNMA): centro meteorológico brasileiro, localizado no CINDACTA I, em Brasília, designado a preparar e fornecer previsões de tempo significativo e do ar superior para fins aeronáuticos; manter o Banco OPMET; e manter o portal da REDEMET, de forma a atender à operacionalidade dos Órgãos de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB.

– Estação de radar meteorológico (ERM): estação meteorológica designada para efetuar observações com radar meteorológico.

– Estação meteorológica aeronáutica: estação meteorológica designada para efetuar observações e informes meteorológicos para fins aeronáuticos.

– Estação meteorológica de altitude (EMA): estação meteorológica designada para efetuar observações meteorológicas do ar superior.

– Estação meteorológica de superfície (EMS): estação meteorológica designada para efetuar observações meteorológicas à superfície.

– Estação meteorológica de superfície automática (EMS-A): estação meteorológica designada para efetuar observações meteorológicas à superfície para fins aeronáuticos e climatológicos, sem intervenção humana, utilizando sensoriamento automático, bem como confeccionar mensagens codificadas para divulgação das referidas observações no âmbito do SISCEAB.

– Instituto Nacional de Meteorologia (INMET): representa o Brasil junto à Organização Meteorológica Mundial (OMM) e, por delegação desta Organização, é responsável pelo tráfego das mensagens coletadas pela rede de observação meteorológica da América do Sul e os demais centros meteorológicos que compõem o Sistema de Vigilância Meteorológica Mundial.

– Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE): dentre outras atividades, desenvolve pesquisas e atividades nos campos das Ciências Meteorológicas, Meteorologia por Satélites, Previsão de Tempo e Climatologia. As atividades operacionais de previsão de tempo e clima são executadas com a operação de um supercomputador que possibilita gerar previsões de tempo e clima confiáveis, com boa antecedência.

– Meteorologia aeronáutica: ramo da meteorologia Aplicada que trata de fenômenos meteorológicos que afetam a navegação aérea e as atividades espaciais.

– Organização Meteorológica Mundial (OMM): é uma agência especializada das Nações Unidas. É a voz autorizada do sistema das Nações Unidas sobre o estado e o comportamento da atmosfera da Terra, sua interação com os oceanos, o clima que ela produz e a distribuição resultante dos recursos hídricos.

– REDEMET: a Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica tem como objetivo integrar os produtos meteorológicos voltados à aviação civil e militar, visando tornar o acesso a estas informações mais rápido, eficiente e seguro. Acesse http://www.redemet.aer.mil.br/ para ter acesso a importante produtos meteorológicos utilizados no planejamento do voo.

– SISCEAB: Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.

 

As atribuições operacionais são de responsabilidade dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica, que se constituem nos Centros Meteorológicos e nas Estações Meteorológicas.

Macete de Metereologia PPAV

  • Geostrófico : PRECO (Pressão + Coriolis)
  • Gradiente: PRECOCE (Pressão + Coriolis + Centrífuga)
  • Ciclostrófico: PRECE (Pressão + Centrífuga)

Circulação dos ventos:

  • Hemisferio Norte:
    • ADAH (Alta Pressão + Divergente + Anti-ciclônico + Sentido Horário)
    • BCCA (Baixa Pressão + Convergente + Ciclônico + Anti-horário)
  • Hemisferio Sur:
    • ADAA (Alta Pressão + Divergente + Anti-ciclônico + Anti-horário)
    • BCCH (Baixa Pressão + Convergente + Ciclônico + Sentido Horário)

PSI Baixa = Mau tempo + Vento Forte + Elevação

PSI Alta = Bom tempo + Vento Fraco + Afundamento

Missão: ODCAE (Observação + Divulgação + Coleta + Análise + Exposição)

Quem elabora?

  • Metar: OMS
  • Codigo: TAF
  • RAFC: Wind Aloft Prog

Fórmula Altitude Densidade: AD = AP + 100 * (Temperatura – ISA)

Cores Fenómenos Meteorológicos:

  • Névoa Umida: Azul-Cinza
  • Névoa Seca: Vermelha ou Laranja
  • Fumaça: Azul
  • Poeira: Amarela
  • Granizo: Verde

Confluência Intertropical CIT: Região de mau tempo e ocorre no hemisfério que e verão.

Efeito Coriolis: ES Esquerdo no hemisfério Sul X DN Direito no hemisfério Norte

Corrente de jato intensa no Outono e Inverno sobre o continente.

Contra-Alisios: Retorno dos Alisios do Equador para os Polos. NW No hemisferio Sur e SW no hemisferio Norte.

Brisas:

  • Marítima: Do mar para terra. Ocorre em litorais  (MVT = marÍtima + verão + terra)
  • Terrestre: Da terra pro mar. (TIM = terrestre + inverno + mar)

Monções: Idênticas as brisas mas em maior escala.

Efeito Fohen: Ventos que sobem perpendiculares a montanha.

Adiabático:

  • Seca: 1ºC/100m
  • Úmida: 0,6ºC/100m Da base ao topo da nuvem
  • Superadiabática: 3,42ªC/100m autoconvectivo

Frente Quente: Estável, Estratiforme, Precipitação leve e continua, Visibilidade restrita, sem turbulência, Gradiente térmico menor que razão adiabática GT < RA.

Frente Frio: Instável, Cumuliformes, Pancadas, Visibilidade boa, Turbulência, Gradiente térmico maior que razão adiabática GT > RA

FORMAÇÃO DE GELO

  • Gelo claro / cristal : maior perigo para aeronaves, denso, transparente, desprende-se com facilidade e altera o perfil aerodinâmico. Temperatura de formação de 0 a -10 ºC em cumuliformes.
  • Gelo escarcha / granulado / amorfo: leitoso. Temperatura de formação 0 a -10 ºC em estratiformes e -10 a -20 ºC em cumuliformes. Forma-se no bordo de ataque  e congela quase instantaneamente. Diminui  a sustentação da ACFT.

Equilibrio da atmósfera:

  • Instável GT > RAS e RAU
  • Estável GT < RAS e RAU
  • Neutro GT = RAS = RAU

+ Dica: quanto maior seja o GT maior o grau de instabilidade podendo originar fenômenos atmosféricos violentos:

  • GT > 1ºC / 100 M = Estável
  • GT < 1ªC / 100 M = Instável

Peso / Tipologia AR

  • Ar frio: PESADO
  • Ar seco: PESADO
  • Ar quente: LEVE
  • Ar úmido: LEVE

 

METAR x SPECI x TAF Interpretar os códigos e relatórios meteorológicos

  • Um METAR é uma observação programada, pode ser de 60 em 60 minutos, ou de 30 em 30 minutos, e é com base na meteorologia observada dos últimos 10 minutos.
  • Um SPECI é uma observação não programada. Um SPECI é utilizado quando há uma alteração acentuada e não prevista no METAR, para dar o conhecimento dos novos fenómenos aos utentes do ar.
  • TAF é uma previsão meteorológica. Há TAF’s curtos e longos. Os curtos são até 18 horas e são revistos de 3 em 3 horas. Os longos são de mais de 18 horas e são revistos de 6 em 6 horas.

Exemplo:

  1. Tipo de Reporte: METAR, METAR
  2. Estação: LPLA, LPMA
  3. Data e Hora: 131900Z, 131930Z
  4. Vento (Direção+Velocidade): 20022G36KT, 02004KT 350V060 = Variável de 350 a 060, 00000KT = Vento calmo, //////KT = Sem indicações, VRB03KT = Variável, 20022G36KT = 22 Media 36 Máxima.
  5. Visibilidade: 4000, 9999, 900 R23C/1500U = Pista direita 23 C com visibilidade 1500 disminuindo
  6. Tempo Presente (Aparece quando visibilidade menor de 6000m): -RA chuva fraca, MI Pouco espesso, DZ Chuvisco, BR Neblina, PO Turbilhão poeira ou areia, BC Bancos, RA Chuva, FG Nevoeiro (- de 1000m), PR Parcial, SN Neve, FU Fumo, SQ Borrasca, DR “abaixo de 2m”, SG Neve em grãos, VA Cinzas vulcânicas, FC Tornado ou tromba de  agua, BL “acima de 2m”, IC Prismas de gelo, DU Poeira, SS Tempestade, SH Aguaceiro(s), PE Granizo, SA Areia de areia (na vizinhança), TS Trovoada, GR Saraiva, HZ Bruma, DS tempestade de poeira, FZ Gelado e GS Granizo (Translúcidas). Ex: VCTSRA = na vizinhança há chuva e trovoada (é considerada Vizinhança (VC), um raio de 8km (5NM) a volta da periferia do aeródromo)
  7. Condições do céu: SCT012 BKN018 OVC080, SCT018 (0/8 Céu Limpo (Sky Clear – SKC) 1/8 a 2/8 Pouco Nublado (Few – FEW) 3/8 a 4/8 Pouco Nublado (Scatered – SCT) 5/8 a 7/8 Muito Nublado (Broken – BKN) 8/8 Encoberto (Overcast – OVC))
  8. Temperatura / Ponto de Orvalho: 21/17, 19/13
  9. Pressão (QNH): Q1007, Q1022
  10. Observações (Remarks): GRN, RS3405KT 053604KT 230103KT

Outros códigos:

  • Quando vemos numa observação CAVOK, ou CAV OK, sabemos que significa Ceiling And Visibility OK, mas não é só isto. CAVOK tem 4 pressupostos:
    1. Não há nuvens abaixo de 5000’
    2. Não há tempo significativo
    3. A visibilidade é igual ou superior a 10Km
    4. Não há CB na área.

Prova de Meteorologia: Simulado banca ANAC PP

1 – As ondas hertzianas de rádio são refletidas na: a) ionosfera, b) troposfera, c) ozonosfera, d) estratosfera.

2 – A energia solar na faixa do ultra-violeta é absorvida em, aproximadamente, 75% na camada da: a) ionosfera, b) troposfera, c) tropopausa, d) ozonosfera.

3 – A troposfera nas proximidades do Equador estende-se até: a) 09 km, b) 11 km, c) 19 km, d) 50 km.

4 – A camada mais elevada da atmosfera é chamada? a) exosfera, b) ionosfera, c) troposfera, d) estratosfera.

5 – A luminosidade diurna se deve: a) absorção da luz, b) reflexão da luz solar, c) difusão da energia solar, d) absorção da radiação solar.

6 – O equinócio ocorre quando a Terra se encontra em posição tal que a radiação solar incide perpendicularmente ao:
a) Equador, b) Círculo Polar, c) Trópico de Câncer, d) Trópico de Capricórnio.

7 – A quantidade de nitrogênio e oxigênio existente na atmosfera corresponde a: a) 21% e 10%, b) 0,9% e 78%, c) 78% e 21%, d) 78% e 0,9%.

8 – O albedo maior é encontrado: a) em um lago, b) em uma floresta, c) no topo das nuvens, d) em um terreno arado.

9 – Elementos sólidos microscópios em suspensão são conhecidos como núcleos: a) latente, b) partículas, c) resfriados, d) higroscópios.

10 – A composição básica da atmosfera padrão é: a) 78% de oxigênio e 21% de nitrogênio, b) 78% de nitrogênio e 21% de oxigênio, c) 78% de hidrogênio e 21% de oxigênio, d) 78% de oxigênio e 21% de hidrogênio.

11 – Advecção significa: a) insolação, b) radiação solar, c) transporte vertical de calor, d) transporte horizontal de calor.

12 – Um aparelho em que uma cápsula de metal fino, ondulado e flexível onde no seu interior, no vácuo, encontra-se uma lâmina funcionando para evitar que a cápsula seja esmagada. É conhecido como: a) registrador, b) hectopascal, c) cuba de mercúrio, d) barômetro aneróide.

13 – A umidade relativa é fornecida por um instrumento especial denominado: a) barômetro, b) manômetro, c) hidrômetro, d) higrômetro.

14 – A condensação do vapor de água na atmosfera ocorre se: a) a densidade do ar diminuir, b) a pressão atmosférica baixa, c) a temperatura do ar aumentar, d) houver núcleos de condensação.

15 – Um determinado volume de ar contém 4% de vapor de água. Pode-se afirmar que o ar encontra-se: a) seco,
b) úmido, c) neutro, d) saturado.

16 – Para que o ar possa ser considerado saturado, é necessário que ocorra: a) evaporação e chuva, b) evaporação e resfriamento, c) resfriamento e precipitação, d) resfriamento e condensação.

17 – O orvalho é produzido pelo processo físico de resfriamento denominado: a) advecção, b) radiação, c) convecção, d) efeito orográfico.

18 – Ao se elevar em uma encosta de uma montanha, o ar se resfria produzindo condensação do vapor de água nele contido. Chama-se este processo físico de resfriamento: a) anabático, b) catabático, c) adiabático, d) convectivo.

19 – Havendo temperatura e pressão constantes, a densidade do ar varia em relação a umidade: a) inversamente, b) aumenta a umidade, c) decresce a umidade, d) estabiliza a umidade.

20 – A colisão de gotículas de água decorrente da agitação do ar, ocasiona o aumento das mesmas gerando a precipitação líquida. Este fenômeno é denominado: a) sublimação, b) congelação, c) condensação, d) coalescênsia.

21 – São considerados hidrometeoros: a) chuva e poeira, b) chuva e chuvisco, c) chuvisco e fumaça, d) fumaça e névoa seca.

22 – A água da superfície terrestre passa para a atmosfera pelo processo de : a) saturação, b) evaporação, c) condensação, d) resfriamento.

23 – O transporte de calor pelos ventos na atmosfera é definido como: a) radiação, b) condução, c) advecção, d) convecção.

24 – Quando a temperatura permanece constante com a altitude, tem-se um caso de : a) inversão, b) isotermia, c) saturação, d) sublimação.

25 – A radiação ocorre devido a ….. por longo período sem insolação. a) ganho de calor, b) perda de calor, c) efeito dinâmico, d) efeito orográfico.

26 – A temperatura padrão ao nível médio do mar aprovada pela ICAO é de: a) 15o C, b) 15o F, c) 10o C, d) 10o F.

27 – Durante o dia a perda de calor por levantamento do ar faz com que as correntes convectivas ascendentes se formem por resfriamento de: a) advecção, b) radiação, c) efeito dinâmico, d) expansão adiabática.

28- O instrumento usado para o registro das temperaturas é chamado de : a) higrógrafo, b) termógrafo, c) heliógrafo, d) termômetro.

29 – As camadas de ar com temperaturas iguais em toda sua extensão, mesmo na vertical, são conhecidas como:
a) isóbaras, b) de inversão, c) convectivas, d) isotérmicas.

30 – A transferência de calor por contato direto entre os corpos é chamada de: a) radiação, b) advecção, c) condução, d) convecção.

31 – O instrumento que informa e mede a quantidade de calor é o: a) barômetro, b) termômetro, c) pluviógrafo, d) termógrafo.

32 – Em meteorologia, a palavra convecção significa o/a: a) transporte vertical de calor na atmosfera, b) processo de ocorrência de um anticiclone, c) transporte horizontal de calor na atmosfera., d) Observação e computação da direção do vento.

33 – O resfriamento por advecção ocorre quando há movimento…., sejam frios ou quentes. a) dos ventos, b) por expansão, c) de norte para o sul, d) de sul para o norte.

34 – O calor utilizado nas mudanças de estado físico da água é denominado calor: a) latente, b) absoluto, c) sensível, d) específico.

35 – Mantendo-se a pressão invariável, e decrescendo a temperatura do ar, ocorreria saturação de um dado volume de ar, na temperatura do: a) bulbo seco, b) bulbo úmido, c) ponto de orvalho, d) ponto de congelamento.

36 – O QFE é uma pressão ao nível: a) de vôo, b) da pista, c) de altitude, d) de densidade.

37 – A linha que une pontos de igual pressão nas cartas sinóticas é chamada de: a) isógona, b) isótoca, c) isoípsa, d) isóbara.

38 – Na análise dos campos de pressão nas cartas sinóticas, uma figura singular situada entre duas altas e duas baixas, simultaneamente, é denominada: a) col, b) crista, c) cavado, d) anomalia.

39- Altímetro indicando altura está ajustado para: a) QNE, b) QNH, c) QFF, d) QFE.

40 – A pressão atmosférica, medida ao nível da pista de um aeródromo, é conhecida como: a) QFE, b) QNE, c) QNH, d) QFF.

41 – Ajuste idêntico ao nível médio do mar (QNE) é o: a) QFE, b) QFF, c) QNH, d) QAN.

42- Sempre que a altitude é maior que a altitude pressão, o valor D é: a) nulo, b) positivo, c) negativo, d) inexistente.

43- Os mapas em relevo, representam o nível médio do mar, onde se processam as análises do campo de pressão para meteorologia, são conhecidos como: a) mapa mundi, b) carta de tempo, c) carta sinótica, d) mapa de previsão.

44 – Uma aeronave sobrevoa uma região no FL 70, onde o QNH no momento é 1020 hPa. Pode-se afirmar que a aeronave encontra-se na altitude: a) real de 6890FT, b) real de 7210FT, c) pressão de 6890FT, d) pressão de 7210FT.

45 – Estando pousada em um aeródromo de 300 pés de elevação, quando o QNH é 1023 hPa, uma aeronave terá uma altitude pressão igual a : a) 0 pés, b) 300 pés, c) 600 pés, d) –300 pés.

46 – Em um aeródromo existem cumulus com base à 1500m e a temperatura da base é o de 7o C. Sabendo-se que o topo encontra-se à 2500m, qual a temperatura do topo da nuvem? a) 0,6°C, b) 0,8°C, c) 1,0°C, d) 1,2°C.

47 – O gradiente vertical térmico de 0,5o C/100m identifica uma massa de ar: a) estável, b) instável, c) condicional, d) superadiabática.

48 – Sendo dadas as temperaturas do ar e do ponto de orvalho iguais a 24o C e 20o C, a altura da base de nuvens cumulus estará a : a) 500m, b) 500ft, c) 1000m, d) 1000ft.

49 – A precipitação líquida, na forma de chuvisco, é produzida por nuvens: a) stratus, b) cumulus, c) nimbustratus, d) cumulunimbus.

50 – As nuvens que apresentam desenvolvimento vertical são denominadas: a) mistas, b) sólidas, c) líquidas, d) formadas por cristais.

51 – Nuvens baixas e uniformes, geralmente acinzentadas, que produzem, por vezes, chuviscos, são classificadas como: a) stratus, b) cumulus, c) altostratus, d) nimbustratus.

52 – Nuvens CB e CU são nuvens baixas com desenvolvimento: a) vertical, b) advectivo, c) horizontal, d) adiabático.

53 – As nuvens cirriformes têm aparência: a) fibrosa, b) de blocos, c) de torres, d) convectiva.

54 – A formação do fenômeno meteorológico HALO é comum em nuvens: a) NS, b) CS, c) SC, d) AS.

55 – Em ar instável as nuvens encontradas são do tipo: a) CI, b) ST, c) NS, d) CU.

56 – A precipitação na forma de pancadas é típicas de nuvens: a) cirrus, b) stratus, c) cumulus, d) nimbustratus.

57 – As nuvens mais baixas são encontradas com bases de altura que variam entre 30 e: a) 100 metros, b) 600 metros, c) 2000 metros, d) 4000 metros.

58 – As nuvens que apresentam uma forma aproximada de lente biconvexa, localizadas a sotavento das montanhas, em dias de ventos fortes, são do tipo: a) stratus, b) mamatus, c) lenticulares, d) cirrostratus. Sua resposta: a. Alternativa correta: c

59 – As nuvens altas, nas latitudes tropicais, são:
a) sólidas, cirriformes com bases acima de 8000 metros, b) mistas, estratiformes com bases acima de 8000 metros, c) cirriformes, liquidas com bases acima de 4000 metros, d) sólidas, estratiformes, com bases acima de 2000 metros.

60 – As nuvens cumuliformes formam-se em ar: a) neutro, b) estável, c) instável, d) condicional.

61 – Nuvens isoladas, densas, com pronunciado desenvolvimento vertical, possuindo bases niveladas, podendo produzir pancadas de chuva, são denominadas: a) stratus, b) cumulus, c) altostratus, d) cirrocumulus;.

62 – As nuvens lenticulares denunciam a presença de turbulência: a) Térmica, b) Dinâmica,  c) Mecânica, d) Orográfica.

63 – Os cumulunimbus ocorrerão, SOMENTE, se a atmosfera estiver: a) estável, b) instável, c) isotérmica, d) condicional.

64 – A brisa marítima é de natureza: a) gradiente, b) geostrófica, c) barostrófica, d) ciclostrófica.

65 – As brisas marítimas e terrestres são consideradas ventos: a) de vale, b) gradientes, c) geostrósficos, d) barostróficos.

66 – A identificação da névoa úmida é feita quando a : a) umidade relativa é inferior a 80%, b) umidade relativa é superior a 80%, c) visibilidade horizontal é igual a zero metros, d) visibilidade horizontal é inferior a 1000 metros.

67 – O ar se movimenta horizontalmente e se resfria formando nevoeiro de: a) brisa, b) vapor, c) radiação, d) advecção.

68 – À noite, no inverno, quando o céu apresentar-se sem nebulosidade e com vento calmo, haverá maior probabilidade de, pela manhã seguinte, ocorrer: a) chuva, b) frente, c) trovoada, d) nevoeiro.

69 – Céu claro e radiação terrestre no interior continental facilita, no inverno, a formação de nevoeiros:
a) de brisa, b) frontais, c) de advecção, d) de radiação.

70 – Entre os hidrometeoros precipitantes, aquele que mais reduz a visibilidade é denominado:
a) chuva, b) granizo, c) pancada, d) chuvisco.

71 – Entre os fenômenos que mais reduzem a visibilidade em um aeródromo encontra-se o/a:
a) chuva, b) chuvisco, c) névoa seca, d) névoa úmida.

72 – São hidrometeoros precipitantes: a) geada, neve e granizo, b) chuva,chuvisco e neve, c) orvalho, chuva e fumaça, d) geada, orvalho e chuvisco.

73 – Será considerado nevoeiro, quando a visibilidade horizontal estiver: a) igual a 3000 metro, b) inferior a 1000 metro, c) superior a 3000 metros,d) entre 1000 e 3000 metros.

74 – Os nevoeiros orográficos ocorrem devido ao levantamento do ar pela presença de: a) rios, b) vales, c) relevos, d) planaltos.

75 – Ar quente e úmido deslocando-se sobre as superfícies líquidas e frias, provoca formação de nevoeiro: a) frontal, b) de brisa, c) de vapor, d) marítimo.

76 – A turbulência orográfica é um movimento vertical do ar em regiões: a) planas, b) térmicas, c) dinâmicas, d) montanhosas.

77 – Ondas estacionárias são observadas : a) sobre montanhas, b) a sotavento das montanhas, c) a barlaventos das montanhas, d) nas encostas das montanhas.

78 – Partículas sólidas, em suspensão no ar, tais como poeiras, sais, etc… e que reduzem a visibilidade, constituem-se em: a) fonometeoros, b) litometeoros, c) fotometeors, d) hidrometeoros.

79 – Chuvas associadas a turbulência, são fenômenos ocasionados, geralmente, pela presença de: a) cristais, b) trovoadas, c) anticiclones, d) corrente de jato.

80 – Com instabilidade ocorrem correntes e o ar é agitado na: a) vertical, b) superfície, c) horizontal, d) condicional.

81 – A fase da trovoada, na qual há um certo equilíbrio entre as quantidades de corantes ascendentes e descendentes, denomina-se: a) cumulus, b) formação, c) maturidade, d) dissipação.

82 – Uma aeronave em vôo, havendo trovoada, deve evitá-la e voar para sua segurança, a mais ou menos …. da trovoada.
a) 2 milhas, b) 20 milhas, c) 10 milhas, d) 20 metros.

83 – Expansões laterais exageradas caracterizam: a) trovoadas em dissipação, b) trovoadas em fase madura, c) trovoadas em fase cumulus, d) cumulus no seu máximo desenvolvimento.

84 – As turbulências térmicas são observadas: a) até o nível da base dos cumulus, b) até o nível do topo dos cumulus, c) SOMENTE dentro de nuvens cumulus, d) Até nível muito acima do tipo de cumulus.

85 – A observação visual de uma cortina esverdeada desenvolvendo-se na vertical dentro ou fora de uma trovoada significa: a) forte turbulência, b) pancada forte de chuva, c) queda de granizo ou saraiva, d) correntes descentes muito fortes.

86 – A turbulência por cortante de vento a baixa altura (wind shear) é provocada pela variação da ….. do vento.
a) densidade, b) velocidade média, c) esteira de turbulência, d) direção e/ou intensidade.

87 – Turbulência de céu claro (CAT) define uma região em altitude, que indica existência de uma: a) frontal, b) cortante, c) estabilidade, d) corrente de jato

88 – O relâmpago horizontal predomina no/na: a) traseira do CB, b) dianteira do CB, c) lado direito do CB, d) lado esquerdo do CB.

89- Uma trovoada alcança o desenvolvimento máximo quando se encontra na fase: a) inicial, b) cumulus, c) de maturidade, d) de dissipação.

90 – A turbulência provocada por auto convecção da atmosfera é denominada: a) térmica, b) de solo, c) dinâmica, d) orográfica.

000) – São consideradas como nuvens baixas: *a) ST e SC, b) AC e A5, c) CI e CG, d) N5 e A5.

91 – Chuvas intensas associadas às turbulências são fenômenos, geralmente, associados aos/as: a) trovoadas, b) anticiclone, c) frentes quente, d) correntes de jato.

92 – Divide-se a evolução das trovoadas em: a) 2 estágios, b) 3 estágios, c) 4 estágios, d) 5 estágios.

93 – O equilíbrio entre correntes ascendentes e descendentes evidencia uma trovoada na fase de: a) expansão, b) formação, c) dissipação, d) maturação.

94 – Quando voando em áreas de trovoadas, o piloto deverá manter-se afastado delas por medida de segurança a uma distância NÃO inferior a : a) 05NM, b) 10NM, c) 15NM, d) 20NM.

95 – Quando voando em áreas de trovoadas, o piloto deverá manter-se afastado delas por medida de segurança a uma distância NÃO inferior a : a) 05NM, b) 10NM, c) 15NM, d) 20NM.

96 – A causa principal da presença de ventos está na variação da: a) pressão, b) altitude, c) latitude, d) umidade.

97 – Ventos Alísios tem sua predominância no hemisfério sul, fluindo do: a) sudeste, b) nordeste, c) sudoeste, d) noroeste.

98 – Quando uma aeronave se desloca, o movimento causa duas trajetórias, uma real e outra aparente em relação a superfície, causando desvio de rota, este desvio é conhecido como: a) rotação, b) circulação, c) translação, d) força de coriólis.

99 – Sempre que se voa no hemisfério norte, de uma região de alta pressão para uma de baixa pressão, verifica-se vento: a) de proa, b) de cauda, c) pela direita, d) pela esquerda.

100 – Ao voar no hemisfério sul no FL 100 uma aeronave cruzará sucessivamente altitudes de 3180m, 3240m, 3300m. Nesta situação observará vento de: a) proa, b) cauda, c) direita, d) esquerda.

101 – Circulação anti-horária convergente caracteriza: a) ciclone no hemisfério sul, b) ciclone no hemisfério norte, c) anticiclone no hemisfério sul, d) anticiclone no hemisfério norte.

102 – O cavado térmico, que separa a circulação entre os dois hemisfério, é denominado: a) CIO, b) FIT, c) DOLDRUNS, d) Frente polar.

103 – Todos os ventos que ocorrem abaixo de alturas são denominados: a) gradientes, b) geostróficos, c) barostróficos, d) ciclostróficos.

104 – Nas latitudes compreendidas entre 20o N e 20o S há predominância de ventos: a) de vale, b) alísios, c) estáveis, d) instáveis.

105 – Os ventos que resultam do efeito direto do gradiente de pressão, denominam-se: a) gradientes, b) geostróficos, c) barostróficos, d) ciclostróficos.

106 – Ventos barostróficos circulam a até……. metros da superfície: a) 100, b) 600, c) 1000, d) 6000.

107 – Ventos pré-frontais de frente fria, no Brasil, fluem de : a) SE, b) NE, c) SW, d) NW.

108 – A superfície da Terra influencia o movimento do ar na atmosfera até 100m, considerada camada limite e até 600 m a camada de transição. Acima desta última camada, encontra-se o nível de gradiente com ventos:
a) geostróficos,
b) ascendentes,
c) de superfície,
d) barostróficos.

109 – Ventos descendentes a sotavento, com aquecimento adiabático é conhecido como efeito de:
a) fohen, b) pascoal, c) coriólis, d) buys ballot.

110 – Uma massa de ar sobre a cidade de Manaus é uma massa de ar …….. equatorial: a) úmida, b) marítima, c) tropical, d) continental.

111 – Uma massa de ar úmida, ao se deslocar sobre uma superfície mais aquecida, poderá ocasionar:
a) nevoeiros, b) trovoadas, c) nuvens estratificadas, d) restrição de visibilidade.

112 – O deslocamento normal das massas de ar polar na América do Sul é de : a) SW para NE, b) NE para SW, c) NW para SE, d) SE para NW.

113 – Se a massa de ar apresenta boa visibilidade, céu claro e baixo temperatura, sua classificação será:
a) CTW, b) CPK, c) MTW, d) MEW.

114 – O clima predominante em Salvador, capital da Bahia, se deve a massa de ar: a) mT, b) cT, c) mP, d) cP.

115 – No Brasil as frentes frias têm um deslocamento médio de: a) NW para SE, b) SW para NE, c) SE para NW, d) NE para SW.

116 – O primeiro indício da aproximação de uma frente fria é: a) o surgimento de nuvens do tipo cirrus, b) a queda da temperatura, c) a ocorrência de trovoadas, d) a mudança dos ventos para sudoeste.

117 – As frentes são fenômenos encontrados nas análises sinóticas, posicionadas nos/nas: a) col, b) cristas,
c) cavados, d) centro de baixa.

118 – A aproximação de uma frente fria é conhecida pelo/pela: a) queda de temperatura e queda de pressão,
b) aumento da temperatura e queda da pressão, c) queda da temperatura e aumento da pressão, d) aumento da temperatura e aumento da pressão.

119 – Numa frente quente a seqüência de nuvens pré-frontais é a seguinte: a) NS, SC, AS, AC, CI, b) CI, CS, AS, NS, ST,
c) CB, CI, CS, AS,AC, d) AS, AC, CS, CI, NS.

120 – As frentes ocorrem sempre entre dois sistemas de: a) altas pressões, b) baixas pressões, c) pressões crescentes, d) pressões constantes.

121 – A massa de ar que avança na direção de uma superfície com massa de ar quente, é considerada como uma frente:
a) fria, b) oclusa, c) quente, d) estacionária.

122- Monção de verão ocorre: a) do mar para terra, b) da terra para o mar, c) sobre as altitudes elevadas, d) devido a existência de águas do mar, frias.

123 – O deslocamento de uma massa de ar provoca turbulência: a) frontal, b) cortante, c) instável, d) de corrente de jato.

124 – O início do deslocamento de uma massa de ar, fria ou quente, é conhecido como: a) estacionária, b) frontogênese, c) frente frontal, d) frente em altitude.

125 – ISA + 10 para o nível de 9000 pés corresponde a: a) 7o C, b) 13o C, c) –3o C, d) –10o C.

126 -A temperatura ISA+10noFL230 é de: a) –41o C, b) –31o C, c) –21o C, d) –11o C.

127 – ISA + 1 para o nível de 8000 pés, é: a) 01o C., b) 00o C, c) –01o C, d) –02o C.

128 – A temperatura verdadeira no FL80, onde ela é igual a ISA +18, é: a) 4o C, b) 17o C, c) 19o C, d) –17o C.

129 – Chuvas intensas associadas às turbulências são fenômenos, geralmente, associados aos/as: a) trovoadas, b) anticiclone, c) frentes quente, d) correntes de jato.

130 – Gelo do tipo escarcha forma-se nas aeronaves sempre que estas voarem em condições: a) estáveis, b) instáveis, c) condicionais, d) turbulentas.

131 – O gelo tipo escarcha, amorfo, é encontrado principalmente em nuvens: a) CI, b) AS, c) CB, d) CV.

132 – Chuva sob nuvem, em temperaturas menores que 0o C, acarreta numa aeronave, formação de: a) geada, b) gelo forte, c) gelo tipo escarcha, d) gelo leve tipo claro.

133 – O gelo claro ( vidrado) predomina com temperatura: a) abaixo de 0o C em CB, b) acima de 0o C em NS, c) abaixo de 0o C em NS, d) acima de 0o C em CB.

134 – O granizo é identificado em uma trovoada visualmente pela coloração: a) azul, b) verde, c) preta, d) branca.

135 – O gelo que adere, de difícil remoção e perigoso, é conhecido como gelo: a) misto, b) claro, c) amorfo, d) de geada.

136 – METAR SBME011500Z 03010KT CAVOK 30/22 Q1016=. O termo CAVOK indica que há: a) formação de CB com turbulência, b) visibilidade vertical menor que 1500M, c) visibilidade horizontal menor que 10km, d) visibilidade horizontal, tempo presente e nebulosidade não restringindo a operação do aeródromo.

137 – O grupo R12/M0050, codificado no METAR, significa RVR na (s) pista (s): a) 12, igual a 50 metros, b) 12, menor que 50 metros, c) 05, igual a 1200 metros, d) 05, menor que 1200 metros.

138 – As cartas de tempo significativo SIGWX confeccionadas as VTI200Z: a) permitem seu uso apenas as1200UTC, b) permitem seu uso das 0900 as 1500UTC, c) significam ser validas por 12 horas, d) significam que as cartas foram confeccionadas com 12 horas de antecedência.

139 – Em um TAF, o grupo 611003 significa formação de gelo entre altitudes de: a) 11000 e 13000 pés, b) 10000 e 13000 pés, c) 11000 e 10300 pés, d) 10000 e 10300 pés.

140 – Numa carta SIG WX PROG onde é prognosticada formação de CAT FL 380/300, pode-se concluir que será encontrada turbulência de céu claro entre: a) 300 e 380 pés, b) 380 e 300 pés, c) 3000 e 3800 pés, d) 30000 e 38000 pés.

141 – No METAR SBGR20 1000Z 12003kt 0600 R09/0800 R27/1150 FG VV002 18/18 Q1025, a visibilidade no aeródromo é de : a) 600m, b) 800m, c) 1150m, d) 2000m.

142 – Uma mensagem para previsão de um determinado aeródromo visando o planejamento de um vôo é uma mensagem: a) TAF, b) TEMP, c) SPECI, d) METAR.

Como é curso teórico do PP de avião ou helicóptero

O curso teórico não é obrigatório para se apresentar e aprovar o Exame de PP. Os valores podem variar iniciando com quantidades próximas aos 2000 R$.

A duração é de 3 a 4 meses tendo que cumprir com uma minima presença para obter o certificado do curso (salientar que o certificado não é necessário para se apresentar e aprovar na prova ANAC do PP)

O curso PP, seja para avião ou helicóptero, é composto de 5 partes:

  1. Regulamentos de tráfego aéreo: 
    • Instituições brasileiras e internacionais
    • Regras do Ar
    • Comportamento do aviador ante diferentes situações
    • Documentação usada: plano de vôo
    • Divisão do espaço aéreo
    • Relacionamento com os órgãos de tráfego aéreo.
  2. Navegação:
    • Cartas e mapas utilizados na aviação
    • Rumos e proas: cálculos
    • Declinações magnéticas, erros de bússola, efeitos de ventos, computador de vôo
    • Calcular fusos horarios
    • Regras de tres da aviação.
  3. Teoria de vôo:
    • Física aplicada a qual é diferente dependendo se é pra helicóptero ou avião.
  4. Meteorologia:
    • Boletins meteorológicos (METAR, SPECI, TAF)
    • Sistemas, frentes e códigos meteorológicos
    • Perigos na aviação
    • Características das nuvens e ventos
    • Equipamentos meteorológicos e altimetria
  5. Conhecimentos técnicos:
    • Instrumentos o painel, motores a pistão, sistemas elétricos, hidráulicos e mecânicos.
    • Combater incêndios
    • Sistemas de alimentação, refrigeração, lubrificação, anti-gelo.